sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Usuários de drogas invadem creche desativada em Florianópolis

Usuários de drogas invadem creche desativada na Capital.

Para conferir a reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV, desta sexta-feira, 20, clique aqui.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Reunião de avaliação


Uma reunião de avaliação do I Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas está marcada para o dia 07 de janeiro a partir das 14h na SST. Todos os participantes do encontro foram convidados.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Educadores da Grande Florianópolis terão curso de prevenção às drogas


Uma reunião foi realizada na tarde desta segunda-feira, 17, na sede da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) para discutir a capacitação de professores de 28 escolas da Grande Florianópolis sobre prevenção às drogas.
O encontro reuniu representantes da Assistência Social, Saúde, Educação e Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen) para discutir de que forma será organizado o treinamento.
Um próximo encontro ficou agendado para 7 de janeiro. Até a próxima reunião serão levantadas pontualmente a rede que existe no entorno das escolas: proteção social, segurança pública, assistência social e justiça e cidadania para que se defina as estratégias da capacitação.
A secretária adjunta de Educação, Elza Moretto, ressaltou ser importante envolver não apenas os professores mas toda a comunidade na estratégia de prevenção.
“Pretendemos trabalhar com a capacitação para os professores e alunos como multiplicadores das informações e a Saúde como integradora da família”, destacou o Secretário de Estado Adjunto da Assistência Social, Eleudemar Ferreira Rodrigues.
 

"O tratamento em Comunidade Terapêutica, eu apoio e confio!"


Viver em Comunidade é aprender a preservar os valores indispensáveis para o desenvolvimento pessoal e para uma convivência saudável.

Meu nome é Gilvani Broll, tenho 26 anos de idade, tive uma infância turbulenta e na adolescência acabei buscando refúgio nas drogas. Após 5 anos de destruição física e mental finalmente encontrei o que viria a se tornar o verdadeiro amor da minha vida, a Comunidade Terapêutica. Estou limpo a 5 anos e sou muito grato ao programa por hoje ter a capacidade de ser feliz . Atualmente faço análise, sou acadêmico de Serviço Social e tenho certeza de que sou um escolhido para amar aqueles que sofrem por desconhecer esse sentimento. Enquanto eu viver estarei continuamente voltando meus esforços para a recuperação de seres humanos.

Graças a Comunidade hoje sei que o que realmente importa são os relacionamentos, a empatia, o acolhimento, a compreensão, o carinho, a paz, a harmonia e o amor. Somente dessa forma construiremos um mundo mais justo e com menos violência.
Por isso, o tratamento em Comunidade Terapêutica, eu apoio em confio!

Por Gilvani Broll

Fonte: Site da ACCTE (www.accte.org.br) 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Depoimento de um ex-usuário após tratamento em uma comunidade terapêutica


“A Comunidade Terapêutica salvou a minha vida!”


 Foi como residente de uma Comunidade Terapêutica que fui salvo do mundo das drogas. Vivia na escuridão, totalmente arruinado financeiramente e socialmente, sem dignidade, sem vontade de viver, não era gente, alienado a tudo e a todos, perdi sonhos e bens materiais, me afastei da família e de mim mesmo, era um nada, um morto vivo, tinha morrido em vida.

Após concluir um tratamento em uma Comunidade Terapêutica, tornei-me uma pessoa melhor, mais feliz e mais produtiva. Resgatei minha dignidade como pessoa, meus valores sociais, minha auto-estima e minha vontade de viver. Fui abençoado com a graça de ser pai, tenho uma vida regrada e sou muito feliz junto aos meus familiares e amigos que adquiri nessa nova vida. Serei eternamente grato as Comunidades Terapêuticas por terem me devolvido a vida e pela oportunidade que me deram quando ninguém mais acreditava em mim, nem mesmo eu. Acolheram-me, acreditaram e investiram em mim, me apoiaram e em breve estarei comemorando 5 anos de sobriedade e de uma vida digna, alegre e com qualidade. Depois da Comunidade Terapêutica voltei a sonhar e ser alguém na vida e hoje sinto o prazer de viver sem drogas.


                                                                                                                            André Luiz Salles

Leilão de bens de traficantes arrecada R$ 438 mil em Natal

O Fundo Nacional Antidrogas (Funad) arrecadou R$ 438 mil no leilão de bens apreendidos de traficantes de drogas realizado nesta quarta-feira (12/12) em Natal (RN). Foram arrematados 117 lotes de carros, motos, caminhões e outros bens apreendidos no estado do Rio Grande do Norte. A arrecadação ultrapassou a estimativa inicial, que era de R$ 300 mil.

O leilão é fruto de acordo de cooperação entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça (Senad/MJ) e a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte.

Os recursos arrecadados, conforme determina a legislação, serão destinados a ações de redução da oferta de drogas e de prevenção, tratamento e reinserção de usuários e dependentes.
A receita é dividida: 80% é repassado para o próprio estado aplicar em políticas de enfrentamento ao consumo e ao tráfico de drogas e 20% permanece no Funad para ser destinado a ações de capacitação, orientação e prevenção ao uso de drogas.

Funad – O Fundo Nacional Antidrogas (Funad) é constituído, entre outros, de recursos oriundos da alienação de bens apreendidos de pessoas condenadas por tráfico ou envolvidas em atividades ilícitas de produção ou venda de drogas.

A alienação só é realizada após decisão judicial tomada em caráter definitivo. Os recursos dos leilões são destinados ao desenvolvimento, à implementação e à execução de ações, programas e atividades de repressão, de prevenção, tratamento, recuperação e reinserção social de dependentes de drogas.

Fonte: Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas/MJ.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Efeitos e consequências do álcool

O principal agente do álcool é o etanol (álcool etílico). O consumo do álcool é antigo, bebidas como vinho e cerveja possuíam conteúdo alcoólico baixo, uma vez que passavam pelo processo de fermentação. Outros tipos de bebidas alcoólicas apareceram depois, com o processo de destilação.

