quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Programa Reviver é destaque na Imprensa de SC





Coluna Associação Diários do Interior utilizou nota sobre o assunto

Os veículos de comunicação de SC que deram cobertura ao evento de lançamento do Programa Rede Estadual de Atenção a Dependentes Químicos (Reviver), que vai investir cerca de R$ 12 milhões em prevenção às drogas e acolhimento e atendimento de dependentes químicos no Estado. O lançamento ocorreu nesta terça-feira, 27, na Assembleia Legislativa, com a presença do governador do Estado, João Raimundo Colombo, e o presidente da Alesc, deputado Joarez Pontticelli.



27/08/2013

RBS TV - RBS Notícias


Correio Lageano - Lages


Portal Menina - Balneário Camboriú/Itajaí


Notícias do Dia Online - Joinville


Rádio Brasil Novo - Jaraguá do Sul

Diário do Sul - Criciúma


Site da TV Gaspar - Gaspar


Associação dos Jornais Diários do Interior - Adjori - chamada de capa


Site da Assembleia Legislativa de SC


Coluna Associação dos Diários do Interior (ADI) - 28/08/2013


Site da Band TV


Site do Jornal Regional -  de São Miguel do Oeste


Record TV













terça-feira, 27 de agosto de 2013

Estado vai investir R$ 12 milhões em atenção a dependentes químicos

O governador Raimundo Colombo lançou na manhã desta terça-feira, 27, em Florianópolis, o programa Rede Estadual de Atenção a Dependentes Químicos (Reviver), que vai investir cerca de R$ 12 milhões em prevenção às drogas e acolhimento e atendimento de dependentes químicos no Estado. A iniciativa é resultado de parceria com a Comissão de Prevenção e de Combate às Drogas da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).

O programa vai garantir o atendimento de 1.200 pessoas em comunidades terapêuticas, sendo 900 vagas para adultos e 300 para adolescentes. O edital para seleção das entidades que receberão recursos será lançado em setembro deste ano e o resultado será divulgado em novembro. A contratação das instituições vai ocorrer em três etapas: a primeira em novembro deste ano e as outras em janeiro e em março de 2014.
Serão contempladas as entidades que estiverem adequadas à legislação federal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde. Cada instituição poderá obter recursos para o custeio de até 10 vagas. Hoje, existem 110 comunidades em SC, que oferecem cerca de 3 mil vagas.

 “Santa Catarina tem uma rede bem estruturada, mas que enfrenta dificuldades financeiras para ampliar o trabalho e qualificar ainda mais a assistência que está sendo oferecida. Agora vamos comprar novas vagas e apoiar a rede existente, garantindo resultados imediatos”, destacou o governador Colombo, lembrando que será realizado um acompanhamento da aplicação dos recursos por parte do Governo do Estado.

Entre as ações previstas pelo Reviver, também estão o diagnóstico e o cadastramento de comunidades terapêuticas, capacitação de profissionais destas comunidades, elaboração de protocolos de prevenção, pesquisa de avaliação do cuidado e da reinserção familiar e elaboração de material instrucional.

“A questão das drogas é uma desgraça na nossa sociedade, ele destrói famílias e prejudica nossa juventude. E a recuperação é difícil, por isso precisamos aproveitar a experiência existente e reconhecer o trabalho voluntário e anônimo dessas comunidades. Essas entidades não são construídas com concursos públicos, mas com pessoas que têm na alma e na sua fé o desejo de ajudar os outros”, acrescentou Colombo.

O secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, lembrou que o projeto Reviver integra as ações do programa federal Crack, é Possível Vencer, que está sob a responsabilidade da secretaria da Assistência Social e da Saúde e também integrará as ações do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas.

Ele explicou que, para aplicação do Reviver, foi firmado convênio entre o Governo do Estado e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), que terá a função de realizar o diagnóstico e o cadastramento das comunidades, capacitar os profissionais e criar protocolos de atenção e projetos terapêuticos com as universidades. “Estamos dando um passo gigantesco no Estado, com a participação da academia, ou seja, do mundo científico nesse processo”, ressaltou Cândido.

O gerenciamento e o monitoramento da qualidade do atendimento também serão de responsabilidade da Fapesc, por meio de programas de doutorado, mestrado e pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Serão disponibilizadas 120 bolsas de estudo.

O lançamento do Reviver na Assembleia Legislativa contou a presença de autoridades como o presidente da Alesc, deputado Joares Ponticelli; o presidente da Comissão de Combate às Drogas da Alesc, deputado Ismael dos Santos; o secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni; o secretário de Segurança Pública, César Grubba; a secretária de Justiça e Cidadania, Ada de Luca; e o presidente da Fapesc, Sergio Luiz Gargioni.

Governo de SC lança projeto de atenção e apoio ao dependente químico em parceria com a Alesc

O governo do Estado lança nesta terça-feira, 27, em parceria com a Comissão de Prevenção e de Combate às Drogas da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), o projeto Rede Estadual de Atenção a Dependentes Químicos (Reviver). O evento ocorre às 10h, no auditório Antonieta de Barros, na Alesc, em Florianópolis, e contará com a presença do governador João Raimundo Colombo e do presidente da Alesc, deputado estadual Joarez Ponticelli.