Apesar de o álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, ele é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento.

Quando consumido em excesso, o álcool é visto como um problema de saúde, já que esse excesso pode estar ligado a acidentes de trânsito, violência e alcoolismo (quadro de dependência).

Os efeitos do álcool são percebidos em dois períodos, um que estimula e outro que deprime. No primeiro período pode ocorrer euforia e desinibição. Já no segundo momento ocorre descontrole, falta de coordenação motora e sono. Os efeitos agudos do consumo do álcool são sentidos em órgãos como o fígado, coração, vasos e estômago.

Em caso de suspensão do consumo, pode ocorrer também a síndrome da abstinência, caracterizada por confusão mental, visões, ansiedade, tremores e convulsões.

Por Patrícia Lopes/ Equipe Brasil Escola

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Profissão repórter mostrou abuso de álcool


Mulheres abusam do álcool

O Profissão Repórter da última terça-feira (4) falou sobre as mulheres e o álcool. Thais Itaqui, Rafael Batista e Daniel Paranayba mostram o cotidiano de uma alcoólatra sem tratamento.
A videorepórter Valéria Almeida retrata a vida dentro de uma clínica de reabilitação, a expectativa das internas em voltar para casa, a dificuldade em ficar longe da bebida e a esperança de vencer o álcool.

A jornalista Eliane Scardovelli e o repórter cinematográfico Emílio Mansur vão até a cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, onde vivem os universitários que mais bebem no país. Jovens mortos pelo consumo exacerbado de álcool, a reação das repúblicas de estudantes e a resistência das universitárias em falar sobre o tema.

Acesse a reportagem aqui

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Formatura do Proerd em São José

Mais uma turma de alunos se formou no Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) em Santa Catarina. Dessa vez foram os alunos do colégio Elisa Andreoli, de Barreiros, São José.
A solenidade aconteceu no dia 06 de dezembro no Centro Multiuso de São José.

Reinserção social: a superação

A presença da família é importante durante todo o processo de tratamento da pessoa que apresenta dependência e fundamental também na etapa da reinserção social do ex-usuário de crack. Após o término da fase intensiva de tratamento e com o retorno ao meio familiar, o restabelecimento das relações sociais positivas está diretamente relacionado à manutenção das transformações.

Segundo Fátima Sudbrack, psicóloga e professora da Universidade de Brasília (UnB), um dos primeiros passos para o processo de reinserção social é evitar o isolamento do usuário. “É uma ilusão achar que só a internação vai resolver o problema. Na verdade, a desintoxicação é só uma parte do tratamento, pois o mais importante é a reinserção social. É importante que o dependente saiba com quem pode contar”, explica.

É fundamental que a família reconheça que ele está em um processo de recuperação de dependência, compreenda suas dificuldades e ofereça apoio para que ele possa reconstruir sua vida social. “Durante o tratamento os familiares e amigos podem e devem apoiar o dependente, se possível com ajuda profissional. O principal risco para um ex-usuário é se sentir sozinho, desvalorizado e sem a confiança das pessoas próximas”, diz Fátima.

A capacidade de acolher e compreender, estabelecer regras claras de convivência familiar, a demonstração de um interesse real em ajudar e de compromisso com a recuperação, além do respeito às diferenças e da manutenção de um ambiente de apoio, carinho e atenção, são atitudes que contribuem para melhorar a qualidade de vida do ex-usuário e ajudam na prevenção de recaídas. “De forma geral, no início é preciso exercer um controle maior sobre as atividades do indivíduo, manter uma rotina mais rigorosa, com acompanhamento. É preciso oferecer toda a ajuda possível, manter uma proximidade maior. O que faltou antes vai ter que ser fortalecido neste momento”, afirma o médico Mauro Soibelman, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É o chamado manejo firme e amigável, expressão usada por psiquiatras especializados no tratamento de dependentes químicos. “Não significa ser autoritário e bruto, apenas firme no propósito de manter o usuário longe do crack”, completa o especialista.

De acordo com Raquel Barros, psicóloga da ONG Lua Nova, é preciso dar espaço para a pessoa recomeçar. “Não se trata de fazer de conta que nada está acontecendo, mas de não focar a pessoa só nisso”, ressalta. A procura por um trabalho e a volta aos estudos deve ser incentivada. “É fundamental ocupar o tempo em que o dependente fumava crack com atividades saudáveis, seja com estudos, trabalho, esportes ou caminhadas”, diz Mauro Soibelman.
Hábitos sociais

Situações de convívio social fora do ambiente familiar tendem a ser desafiadoras para o ex-usuário de crack. Para a psicóloga Fátima Sudbrack, não é recomendado que a pessoa volte a freqüentar casas noturnas, bares ou mantenha contato com amigos que fazem uso de drogas. “Não podemos pedir que a pessoa abandone tudo o que fazia, mas é bem difícil retornar a esses lugares e não voltar a consumir a droga”, diz.

O uso de drogas lícitas, mesmo de forma moderada, não é recomendado pela maioria dos especialistas. “O cigarro é mais tolerável, apesar de controverso. Mas o álcool é um grande problema. Mesmo em baixas doses, a bebida alcoólica afrouxa as defesas do usuário e se torna um facilitador para recaídas”, explica Soibelman. Para a psicóloga Fátima Sudbrack, o dependente tende a compensar a ausência do crack com outra droga mais acessível. “Fazendo o uso de álcool e outras drogas ele não vai se recuperar, mas apenas buscar satisfação em outro produto”, diz.

Fonte: Site Crack, é possível vencer/Governo Federal.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Crack é tema de trabalho de conclusão de curso

As acadêmicas do curso de Jornalismo do Centro Acadêmico Estácio de Sá de Santa Catarina, Daniela Wazlburiech e Luana Pacheco defenderam, ontem (7), o Trabalho de Conclusão de curso (TCC) intitulado de “Crack: da queda do indivíduo ao retorno à sociedade”.

O projeto, que é uma grande reportagem impressa, aborda o tráfico, a violência e a prostituição em função das drogas, a troca da família pelas ruas, os problemas de saúde que são provocados pelo uso do crack, os locais de tratamento, além de meios de prevenção.

A banca teve a presença do jornalista Carlos Damião, do professor Ricardo Medeiros e do professor orientador Billy Culleton.

No total, o trabalho teve 30 entrevistados, dentre eles: moradores de rua, médicos psiquiatras, assistentes sociais, psicopedagoga, usuários em tratamento, ex-usuários, familiares de usuários e autoridades da assistência social, saúde, educação e segurança pública.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Formatura de alunos do Proerd no Dom Jayme, em Palhoça, na Grande Florianópolis


 
No mês passado, 510 alunos das escolas do município de Palhoça, na Grande Florianópolis, formaram-se no Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), da PM. A cerimônia ocorreu no ginásio do Centro Educacional Dom Jayme Câmara. O programa completa 12 anos de existência na região e já formou 43,1 mil alunos.

O Proerd tem como missão educar as crianças no ambiente em que vivem, reunindo esforços, por intermédio da família, polícia e escola, buscando fortalecer a autoestima, a autoconfiança e prevenir o uso de drogas e violência entre as crianças e adolescentes, apresentando sempre um modelo positivo.

Fonte: Polícia Militar

Polícia Federal prende 10 pessoas em operação contra o tráfico internacional de drogas na Grande Florianópolis

Ação contou com mais de 100 homens da PF e da Polícia Militar

Em uma ação conjunta com a Polícia Militar, a Polícia Federal deflagrou a Operação Curió, com o objetivo de repreender o tráfico internacional de drogas sintéticas como ecstasy e LSD. A operação contou com 100 policiais federais e 16 militares que cumpriram dois mandados de prisão preventiva, 13 temporária e 17 de busca e apreensão.
Os mandado expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal de Florianópolis foram cumpridos em sete bairros da Capital: Ingleses, Barra da Lagoa, Monte Verde — Norte da Ilha —, Campeche — Sul da Ilha — e Capoeiras, Coqueiros e Estreito — região continental. A operação agiu também em São José e Palhoça, na Grande Florianópolis e em São Paulo.
A Operação Curió teve início em fevereiro de 2012, e  sete pessoas já haviam sido presas em flagrante. Além disso, foram apreendidos 121 mil comprimidos de ecstasy; mais de 40 mil pontos de LSD; 6Kg de cocaína de alto grau de pureza; 7,5Kg de skunke e 1,8Kg de haxixe.

Fonte: Diário Catarinense de 06/12/12.

AS AUTORIDADES


Quais medidas devem ser tomadas para vencer as drogas?

“O usuário deve ter um tratamento digno para a cura do vício do crack e a articulação é fundamental para melhor acolhermos os usuários”, disse João José Cândido da Silva, secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, no 1° Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas, realizado, no bairro Ingleses, em Florianópolis. “Nossa atuação deve ocorrer em conjunto com as demais secretarias”, ressaltou o secretário.
O evento que ocorreu nos dias 27, 28 e 29 de novembro, teve a participação de 750 técnicos de diversas áreas da saúde, segurança pública, educação e assistência social do estado. O debate foi acerca de novas formas de combater as drogas, principalmente o crack.
O encontro promovido pela Secretaria de Estado da Assistência Social, contou com a presença de representantes de servidores das secretarias estaduais do Trabalho e Habitação (SST), da Saúde, Educação, Justiça e Cidadania, Segurança Pública, Casa Civil, além do Conselho Estadual de Entorpecetes (Conen), Cruz Azul, Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas e Federação Catarinense de Comunidades Terapêuticas, Prefeitura de Florianópolis e Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).
O governador Raimundo Colombo participou da abertura do evento, dia 27 e afirmou que fará o possível para atender e ajudar os usuários. “Há uma grande necessidade de o Estado coordenar o combate às drogas. Darei apoio financeiro para podermos vencer as drogas, o Estado contribuirá para a construção do que for necessário para a implantação das políticas”, reiterou Colombo.
Na Secretaria de Assistência Social, a atuação ocorre por meio dos 342 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e dos 86 Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas), em um trabalho de orientação e encaminhamento junto às famílias.
Também existem cinco Centros de Referência Especializados para Atendimento da População em Situação de Rua (Centro POP). Em Florianópolis, o Centro POP fica localizado em um anexo da passarela Nego Quirido.
É pela abordagem de rua ou pelo acolhimento das assistentes sociais que se chega até os usuários. Por meio do Pacto de Proteção Social, estima-se que até 2014, serão investidos 21,1 milhões de reais para a construção de 79 Cras e 5,8 milhões de reais para a construção de 27 Creas. Totalizando 106 equipamentos a mais no Estado de Santa Catarina para atender a população.
Na educação, o foco principal é a informação, por meio da divulgação, que age no eixo da prevenção de crianças e adolescentes contra as drogas.
Os professores devem observar e alertar sobre aqueles que já são usuários ou que tenham indícios de tráfico. Durante o evento, o Secretário da Educação, Eduardo Deschamps, afirmou ser a favor da intersetorialização.  “Nós não podemos pensar no carente ou no estudante, de forma isolada; temos que juntar as secretarias, os órgãos e agir de forma integrada”.