O projeto integra as ações do eixo Cuidado do Programa Crack, é Possível Vencer, que está sob a responsabilidade das Secretarias de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) e da Saúde e também integrará as ações do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas. O plano está sendo elaborado de forma intersetorial com a participação do governo e da sociedade civil.
O Reviver prevê ações de Recursos Humanos, Educação, bolsas de mestrado e doutorado e lançamento de edital para habilitar as comunidades terapêuticas. Ainda estão previstas ações de diagnóstico e cadastramento das comunidades terapêuticas; a capacitação de profissionais de comunidades terapêuticas; serviços públicos e rede de atendimento; elaboração e validação de protocolos de prevenção; pesquisa de avaliação do cuidado e da reinserção familiar e social; e elaboração de material instrucional.

Além disso, estão previstas ações de suporte à superação da dependência química, com 1,2 mil vagas de acolhimento em comunidades terapêuticas, sendo 900 para adultos e 300 para adolescentes, em convênio firmado entre o governo do Estado e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). A previsão orçamentária é de R$ 11,9 milhões.
O secretário de Estado da SST, João José Cândido da Silva, ressalta que o projeto foi acolhido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) porque não se limita apenas a financiar vagas nas comunidades terapêuticas. “A Fapesc terá a nobre função de, junto com a UFSC e a Udesc, realizar o diagnóstico e o cadastramento das comunidades, capacitar os profissionais, além de criar protocolos de atenção e projetos terapêuticos com as universidades”, ressaltou.

O secretário afirma que em setembro deve ser  lançado  o edital de chamada pública para as comunidades terapêuticas credenciarem-se para receber os recursos. Serão contempladas aquelas que estiverem adequadas à legislação federal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde.

Cândido da Silva  ressalta ainda que a Fapesc, UFSC e a Udesc vão elaborar o perfil das comunidades terapêuticas por meio dos estudantes de graduação, mestrado e doutorado que ajudarão a fazer o diagnóstico sobre estas instituições. Atualmente existem cerca de 110 comunidades terapêuticas em SC, que oferecem mais de 3 mil vagas.

Plano Catarinense – Além do projeto Reviver, o governo do Estado atua em outras frentes para o enfrentamento às drogas. Em 2012, iniciou-se a mobilização para a criação do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.

No ano passado, foram realizadas mais de 40 reuniões intersetoriais com os técnicos das Secretarias Estaduais envolvidas e 3 reuniões com a presença do Ministério da Justiça e do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Um colegiado gestor estadual foi formado para atuar na elaboração do plano.

Participam do colegiado gestor estadual a Comissão de Prevenção e de Combate e Prevenção às Drogas da Alesc; as Secretarias de Estado da: Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST); Saúde, Educação, Justiça e Cidadania e Segurança Pública; Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen); Casa Civil; Cruz Azul; Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; Federação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; Prefeitura de Florianópolis; Centro Cultural Escrava Anastácia; e Instituto Padre Vilson Groh.

Para este ano, estão previstas sete oficinas regionais sobre políticas públicas sobre drogas em que os municípios vão debater a realidade local e propor soluções que devem compor o Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. O foco do plano é o trabalho intersetorial com as instituições envolvidas no assunto.

As oficinas já foram realizadas em junho em Florianópolis e Jaraguá do Sul. As próximas ocorrem até novembro e ocorrem em São Miguel do Oeste, Chapecó, Criciúma, Joaçaba e Lages.

domingo, 25 de agosto de 2013

Recuperação de dependentes químicos requer ajuda especializada

Histórias de pessoas que tiveram suas vidas devastadas pelo uso de drogas não são raras na sociedade atual. Grande parte delas começa com o ato aparentemente inocente de experimentar um cigarro, ou de buscar num gole de cerveja a possibilidade de espantar a timidez e convergem para a instalação do vício e a busca de substâncias mais pesadas, como a maconha, a cocaína e o crack. A perda do autocontrole e o afastamento de amigos e familiares são o passo seguinte.

A poucos dias do lançamento da Rede Estadual de Atenção a Dependentes Químicos (Reviver), de iniciativa do governo do Estado com o apoio da Assembleia Legislativa, a Agência AL publica depoimentos de pessoas que encontram nas comunidades terapêuticas a ajuda necessária para deixar as drogas.

Para muitos dependentes químicos o desejo de abandonar o uso de drogas e retomar a vida pode não ser suficiente, sendo necessário apoio especializado.  Este foi o caso de Tiago Nivert Barbieri Feliciano, que tomou contato com as drogas aos 12 anos, por curiosidade e para ter aceitação de seu grupo de amigos, mas não teve forças para abandonar o vício. "Nesse processo a gente só vê o prazer, mas não sabe que ele está te levando para o caminho da morte. Essa é uma consciência que só adquire mais tarde, quando as perdas acontecem". Dos companheiros de drogas, disse, muitos foram presos, outros morreram ou foram internados. "Ninguém saiu dela sem pagar um preço alto".

O fato é confirmado pela mãe, Rosi Meri Barbieri Feliciano. "As drogas o transtornaram de tal forma que eu já não reconhecia mais meu filho. Ele estava sempre muito nervoso, estúpido. Foi um período triste, de muito sofrimento".