Sobre o assunto
Ismael dos Santos, deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD), baseou-se em alguns dados da Secretaria de Segurança Pública. No discurso, ele falou que no primeiro semestre de 2012, 500 assassinatos foram registrados em Santa Catarina, entre jovens de 18 e 24 anos.  Desse total, 80% dos homicídios são por envolvimento com drogas. Para Ismael, as leis contra as drogas devem ser aproveitadas e aprovadas. “Queremos que essa aprovação seja um marco histórico em Santa Catarina de estratégicas para o combate às drogas”, enfatiza.
A deputada Ana Paula Lima (PT) acredita que o enfrentamento às drogas deve ocorrer em três eixos: prevenção, tratamento e assistência, neste caso cuidando do usuário e o tráfico de drogas. “A droga entra justamente em locais onde não temos possibilidades de estrutura e uma base forte. E ela vem com a violência”, ressalta a deputada.
O coordenador administrativo da Cruz Azul, Egon Schlüter, explica que 80% das internações de usuários são feitas por comunidades terapêuticas, como a Cruz Azul. “O que diferencia as comunidades terapêuticas das demais clínicas é a efetiva participação do usuário. O ambiente é de multi-ajuda, internação voluntária, o tratamento tem começo, meio e fim, promove inserção social e laborterapia”, explica o coordenador.
Robson Robin, coordenador-geral de projetos estratégicos, da Diretoria de Articulação e Coordenação de Políticas sobre Drogas Nacional, conta que, por ter trabalhado no Federal Bureau of Investigation (FBI), ele acredita que a atuação deve ser feita junto à repressão, tratamento e prevenção da droga. “Antes eu achava que só a repressão era necessária, mas a monopolização da droga não deu certo. Temos que quebrar os paradigmas e sermos intersetoriais”, diz Robson Robin.
Para ele, os Estados devem ter as próprias políticas. “Acredito na reinserção social e profissional do usuário, para que ele não volte a usar a droga”, complementa.
Encontros entre todas as áreas do Estado devem ser realizados em 2013 para a elaboração de propostas e leis para o combate às drogas e melhorar a vida da população.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Mais de 7 mil acessos no blog


O acesso do blog www.vencerasdrogas.sc.gov.br continua aumentando.
Hoje contabilizamos 7.177 visualizações desde que o blog foi publicado na internet.

Parabéns a todos.

Continuem nos enviando contribuições para que possamos inserir informações interessantes neste espaço.

Ermo: Crianças dizem ''não às drogas''

A noite de segunda-feira, dia 03, foi marcada por um evento emocionante e muito importante na vida das crianças do município de Ermo, no Sul do Estado.
Aconteceu a formatura do Programa Educacional de Resistência à Violência e às Drogas (Proerd). Na oportunidade 33 alunos do 5º ano das escolas da rede municipal e estadual de Ermo foram formadas.
Entre os alunos que foram certificados, cinco são estudantes da Escola de Educação Básica Pedro Simon e outros 29 são alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental João Moro.
A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades: capitão André Luiz Dias de Mello, comandante da 3ª Companhia de Polícia Militar; Marcos Leone de Oliveira, prefeito municipal; Elisabeth Brilinger, secretária Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Turismo; Maria Aparecida Casagrande, responsável pela delegacia de polícia Civil.
A realização da formatura somente aconteceu graças ao esforço integrado da Polícia Militar, Poder Público Municipal, escolas e família. Os alunos formados tiveram suas aulas ministradas pelo policial, soldado Dirnei Oliveira da Silva Junior.
As autoras das três melhores redações, Emanuela Miguel Bernardo (EEB Pedro Simon) e Mariah Policarpo da Silva e Rosa Maria Fagundes Scarpari, ambas da EMEF João Moro, receberam uma miniatura do mascote do Proerd, Dare, de presente.
O capitão André Luiz parabenizou o empenho dos colegas militares que atuam no Proerd, e agradeceu o empenho das escolas que aceitaram trabalhar o programa e aos formandos, destacando ainda o apoio dos pais.

Por: SD LILIAM DOS SANTOS COSTA em 04/12/2012
(Soldado Liliam dos Santos Costa P5 do 19ºBPM; fotos: Cíntia A. Silveira Brigido, jornalista e técnica em marketing e publicidade)

Artigo do Diário Catarinense







DIÁRIO CATARINENSE  de 04/11/2012
Políticas públicas sobre drogas, por Ismael dos Santos *


A problemática do uso de substâncias psicoativas está presente na maioria dos municípios catarinenses, atingindo todas as camadas sociais. Em decorrência disto, os usuários e dependentes químicos constituem o que vem sendo um problema de ordem social e de saúde pública.

Como se sabe, o uso e abuso de drogas interfere nas relações familiares, profissionais e sociais e gera impactos nas políticas de saúde, segurança e educação. Traçar as melhores estratégias tem sido o desafio aos diversos atores da sociedade, merecendo esforços concentrados e intervenções efetivas por parte de todos os agentes sociais e pelas diferentes esferas governamentais.

A dependência química alcançou patamares assustadores no país, agravados pelo avanço do crack e suas repercussões sobre as questões relacionadas à violência e à saúde, além da alteração dos cenários urbanos.

O governo de Santa Catarina, em parceria com a Assembleia, entendendo que o tema merece ser tratado de forma diferenciada, buscou um diálogo intersetorial, envolvendo basicamente as secretarias de Segurança, Justiça, Educação, Saúde e Assistência Social. O resultado ficou cristalizado no 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas, um debate promovido na semana passada com a presença do governador, de representantes do Ministério da Saúde e da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas.

O evento foi um marco histórico no desenho de uma linha mestra para as ações, sinalizando os caminhos e rumos do Estado para uma ação coordenada, sintonizada e sem estigmas no combate e na prevenção às drogas. A assinatura do Termo de Ajuda Mútua de Políticas Públicas sobre Drogas do Estado traduz a determinação para novas estratégias e ações na prevenção, na repressão e no financiamento público de vagas em comunidades terapêuticas para a reabilitação de dependentes.

* DEPUTADO ESTADUAL, PRESIDENTE DA FRENTE PARLAMENTAR DE COMBATE E PREVENÇÃO ÀS DROGAS

Mãe de jovem de 15 anos chama polícia ao encontrar crack em casa em Rio do Sul


A mãe de um adolescente de 15 anos acionou a Polícia Militar de Rio do Sul, no Alto Vale, nesta terça-feira, ao encontrar crack em casa. No total, foram apreendidas 99 pedras da droga.

Primeiro, a mãe encontrou 12 pedras prontas para venda. Aos policiais, ele confessou que havia mais drogas fora da casa. Foram encontradas mais 87 pedras do entorpecente.

A droga e o adolescente foram apreendidos e encaminhados para a delegacia.

Fonte: Jornal de Santa Catarina
Foto: Polícia Militar/Divulgação

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Profissão repórter fala de alcoolismo







O programa Profissão Repórter, da TV Globo, apresenta nesta terça (04) uma série de reportagens sobre a questão do alcoolismo. No programa, o jornalista Caco Barcellos e sua equipe de jovens repórteres mostram os diferentes ângulos da mesma notícia.

Seguem os temas desta terça-feira: 
As mulheres e o abuso do álcool.

Reabilitação

A vida dentro de uma clínica de reabilitação, a esperança de melhora e a fraqueza em um simples passeio.
Resistência

O cotidiano de uma alcóolatra sem tratamento e as universitárias que relutam para falar sobre a bebida.


Profissão Repórter
Canal: TV Globo
Dia: Toda terça-feira
Horário: 23h

Como saber se uma pessoa próxima está usando crack

O usuário de crack apresenta mudanças evidentes de hábitos, comportamentos e aparência física. Um dos sintomas físicos mais comuns que ajudam a identificar o uso da droga é a redução drástica do apetite, que leva à perda de peso rápida e acentuada – em um mês de uso contínuo, o usuário pode emagrecer até 10 quilos. Fraqueza, desnutrição e aparência de cansaço físico também são sintomas relacionados à perda de apetite.

É comum ainda que o usuário tenha insônia enquanto está sob o efeito do crack, assim como sonolência nos períodos sem a droga. “Os períodos utilizando a droga prolongam-se e os usuários começam a ficar períodos maiores fora de casa, gastando, em média, três dias e noites inteiros destinados ao consumo do crack. Neste contexto, atividades como alimentação, higiene pessoal e sono são completamente abandonadas, comprometendo gravemente o estado físico do usuário”, afirma o psiquiatra Felix Kessler.
Sinais físicos como queimaduras e bolhas no rosto, lábios, dedos e mãos podem ser sinais do uso da droga, em função da alta temperatura que a queima da pedra requer. “Também se notam em alguns casos sintomas como flatulência, diarréia, vômitos, olhos vermelhos, pupilas dilatadas, além de contrações musculares involuntárias e problemas na gengiva e nos dentes”, aponta Fátima Sudbrack, coordenadora do Programa de Estudos e Atenção às Dependências Químicas (Prodequi) da Universidade de Brasília (UnB).

Comportamento

Falta de atenção e concentração são sintomas comuns, que levam o usuário de crack a deixar de cumprir atividades rotineiras, como freqüentar trabalho e escola ou conviver com a família e amigos. “O dependente apresenta algumas atitudes características, como mentir e ter dificuldades de estabelecer e manter relações afetivas. Muitas vezes apresenta comportamentos atípicos e repetitivos, como abrir e fechar portas e janelas ou apagar e acender luzes”, afirma Laura Fracasso, psicóloga da Instituição Padre Haroldo.
O usuário de crack também pode experimentar alucinações, sensações de perseguição (paranóia) e episódios de ansiedade que podem culminar em ataques de pânico, por exemplo. Isolamento e conflitos familiares são comuns. O dependente pode, ainda, passar a furtar objetos de valor de sua própria casa ou trabalho para comprar e consumir a droga. “O humor pode ficar desequilibrado em função do uso ou falta da droga. O usuário alterna entre estados de apatia e agitação”, diz Fátima Sudbrack.

Fonte: Site Crack, é possível vencer( Governo Federal).
Ilustração: Portal Brasil.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Cachorro encontra cocaína em Florianópolis

 
Um cachorro de dois anos, de olhar atento e cara de obediente, foi o responsável por um rombo milionário que o tráfico de drogas sofreu na tarde de domingo, em Florianópolis. Calcula-se que os 37 quilos de pasta-base de cocaína apreendidos pela equipe da Coordenadoria de Operações Policiais Especiais (Cope) no topo do Morro da Mariquinha valiam em torno de R$ 1 milhão e seriam suficientes para produzir 300 quilos da droga — que seria distribuída por toda a Grande Florianópolis.

Mas nada disso teria acontecido não fosse pelo faro certeiro do mascote de pelagem negra que atende pelo nome de Cyborg. Com a cabeça apoiada no alto dos pacotes empilhados, o cão da raça American Staffordshire Terrier não desgrudou da droga recém localizada até receber ordens de seu condutor, o agente Augusto Cézar Meira. Era a forma que ele tinha de mostrar que os entorpecentes estavam bem protegidos.

Droga estava escondida em meio ao mato

Os 37 tabletes de aproximadamente um quilo cada um estavam escondidos dentro de uma espécie de gruta, em meio à vegetação que encobre o alto do morro. Os oito agentes do Cope chegaram ao local após avistar uma movimentação na redondeza — o policiamento já havia sido intensificado na região no início da semana passada, com a denúncia de que uma grande quantidade de droga estava prestes a chegar ao morro.

A o se aproximar, porém, o grupo que guardava a pasta-base conseguiu fugir, mas não teve tempo para carregar os pacotes com eles.