A gota d'água foi ver a esposa chorando sozinha, em um canto da casa. Só então se deu conta do sofrimento que causava a ela e aos pais. Mesmo após a decisão, Tiago só buscou tratamento pelas mãos do patrão, que o levou a uma comunidade terapêutica, onde ficou por três meses até se sentir seguro para voltar pra casa e retomar a profissão de garçom. "Quem é dependente químico acha que vai conseguir largar as drogas quando quiser, mas pelas suas próprias forças não se consegue. É preciso de ajuda para isso", recorda.

Coordenador administrativo de um centro terapêutico, Ronaldo Pollheim também conhece de perto os perigos que se escondem por trás do uso de drogas. Há nove anos a mesma instituição em que hoje trabalha tratou da sua recuperação.

Procurando vencer problemas de timidez, Ronaldo fez uso de drogas pela primeira vez ainda durante a adolescência, ato que passou a fazer parte da sua rotina durante os 18 anos seguintes. Nos últimos, utilizando crack diariamente. "Falar disso é muito frustrante para mim, pois perdi meus pais em um período em que me drogava 24 horas por dia. Meu pai era cardíaco e acompanhava tudo isso. Tenho consciência que contribui para sua morte". Outra frustração que ficou da época foi o distanciamento da filha.  “Falo com muita vergonha, que aos três anos de idade, minha filha descobriu que tinha um pai dependente químico”.

Ronaldo foi hospitalizado e orientado a fazer uma escolha: se quisesse viver precisaria se tratar. O tratamento durou nove meses, período em que pôde redirecionar uma história que poderia ter terminado tragicamente. "O tratamento é para o dependente químico um momento para repensar sua vida, um espaço onde podemos respirar e nos inspirar a lutar para voltar a ter uma vida normal. Sem o acompanhamento o dependente químico demora mais a se curar. Ele precisa de guarida, de acompanhamento".

Recuperação envolve reinserção no mercado de trabalho

Psicóloga do centro terapêutico que atendeu Ronaldo, Alana Sieves ressalta que o sucesso de um tratamento depende em grande parte da aceitação por parte do paciente. Problemas de convivência com outros internos ou de adaptação ao tratamento podem impedir a recuperação. Em Santa Catarina, disse, cerca de 40% dos internados aderem ao tratamento, índice muito superior a média nacional, de 10%".

Ainda segundo Alana, apesar de contar com uma estrutura mais enxuta do que as clínicas de tratamento tradicionais, os centros terapêuticos vêm conseguindo apresentar bons resultados na recuperação de dependentes químicos. O fato, disse, está ligado ao método que utilizam, mais aberto aos residentes e com elementos como terapias laborais e apoio religioso. "Adotamos uma visão biopsicossocial,  buscando a desintoxicação, a mudança de pensamento e a interação social e espiritual. Durante a reabilitação é fundamental ainda recuperar o convívio saudável dos internos com a sociedade".

Nos casos mais graves, em que a dependência já se instalou profundamente na pessoa e desestruturou sua vida, explicou Alana, também deve ser incluído no tratamento a busca da reinserção profissional. "Muitos dependentes químicos, principalmente usuários de crack, chegam para se tratar em um estado de extrema gravidade, já em situação de rua, sem emprego e convivência familiar. Nesses casos é importante também a oferta de cursos profissionalizantes para que possam voltar ao mercado de trabalho".

Considerado um exemplo de recuperação, o administrador de empresas Yuri de Miranda, de 23 anos, lembra bem dos seis meses que passou em uma comunidade terapêutica. Levado à instituição em 2010 pelo pai, após se envolver com tráfico e quase morrer por usar cocaína durante quatro dias seguidos, hoje Yuri concilia a administração da empresa da família e sua agência de marketing. "Antes meus pais só esperavam duas coisas de mim: prisão ou morte. Isso mudou totalmente. Hoje nada me estimula a voltar àquela vida".

Programa Reviver
Outras pessoas também podem ter acesso a comunidades terapêuticas e retornar à vida familiar e ao mercado de trabalho. Na próxima terça-feira (27), às 10 horas, no Auditório Antonieta de Barros, com a presença do governador Raimundo Colombo, será lançado o Reviver - Programa Rede Estadual de Atenção a Dependentes Químicos. O projeto vai oferecer 1.200 vagas em comunidades terapêuticas do Estado, 900 para adultos e 300 para menores de idade, em convênio firmado entre o governo do estado e a Fapesc (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina), com apoio da Assembleia Legislativa por intermédio da Comissão de Prevenção e Combate às Drogas. Em 2013, R$ 5,9 milhões serão investidos no Reviver.

Fonte: Ascom Alesc


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Comissão de Combate às Drogas da Alesc apresenta projeto para reabilitação de dependentes

Comissão reunida na Assembleia - Foto:Miriam Zomer
Depois de um trabalho de dois anos realizado pela Assembleia Legislativa, o presidente da Comissão de Combate às Drogas, deputado Ismael dos Santos (PSD), apresentou aos demais membros do colegiado o Projeto Reviver, pelo qual serão ofertadas pelo Estado 1.200 vagas para tratamento de reabilitação a dependentes químicos. 

O convênio entre o governo do estado e a Fapesc (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina) para a oferta de vagas em comunidades terapêuticas será celebrado, com apoio do Parlamento, na próxima terça-feira (27), às 10 horas, no auditório Antonieta de Barros.

“Encontramos uma solução científica e humana para o problema. Científica porque teremos um diagnóstico das comunidades terapêuticas a ser realizado pela Fapesc, com o apoio de mestrandos e doutorandos da Udesc. Humana, porque vamos atender o anseio da população que é por mais vagas para dependestes de drogas”, analisou o deputado.

Foram realizadas sete audiências públicas que serviram de base para a construção do Projeto Reviver. “Dos três eixos: repressão, prevenção e reabilitação, o clamor da sociedade foi pela reabilitação. Agora, o governo do estado vai custear um terço das vagas existentes no estado”, explicou Ismael. Segundo levantamento da comissão, são mais de 100 comunidades terapêuticas em Santa Catarina, ofertando pouco mais de 3 mil vagas.

O deputado informou que o aporte de recursos será da Secretaria da Saúde através da Fapesc, que deve gerenciar a rede de atendimento a dependentes químicos. “A proposta prevê que 60% sejam investidos na qualificação dos profissionais atendentes e 40% para a manutenção das entidades. Para serem habilitadas, elas precisam seguir normas federais estabelecidas pela RDC 29”. As vagas devem ser oferecidas a partir de outubro, sendo 900 para adultos e 300 para menores de idade. Em 2013, serão investidos R$ 5,9 milhões.

Fonte: Ascom Alesc

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Técnicos discutem fluxograma para utilização das bases móveis em Florianópolis

Técnicos das secretarias de Estado, do município de Florianópolis, e instituições que integram o comitê gestor intersetorial do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas reuniram-se na tarde desta sexta-feira, 16, na Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), em Florianópolis.

O objetivo foi o de formular e sistematizar conjuntamente proposta de abordagem das bases móveis de videomonitoramento do programa Crack, é possível vencer, do governo federal. As quatro bases móveis foram entregues em 12 de julho e serão utilizadas no enfrentamento ao crack e outras drogas em Florianópolis. Os técnicos discutiram sobre como a rede de atendimento será acionada e como vai funcionar a operação.

Durante a reunião ficou decidido que a Secretaria de Saúde de Florianópolis vai reunir-se com a assistência social para trabalhar o fluxo de atendimento.


A outra reunião será entre a Educação do Estado, do município e a Justiça e Cidadania também para alinhar alternativa de trabalho em conjunto. O Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca) formulará convite para a participação do conselho tutelar em próxima reunião prevista para 23 de agosto na sede da SST, às 14h.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Homicídios por tráfico de drogas crescem em Santa Catarina

Os homicídios por tráfico de drogas foram os que mais cresceram em Santa Catarina, em 2013, até agora, conforme dados do governo estadual. Um aumento de 6,46% em comparação com o primeiro semestre - de 1º de janeiro a 7 de agosto - do ano passado.

Neste período, o número de assassinatos ficou praticamente o mesmo no Estado: 431 em 2012 contra 426 em 2013. Uma queda de 1,16%. Em relação a latrocínios (roubo seguido de morte), foram 32 no primeiro semestre de 2013 contra 42 no mesmo período de 2012.

No primeiro semestre de 2013, matou-se mais em Santa Catarina por causa de desavenças. O motivo responde por 27,93% do total de 426 homicídios. Em segundo lugar são os crimes por motivo passional, com 10,56%. Em terceiro o tráfico.

O governo informou que 42,49% do total dos homicídios em 2013, até agora, não tem motivação registrada em boletim de ocorrência. Isto significa que oficialmente ninguém sabe dizer a razão pela qual 181 pessoas foram assassinadas em Santa Catarina, no primeiro semestre de 2013.

Duas cidades da Grande Florianópolis aparecem entre os cinco municípios catarinenses com maior número de homicídios por 100 mil habitantes. Palhoça em terceiro, com 10,93% e São José em quarto, com 9,98%.

A Capital ocupa o oitavo lugar nesse ranking, com 6,17%. De acordo com a Delegacia de Homicídios, do total de homicídios em Florianópolis, no primeiro semestre de 2013, três pessoas tinham entre 16 e 17 anos e dois foram mortos por causa do tráfico de drogas.

O número de pessoas mortas pela polícia caiu de 4,25 por mês em 2012 para 3,50 este ano.

O horário em que mais se mata em SC segue este ano sendo entre 20h e 23h59min. E o que mais se mata para roubar a vítima é entre 16h e 19h59min. No ano passado, o principal horário em que ocorreram latrócínios foi entre 20h e 23h59min.

Os dados foram divulgados no último dia 7, pelo Núcleo de Geoprocessamento e Estatísticas, da Diretoria de Informação e Inteligência da Secretaria de Segurança Pública.