— O Cyborg levou de cinco a dez minutos para localizar a droga, o que poderia ter levado horas, se dependesse só da gente. A mata era fechada e ainda chovia forte. Talvez nem conseguiríamos encontrá-la — afirmou o chefe da equipe da equipe Bravo, que fez a apreensão, Teily Fábio Silva dos Santos.  

Cão integra equipe há um ano
O primeiro cão a integrar o Cope na história da corporação, já tem do que se orgulhar em apenas um ano de trabalho na polícia. Há seis dias, foi ele quem localizou os três quilos de maconha e as 53 petecas de cocaínas no Sambaqui, na operação que terminou com a prisão do suspeito de comandar o tráfico no bairro.

A Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) começa, nesta segunda-feira, a investigar o caso para descobrir de onde teriam vindo as pastas-base e para quais pontos ela seria distribuída.
 
Fonte: Hora de SC - publicado no site do Diário Catarinense em 02/11/2012
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS

Encontro de Políticas sobre Drogas teve 47 inserções na mídia


Quem quiser pode conferir o relatório de mídia do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas. No total, foram 47 matérias publicadas em sites, veiculadas em TV e rádio.

Para ler na íntegra, clique aqui ou vá na barra ao lado na página Mídias.

Debate na TV Com discute o tema drogas

  
Quatro integrantes do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas, realizado em Florianópolis, participaram do Conversas Cruzadas, da TV Com em 27/11 sob o comando do jornalista Renato Igor.
 

Os participantes foram: Marcondes Marchetti - consultor geral da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST); Jairo Brincas, conselheiro e fundador do Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen); Marcos May, vice-presidente da Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; e professor Tadeu Lemos, especialista em dependência química do Departamento de Farmacologia da UFSC.
 
Durante o debate, foi abordada a questão da repressão ao usuário, o que foi considerado por todos como equívoco. "Este modelo que temos de reprimir o usuário não serve mais. O usuário é doente e precisa de tratamento", destacou o professor Tadeu Lemos, da UFSC. Para ele, a repressão deve ocorrer ao traficante.
 
O integrante do Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen), Jairo Brincas, reforçou que o sistema está falido e que precisa ser revisto. O consultor geral da SST, Marcondes Marchetti, destacou que as mudanças podem delinear-se a partir deste encontro, que pela primeira vez trabalhou de forma integrada com outras secretarias, com o Poder Legislativo e com a sociedade civil. "Com a atuação de forma cooperada pretendemos buscar a melhor saída para enfrentar o problema das drogas em nosso estado", ressaltou.
 
 
Comunidades terapêuticas
Outro assunto abordado durante o debate foi a atuação das comunidades terapêuticas. O vice-presidente da Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas, Marcos May, ressaltou que no Estado há mais de 100 comunidades terapêuticas cadastradas. "Temos ainda muito para melhorar, mas creio que já evoluímos bastante", destacou. May informou que no Estado já existe pós-graduação na área da dependência química e que prepara as pessoas para atuar nestas comunidades.
 
May disse que cada comunidade destas abriga cerca de 30 a 50 pessoas, sendo que 10% são adultos, o que totaliza 5 mil vagas em SC. "Isto ainda não é suficiente, precisamos ter mais", reforçou.
 
 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Furto de guirlandas

O furto de guirlandas natalinas das portas de apartamentos em condomínios do Centro de Florianópolis, fenômeno recente, mas crescente, teria origem na busca desesperada de dependentes de crack por qualquer objeto que se transforme em pedra. A suspeita é da polícia.

Fonte: Coluna do Cacau Menezes - DC - 02/12/2012

Galeria de fotos do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas

Deputado Ismael dos Santos, da Frente Parlamentar de Combate às Drogas

Robson Robin da Silva, do Ministério da Justiça

Secretário João José Cândido da Silva e governador Raimundo Colombo

Público que participou do encontro

CLovis Benevides – Subsecretário de Políticas sobre Drogas de MG

Equipes apresentam resultado das discussões nos eixos

Debatedores e público do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre drogas


Secretário de Estado da Educação, Eduardo Dechamps

Viviane Regina da Silva, da SST, explica método de trabalho dos grupos

Participantes do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas

Lançamento de livro



O psiquiatra Francisco Baptista Neto, autor de livros polêmicos sobre drogas e adolescentes, lança na próxima terça, na Spettus, mais uma obra, desta vez em parceria com a mulher, Denise Duque.

O tema não poderia ser mais adequado – O Amor e Suas Exceções trata das discussões de relações amorosas e é recheado de relato de casos. Afinal, Chiquito, como é conhecido, tem 40 anos de experiência na área.

Fonte: Coluna Visor - Rafael Martini - Diário Catarinense

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Encontro é destaque na imprensa

O 1o Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas foi tema de mais reportagens em Santa Catarina:

Conversas Cruzadas (canal 36 da Net/TV Com/RBS) - 29 de novembro

Jornal Hora de Santa Catarina

Diário Catarinense

TV da Assembléia Legislativa

Univali FM

Jus Brasil

Jornal Em Foco

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Técnicos elaboram propostas para a construção do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas


Organizadores encerram evento de Políticas Públicas sobre Drogas em Florianópolis


Os técnicos que participaram do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas, encerrado nesta quinta-feira, 29, em Florianópolis, elaboraram propostas a serem incluídas na construção do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. O Plano será baseado no trabalho intersetorial das instituições que participaram do evento e possuem ações diretas ou indiretas relacionadas à questão das drogas.

Cada grupo sugeriu três ações estratégicas para a elaboração do plano. Dentre as propostas está a do financiamento público para as comunidades terapêuticas, a criação do fórum intersetorial e a criação do fundo estadual sobre drogas, dentre outras.

As discussões foram divididas por eixos: saúde, justiça e cidadania, educação e prevenção, assistência social e trabalho, e controle social. “Vamos aprimorar ainda mais as propostas ao realizar seis encontros regionais durante o primeiro semestre do ano que vem”, explicou o secretário adjunto de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), Eleudemar Ferreira Rodrigues.

Ele destacou que a partir dos seminários regionais serão agregadas as prioridades de várias regiões do Estado para a inclusão no plano. “Queremos mapear os serviços em SC e as ações regionalizadas numa parceria entre governo, os conselhos e o terceiro setor”, ressaltou.

Para o segundo semestre está prevista também a mostra estadual de experiências bem sucedidas na prevenção às drogas em SC e em outros estados. Estão previstas ainda oficinas de projetos a serem produzidas pelas secretarias de Estado para avaliar os obstáculos e as diretrizes com o objetivo de buscar os investimentos federais.

O Secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, destacou que o trabalho como foi realizado, de maneira intersetorial, contribui para que as ações sejam colocadas em prática de maneira consistente e permanente. “O enfrentamento a este problema passa pelo trabalho conjunto e sem preconceitos”, afirmou.

Na Assistência Social a atuação ocorre por meio dos 342 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e dos 86 Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) num trabalho de orientação e encaminhamento junto às famílias. Também existem cinco Centros de Referências Especializados para Atendimento da População em Situação de Rua (Centro POP).

Participaram do encontro representantes das Secretarias de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), da Saúde, Educação, Justiça e Cidadania, Segurança Pública, Casa Civil , além do Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen), Cruz Azul, Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas e Federação Catarinense de Comunidades Terapêuticas, Prefeitura de Florianópolis e Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas/da Assembleia Legislativa de SC (Alesc), e representantes do Ministério da Justiça e da Saúde.

Diretrizes e eixos apresentados para o Plano Catarinense de Políticas sobre Drogas

Quem tiver interesse em rever detalhadamente as deliberações do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas, clique aqui.  ou ao lado na página "Eixos".

O evento teve duração de três dias e foi realizado no Oceania Park Hotel, na Praia dos Ingleses, em Florianópolis. Participaram do encontro representantes das Secretarias de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), da Saúde, Educação, Justiça e Cidadania, Segurança Pública, Casa Civil, além do Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen), Cruz Azul, Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas, Prefeitura de Florianópolis; Frente Parlamentar de Combate às Drogas da Assembleia Legislativa e representantes do Ministério da Justiça e Saúde.


Resultados do encontro serão tema do Conversas Cruzadas desta quinta-feira


As discussões do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas será tema do Programa Conversas Cruzadas, da TV COM,  que será exibido nesta quinta-feira, 29, a partir das 22h. O programa é ao vivo e apresentado pelo jornalista Renato Igor.

Participantes:
Consultor geral da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), Marcondes Marchetti

Vice-presidente da Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas, Marcos May

Conselheiro, ex-presidente e fundador do Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen), Jairo Brincas

Especialista em dependência química do Departamento de Farmacologia da UFSC, Professor Tadeu Lemos

Programa: Conversas Cruzadas, TV COM
Horário do programa: das 22h às 23h, ao vivo
Canal: 36 da Net

Tá na mídia

O 1o Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas foi destaque nos meios de comunicação do Estado.

Foram divulgadas informações:
Rede de notícias do Governo do Estado - entrevista para a rádio e publicação de release no site do governo (www.sc.gov.br)

Divulgação nos sites das entidades participantes
Divulgação no portal do servidor

Jornal A razão
Sites: Portal da Ilha, Jus Brasil
Rádio Super Condá (região Oeste)
Rádio Nova FM (Pinhalzinho)
Agência de notícias da Assembléia Legislativa de SC

Dia 27 de novembro
Entrevista na rádio CBN (Secretário João Cândido)
Entrevista na Ric Record (TV) - ao vivo (Consultor Geral da SST - Marcondes Marchetti)
Entrevista para o SBT (Consultor Geral da SST - Marcondes Marchetti)

Dia 29 de novembro
Rádio Record - durante o evento
Rádio CBN - chamada geral (à tarde)
Conversas Cruzadas na TV Com - RBS







Grupos expõem estratégias e diretrizes para a elaboração do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas


Os técnicos que participaram das discussões sobre os obstáculos para alcançar a intersetorialidade na efetivação das políticas públicas para a superação dos problemas decorrentes do álcool, tabaco e outras drogas expõem quais as três ações estratégicas e diretrizes de cada eixo para a elaboração do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. 

Galeria de fotos do evento

Grupo da Saúde intersetorial faz sua apresentação.
Secretário Adjunto da SST fala no dia de encerramento do encontro.
Participantes no último dia do evento, em Florianópolis.

Mesa do 1o Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.






Começa cerimônia de encerramento do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas

Deputado Ismael dos Santos, Frente Parlamentar, entrega homenagem.

O secretário de Estado Adjunto da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), Eleudemar Ferreira Rodrigues, abre a cerimônia de encerramento do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas, na manhã desta quinta-feira, 29.

O evento está sendo realizado deste terça-feira, 27, no Oceania Park Hotel, na Praia dos Ingleses, em Florianópolis, e encerra nesta quinta, 29, com a elaboração do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.

O secretário destacou a importância do trabalho de toda a equipe que participou para organizar o evento. “Começamos este trabalho a partir da provocação da Frente Parlamentar de Combate às Drogas da Alesc, sobre a necessidade de termos políticas públicas para Santa Catarina que contemplassem o enfrentamento ao álcool e outras drogas”.

A partir daí, explicou Rodrigues, estabeleceu-se um espaço de discussão sistemática com representantes da Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas, da Assembleia Legislativa, e das Secretarias de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), Saúde, Educação, Justiça e Cidadania e Segurança Pública; além do Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen), Casa Civil, Cruz Azul e Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas e Federação Catarinense de Comunidades Terapêuticas.