Taxa de homicídios por 100 mil habitantes (2013)1_Chapecó_31_16,89 por 100 mil habitantes
2_Balneário Camboriú_15_13,88
3_Palhoça_15_10,93
4_São José_21_9,98
5_Itajaí_17_9,27
6_Criciúma_17_8,84
7_Joinville_33_6,4
8_Florianópolis_26_6,17

Sexo e antecedentes / homicídios

Vítimas
_homens (86,7%) e mulheres (13,3%)
Total com antecedentes criminais_63,6%

Autores_homens_94,6% e mulheres (5,4%)
Total com antecedentes criminais_73,4%

Homicídios_meio utilizado:arma de fogo_53,99%
arma branca_23,24%
asfixia_3,52%
carbonizado_1,41%
instrumento contundente_9,86%
não informado_5,63%
outros_2,35%

Números totais estaduaisHomicídios_475 (2011), 431 (2012) e 426 (2013) **Latrocínios_39 (2011), 42 (2012) e 32 (2013) **

** entre 1º de janeiro a 7 de agosto

Resolutividade
2012_homicídios_56,84% em SC e 73,68% em Florianópolis
2013_homicídios_63,38% em SC e 65,38% em Florianópolis
2012_latrocínio_71,43% em SC e 100% em Florianópolis
2013_latrocíno_65,63% em SC e 100% em Florianópolis
Número de municípios sem homicídios: 181
Número de municípios com homicídios: 114
Número de municípios com 01 homicídio: 62
Número de municípios com 02 homicídios: 10
Número de municípios com mais de 10 homicídios: 11

Fonte: Diário Catarinense

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

SST promove primeira reunião do colegiado de Jaraguá do Sul


Os representantes do colegiado gestor de Jaraguá do Sul participaram na tarde desta segunda-feira, 12, de uma reunião com os técnicos da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) e membros do colegiado gestor estadual.

Algumas ações ficaram definidas durante o encontro. Entre elas a definição dos municípios coordenadores do colegiado de Jaraguá do Sul: Joinville, Blumenau e Barra Velha. Também ficou acordado que será realizada uma reunião do colegiado de Jaraguá dia 30 de setembro, em Joinville, com a presença  do Estado.
E ainda, um encontro com a Frente Parlamentar /Alesc para apresentação dos projetos de enfrentamento às drogas dos municípios de Joinville, Blumenau e Barra Velha está previsto para 20 de agosto.

De acordo com o secretário adjunto da pasta, Eleudemar Ferreira Rodrigues, "a reunião de hoje é importante porque a partir dela poderemos alinhar o trabalho de rede no município e estruturar os serviços na região", destaca o secretário adjunto.

Durante a reunião, foram apresentadas as ações realizadas pelo colegiado gestor estadual desde que foram realizadas as duas oficinas regionais de mobilização intersetorial de políticas públicas sobre drogas em junho: em Florianópolis e em Jaraguá do Sul. A próxima reunião ocorrerá na sexta-feira, 16, às 14h, na sede da SST com os representantes do colegiado gestor estadual para debater a questão das bases móveis.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Técnicos da SST discutem ações sobre drogas com as prefeituras da Grande Florianópolis


Técnicos da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), reuniram-se na tarde desta sexta-feira, 9, na SST com representantes de prefeituras da Grande Florianópolis que integram o colegiado gestor regional para a elaboração do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.

A reunião foi comandada pelo secretário adjunto da pasta, Eleudemar Ferreira Rodrigues.

Durante a reunião, foram apresentadas as ações realizadas pelo colegiado gestor estadual desde que foram realizadas as duas oficinas regionais de mobilização intersetorial de políticas públicas sobre drogas em junho: em Florianópolis e em Jaraguá do Sul. 

Também ficou acertado que os municípios farão reuniões municipais para definir estratégias locais de alinhamento para levar o trabalho de rede para os municípios e uma reunião com a participação do colegiado gestor estadual em Balneário Camboriú deve ser organizada para meados de setembro. 

A próxima reunião ocorrerá na segunda-feira, 12, às 14h, na sede da SST com os representantes do colegiado gestor de Jaraguá do Sul.

Encontro de psicólogos que atuam em comunidade terapêutica


A ACCTE-Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas e a Cruz Azul no Brasil, com o apoio da Comissão Permanente de Combate e Prevenção as Drogas da ALESC e da Confederação Nacional das Comunidades Terapêuticas, convida para o I Encontro de Psicólogos que atuam em comunidade terapêutica.

No site  há mais informações e a ficha de inscrição.

Outros detalhes abaixo:

OBJETIVO:
Promover a troca de experiências e conhecimentos dos profissionais e acadêmicos de psicologia que atuam em Comunidades Terapêuticas.

PÚBLICO ALVO:
 Psicólogos que atuam em comunidades terapêuticas
 Estagiários de psicologias que atuam em comunidades terapêuticas
 Acadêmicos de psicologias
 Responsáveis Técnicos
 Gestores

PROGRAMAÇÃO:
8:00 Acolhimento
8:30 Apresentação da ACCTE e da Cruz Azul
8:45 Apresentação dos participantes
9:00 Palestra :
Comunidades Terapêuticas: De onde viemos, onde estamos e para onde vamos?
Palestrante: Mauricio Landre *
10:30 Coffe-Break
10:45 Debates
12:00 Almoço
13:30 Palestra: As contribuições do Psicólogo na Comunidade Terapêutica.
Palestrante: Guilherme Falcão *
15:00 Coffe-Break
15:15 Debates
18:00 Encerramento
HORA E LOCAL:
Valor: R$ 30,00 para associados ACCTE e acadêmicos e R$ 40,00 para demais interessados
Data: 31/08/2013 (sábado)
Local: Cruz Azul no Brasil

TAXA DE PARTICIPAÇÃO E INSCRIÇÕES:
Fones: (47) 3370-7529 / 3370-7867 / 9951-9598 / 3337-4200
Fichas de inscrição no site: www.accte.org.br e www.cruzazul.org.br
E-mail: accte@accte.org.br / cursos@cruzazul.org.br

SUGESTÃO DE HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO:
Como sugestão há 200 metros da Cruz Azul há um hotel e restaurante
Informações para hospedagem: http://www.hotelstjohn.com.br


Secretarias de Assistência Social e Educação alinham ações para o enfrentamento às drogas


Foto: Jonathas Cesário - Ascom SED
Os secretários de Estado da Educação, Eduardo Deschamps, e o da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, reuniram-se nesta quinta-feira, 8, na secretaria de Educação para tratar sobre as estratégias de enfrentamento às drogas nas escolas. Técnicos de ambas secretarias também participaram da reunião.

Dentre as contribuições da Educação estão a de incluir o tema no currículo escolar da educação básica (ensino fundamental e médio), a produção de material educativo a serem distribuídos a professores, alunos e às famílias, além da capacitação de professores para que trabalhem o assunto na sala de aula.

O secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, ressaltou que a ação conjunta entre as secretarias é importante para que os projetos voltados ao enfrentamento às drogas sejam bem-sucedidos. “Precisamos trabalhar de maneira integrada, intersetorial com todas as secretarias e a sociedade. Essa é uma parceria entre o Governo do Estado, os conselhos e o terceiro setor. Estamos trabalhando para tornar Santa Catarina um Estado de referência no enfrentamento às drogas. E, como consequência, contribuiremos para a pacificação das famílias catarinenses”, destaca.

O secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps, afirmou que a articulação entre as secretarias e com os municípios é fundamental para ampliar as ações para o enfrentamento às drogas. “Este assunto precisa ser amplamente tratado nas escolas para aumentar a conscientização sobre os perigos da dependência química. Todas as nossas escolas contam com Núcleos de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às violências na escola (Nepre) e o trabalho já desenvolvido traz inúmeros benefícios para toda a comunidade”, destacou.

Plano Catarinense - O Governo de SC instituiu no ano passado o programa Crack, é possível vencer, do governo federal. Paralelamente, Santa Catarina criou o comitê coordenador do programa federal composto pelos Secretários de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), da Saúde, da Justiça e Cidadania, da Segurança Pública e da Educação e também atua em outras frentes.

A partir destes encontros técnicos realizados no ano passado, foi realizado em Florianópolis, em novembro de 2012, o 1º Encontro Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas, com a participação de 900 técnicos e 30 entidades. Como resultado do encontro, decidiu-se pela criação do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.

O plano é articulado por um colegiado gestor estadual do qual participam: a Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc); as Secretarias de Estado da: Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST); Saúde, Educação, Justiça e Cidadania e Segurança Pública; Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen); Casa Civil; Cruz Azul; Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; Federação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; Prefeitura de Florianópolis; Centro Cultural Escrava Anastácia; e Instituto Padre Vilson Groh.

A construção do plano está sendo elaborada neste ano a partir de sete oficinas mesorregionais de políticas públicas sobre drogas com a participação dos municípios. O objetivo é organizar os colegiados gestores mesorregionais que serão responsáveis pela viabilização, monitoramento e avaliação do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas no âmbito regional e municipal.  O plano será feito com base no trabalho das instituições que participam dos eventos e possuem ações diretas e indiretas relacionadas às questões das drogas.

Em cada oficina regional são empossados os membros do colegiado gestor e os municípios podem aderir ao plano. Das sete oficinas previstas, foram realizadas duas em junho: em Florianópolis e Jaraguá do Sul. Outras cinco oficinas estão previstas até o final do ano: em Criciúma, São Miguel do Oeste, Chapecó, Joaçaba  e em Lages.

19º turma de instrutores do Proerd se forma nesta sexta-feira

proerd 20130809 1088933787Nesta sexta-feira, 9, a 19º turma de instrutores do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) recebeu o certificado de conclusão do curso.

O estágio de formação iniciou no dia 29 de julho e encerrou nesta sexta-feira, 9/8, pela manhã.  Com a formação de 31 policiais, agora o programa conta com 311 instrutores para crianças e adolescentes.

A professora Rosimari Koch Martins, coordenadora das políticas de educação e prevenção às violências na escola, esteve no evento representando o secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps.

O comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Nazareno Marcineiro, também prestigiou os formandos e disse que "o programa é para prevenir o uso de drogas, educando as crianças em seu ambiente". Marcineiro explicou que o Proerd está em 55 países, sendo que, no Brasil, todos os Estados e o Distrito Federal possuem o programa. 

O formando Felipe Augusto Freyesleben disse que a missão é nobre e desafiadora e acrescentou que "prevenção não gera estatísticas, mas sabemos que estamos fazendo a diferença. Se uma só criança seja salva, já terá valido a pena".  A professora Rosimari Martins esclareceu que o Proerd articula a educação com a segurança pública. “O programa é muito importante porque vem fortalecendo as ações de prevenção trabalhadas na escola”, concluiu.

Para ser um instrutor, o policial tem que estar há dois anos atuando na Polícia Militar e passar por um estágio de formação de 106 horas/aula. Essa formação, cujo objetivo é transformar o policial em um educador, é precedida de uma rigorosa seleção, que considera critérios como comportamento, prova de redação, entrevista e ausência de vícios em drogas lícitas ou ilícitas.

O Proerd

O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, o Proerd, foi idealizado para prevenir o uso e o tráfico de drogas e todas as formas de violência, seja física ou psicológica. O programa é coordenado pela Polícia Militar, em que policiais recebem formação pedagógica específica para dar aulas em escolas públicas e privadas de todo o Estado. O foco são as crianças e adolescentes em fase escolar. A iniciativa busca despertar a consciência para o problema das drogas e da violência. O programa atende ao público infanto-juvenil, dos cinco aos 15 anos de idade.

O Proerd tem por base o projeto norte-americano DARE – Drug Abuse Resistance Education (Educação para resistir ao abuso de drogas), criado em 1983. No Brasil, o DARE chegou em 1992, recebeu adaptações para a realidade cultural brasileira e começou a ser executado na Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ), quando recebeu o nome Proerd.

Em Santa Catarina, o programa foi implantado em 1998 e abrangeu mais de 4 mil crianças catarinenses no primeiro ano. Em 2011, atingiu a marca de 1 milhão de crianças formadas. Além da presença em sala de aula, os educadores do Proerd alcançam o entorno social da escola, orientando e participando de reuniões e palestras para a comunidade.

Fonte: Secom

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

SC vira produtor de droga sintética

O estouro de um laboratório de ecstasy na Lagoa da Conceição, na noite de terça-feira, revela que Florianópolis passa a ser produtora da droga e não apenas referência de distribuição e consumo deste tipo de entorpecente no Brasil. O primeiro local de fabricação desmobilizado foi nos Ingleses, no início deste ano. Para a Polícia Federal, as quadrilhas estão deixando de importar os comprimidos da Europa para produzi-los na Ilha, em grande escala.

A quadrilha formada por jovens de classe média e estudantes da Universidade Federal de SC, presa em flagrante por 11 policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), é um exemplo de produção e venda por atacado, segundo a PM. No total, foram apreendidos com eles 33 mil comprimidos de ecstasy, que renderiam pelo menos R$ 1,6 milhão.

Apontado como cabeça do bando, o estudante Pablo Baumgarten, 23, confessou que aprendeu a fórmula do ecstasy com um traficante de uma favela de São Paulo, há cinco anos, conforme a PM.

– Ele comprou os equipamentos para fazer a mistura, além da matéria-prima. Fez vários testes até acertar o ponto – disse o policial do Bope responsável pela prisão, capitão Daniel Nunes.

O laboratório foi montado numa edícula nos fundos da casa de Pablo, no Canto dos Araçás, na Lagoa. Na residência, a polícia apreendeu 30 mil comprimidos de ecstasy, um quilo de haxixe, R$ 3.1 mil, 24 munições calibre .38, 28 gramas de maconha, uma prensa, 50 quilos de matéria-prima para a fabricação das pastilhas, duas balanças e o passaporte do suposto chefe da quadrilha com registro de uma viagem à Amsterdã, há um mês. A cidade é um dos principais exportadores de ecstasy do mundo.

Para a PM, Pablo era um atacadista da droga e a distribuía para traficantes menores, que revendiam em festas raves e dentro da UFSC. A quadrilha foi desmantelada a partir de uma denúncia anônima, feita há 40 dias. Desde então, o grupo é monitorado. Até que chegou a informação de que Pablo e Eduardo Flores Santini, 24, fariam uma entrega no Bairro Pantanal, onde acabaram detidos.

Fonte:Gabriela Rovai, Diário Catarinense

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Técnicos reúnem-se na SST para formular proposta de protocolo de abordagem das bases móveis de videomonitoramento


Grupo reuniu-se na segunda-feira na sede da SST

Técnicos das secretarias de Estado, do município de Florianópolis, e instituições que integram o comitê gestor intersetorial do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas reuniram-se na tarde desta segunda-feira, 5, na Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), em Florianópolis.

O objetivo foi o de formular e sistematizar conjuntamente proposta de abordagem das bases móveis de videomonitoramento do programa Crack, é possível vencer, do governo federal. As quatro bases móveis foram entregues em 12 de julho e serão utilizadas no enfrentamento ao crack e outras drogas em Florianópolis. Os técnicos discutiram sobre como a rede de atendimento será acionada e como vai funcionar a operação.

A Segurança Pública apresentou fluxograma com as possíveis situações que podem ser encontradas durante o trabalho de abordagem na rua. Dentre as situações levantadas está a de uma criança que poderá estar numa cena de uso de drogas. O primeiro passo será o de identificar os pais e responsáveis, acionar o conselho tutelar que, por sua vez, fará o encaminhamento para a assistência social.

O secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, ressaltou que é preciso definir para onde levar e quem vai assumir o usuário que será abordado pela base móvel.

Fluxograma semelhante ao apresentado pela segurança pública será elaborado pelas áreas de assistência social, educação, saúde do Estado e do município de Florianópolis e será apresentado numa próxima reunião prevista para 15 de agosto, às 14h, na SST.

Conselho Nacional dos Municípios também oferece dados sobre drogas

No site Observatório do Crack elaborado pelo Conselho Nacional de Municípios (CNM) é possível ter acesso a dados por estados. Por exemplo, é possível saber em cada cidade qual a população, o IDH, se tem programa sobre drogas, se tem Caps e qual o nível de problemas relacionados ao consumo de crack. Para ter acesso ao mapa e a outras informações, acesse o portal.




Ferramenta na internet traz informações e balanço do Programa Crack, é Possível Vencer

Para que a população possa acompanhar os investimentos e os avanços do Programa Crack, é Possível Vencer será lançado nesta terça-feira (06), às 14h, em Brasília (DF), o Observatório do programa. Ainda durante a solenidade será anunciada a adesão de todos os estados brasileiros na iniciativa.

O Observatório é uma ferramenta de internet que possibilita mais transparência ao programa e permite ao cidadão acompanhar as ações realizadas pelos governos para o enfrentamento ao crack e outras drogas. A ferramenta traz informações sobre os serviços e equipamentos disponibilizados em todo o País, além de notícias atualizadas.

No Observatório, o cidadão poderá buscar, por município, os serviços das redes de saúde e assistência social voltados para o atendimento do usuário de drogas, além dos resultados do programa na área de segurança pública e prevenção. As informações estão organizadas nos três eixos centrais do “Crack, é Possível Vencer”: Prevenção, Cuidado e Autoridade.

No eixo Cuidado estão informações sobre os serviços e equipamentos de saúde e assistência social para atender usuários de drogas e seus familiares. É possível localizar endereços dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), leitos especializados em saúde mental, equipes de Consultório na Rua e Abordagem Social na Rua, Unidades de Acolhimento e demais espaços de cuidados com a saúde de dependentes e seus familiares. 

No eixo Prevenção podem-se localizar informações quanto à capacitação de profissionais e da sociedade civil e a localização de Centros Regionais de Referência, que oferecem cursos presenciais de capacitação. Neste eixo estão, por exemplo, ações nas escolas, nas comunidades e de comunicação com a população. 


O terceiro eixo, Autoridade, que tem como finalidade a redução da oferta de drogas ilícitas no Brasil, reúne informações sobre as bases móveis, policiais capacitados em policiamento de proximidade e operações da Polícia Federal para desestruturação de organizações criminosas.

Acesse o Observatório do Crack, é Possível Vencer

Fonte: Crack, é possível vencer

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Biguaçu lança 3ª. Edição do Concurso do Programa Droga Zero


O combate ao tráfico e ao uso de entorpecentes é uma preocupação constante do Município de Biguaçu através o Programa Droga Zero, instituído pela Prefeitura de Biguaçu ainda no ano de 2010. O intuito é promover a conscientização de crianças, jovens e adultos quanto aos problemas causados pela comercialização ilegal de entorpecentes e seu uso indiscriminado.

Para causar um maior impacto entre as crianças e os adolescentes da rede municipal de ensino, a Secretaria de Governo, responsável pela coordenação do projeto em conjunto com a Secretaria de Educação, realizou na manhã desta quarta-feira, 31/07/2013, a solenidade de lançamento da 3ª. Edição do Concurso do Programa Droga Zero. Com o tema “Seja Feliz não use Drogas – Crack pra quê?”, o concurso visa incentivar os alunos à reflexão e à discussão sobre a questão das drogas e os benefícios obtidos pelo caminho da educação e da relação saudável dentro da família.

O Secretário de Governo e Coordenador do Programa, Mário Cézar Simas, explica que os alunos da rede municipal de ensino irão participar com redações, desenhos com frases e cartazes. “Queremos que o concurso seja mais uma oportunidade para que os estudantes possam refletir e expressar seus conhecimentos sobre os prejuízos causados pelo consumo de drogas ilícitas e os benefícios da escolha pelo caminho da educação”, destacou Simas.

A disputa acontecerá por categorias divididas conforme as séries escolares: as quartas e quintas séries com desenhos acompanhados de frases; as sextas, sétimas, oitavas e nonas com redações e as escolas com apresentação de cartazes.

O Vice-Prefeito, Ramon Wollinger, que prestigiou a solenidade realizada no Auditório do Centro Educacional David Crispim Corrêa, se emocionou ao afirmar que “O Programa Droga Zero é um projeto que envolve toda a sociedade, mas que conta, fundamentalmente, com a participação de cada indivíduo, começando pelas gerações mais novas. O trabalho feito nas escolas municipais é, assim, mais uma forma de cuidarmos da nossa gente, das pessoas que gostamos e de nós mesmos. Devido à complexidade do problema é o poder público que tem o dever de estar ao lado da sociedade neste movimento de conscientização dos malefícios causados pelas drogas. Neste sentido o município de Biguaçu, por meio do programa Droga Zero, tem obtido grande destaque”. Finalizou Ramon.

Durante o evento, que teve apresentação de slides e um vídeo sobre os danos causados pelas drogas, houve grande emoção nos presentes.

Também presentes no evento o vereador José Braz da Silveira, representando a Câmara Municipal de Vereadores de Biguaçu, Integrantes da Câmara de Vereadores Mirim de Biguaçu, dos secretários municipais Salete Orlandina Cardoso (Cultura, Esporte, Turismo e Lazer), João Luiz Luz (Administração), Élson João da Silva (Agricultura, Desenvolvimento Rural e Aqüicultura), Kátia Roussenq Bichels (Educação), além dos diretores das escolas de ensino fundamental do município e de uma turma do 9º ano de alunos da Escola Básica Municipal Olga de Andrade Borgonovo (Bom Viver), representando todas as demais unidades educacionais.

Fonte: Prefeitura de Biguaçu.