Surgiu aí a necessidade de criação do 1º Encontro Catarinense de Políticas sobre Drogas, que foi realizado de maneira intersetorial.

Homenagem Conen
O representante do Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen), Jairo Brincas e um dos fundadores, sobe ao palco para contar um pouco da história do conselho, que está sendo homenageado no evento sobre os 30 anos do Conselho. “Para nós é um dia muito significativo porque há exatos 30 anos começamos o trabalho do Conselho. No início éramos oito e hoje somos mais de 600”, conta.



Política de saúde mental, álcool e outras drogas - parte 2

No segundo dia do encontro (28), Mariana da Costa Schorn, da Área Técnica de Saúde Mental do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, Ministério da Saúde, continuou sua apresentação sobre a " Política de saúde mental, álcool e outras drogas".
Ela citou a rede de atenção psicossocial que é composta pela atenção básica em saúde; atenção psicossocial estratégica; atenção de urgência e emergência; atenção residencial de caráter transitório; atenção hospitalar e reabilitação psicossocial.

Homenagem ao Conen

Jairo Brincas, do Conen, na apresentação da homenagem.
O último dia do evento (29) começa com a homenagem aos 30 anos do Conselho Estadual de Entorpecentes  (CONEN/SC). O Conen é vinculado à Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e existe para deliberar, normatizar e executar a política estadual de prevenção, fiscalização, recuperação e repressão de entorpecentes no Estado, em consonância com os objetivos da Política Nacional Sobre Drogas.

Para isso, articula ações com instituições, nacionais e internacionais, governamentais e não-governamentais de medidas de políticas públicas sobre drogas; promove e incentiva a realização de eventos, estudos e pesquisas; e estimula a atualização permanente de servidores das instituições envolvidas em ações sobre drogas.

O CONEN realiza, ainda, a orientação sobre tratamento e reinserção social das pessoas usuárias ou dependentes, além disso, orienta a criação, bem como inspeciona as Comunidades Terapêuticas do Estado facilitando a sua adequação à legislação vigente.

Colabora também com os Poderes Executivo e Legislativo Estadual para estabelecer dotações orçamentárias necessárias à realização das políticas públicas destinadas à prevenção, ao tratamento, à reinserção social e ao combate ao tráfico de entorpecentes.


Fonte: Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen).

O desafio intersetorial para vencer as drogas

Arsanjo Colaço, da Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas

Em sua apresentação na quarta-feira (28) o presidente da Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas falou sobre "como vencer o desafio intersetorial para vencer as drogas".
Ele citou nove etapas e citou três itens para atingir o objetivo:

1 - SOMA DOS ESFORÇOS DE TODOS ENVOLVIDOS;
2 – CADA ENVOLVIDO DESENVOLVENDO COM EXCELÊNCIA SUA PARTE;
3 – CADA ENVOLVIDO AUXILIANDO O OUTRO NOS DESAFIOS COMUNS;



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Evento sobre drogas encerra nesta quinta-feira


Esta quinta-feira (29) será o último dia o 1o Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.
Está prevista a assinatura do Termo de Ajuda Mútua de Políticas Públicas sobre Drogas do Estado de Santa Catarina.

Confira abaixo a programação:
3º dia -29/11/2012 
Quinta-feira (Manhã)
8h30m - Homenagem aos 30 anos do Conselho Estadual de Entorpecentes – CONEN/SC
09h00m – Plenária - Exposição das três ações estratégicas e diretrizes de cada eixo para elaboração do
                    I Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.
10h00m – Assinatura do Termo de Ajuda Mútua de Políticas Públicas sobre Drogas do Estado de Santa Catarina
11h30m - Depoimentos dos grupos e relatos do evento.
12h - Encerramento e almoço

Grupos discutem obstáculos para alcançar a intersetorialidade

Discussão do Eixo Justiça e Cidadania Intersetorial
Neste momento, os integrantes dos grupos estão nas salas discutindo quais os principais obstáculos para alcançar a intersetorialidade na efetivação das Políticas Públicas para a superação dos problemas decorrentes do álcool, tabaco e outras drogas.

Destas discussões sairão as propostas e diretrizes que devem ser incluídas na proposta de elaboração do Plano Catarinense de Políticas sobre Drogas. Este é o objetivo do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas, que está sendo realizado de terça a até esta quinta-feira, 29, no Oceania Park Hotel, na Praia dos Ingleses, em Florianópolis.Nesta equipe, estão os membros do eixo Justiça e Cidadania.

Blog já tem quase 6 mil visualizações















O blog www.vencerasdrogas.sc.gov.br já atingiu 5.849 visualizações desde 29 de outubro, quando foi publicado. Somente ontem, dia da abertura do evento, foram 499 visualizações.


Obrigada a todos. Continuaremos trabalhando para incluir informações interessantes neste espaço.

As sugestões para o blog podem ser enviadas para: ascomsst@gmail.com


“Todo cidadão tem direito à saúde, então, todo usuário tem direito ao tratamento”

Mariana da Costa Schron represetante do Ministério da Saúde
A representante da Secretaria Nacional de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, Mariana da Costa Schon, lembrou em sua apresentação aos participantes do encontro que “todo cidadão tem direito à saúde, então, todo usuário tem direito ao tratamento”.

Segundo ela, entre os principais motivos para o uso das drogas estão razões culturais, regionais; a recreação; também são utilizadas como formas de enfrentar os problemas e socialização. “Temos que pensar quem é o sujeito que usa a droga para podermos definir as políticas públicas”, disse.

As sugestões de Mariana da Costa, para a questão são as mudanças de crenças e normas sociais; ações de informação e prevenção destinadas à população em geral com vistas a participação da sociedade; a diversificação e ampliação da oferta de serviços assistenciais; a adoção de políticas públicas; a discussão de leis criminais e a revisão da lei com demissão por justa causa para usuários de drogas.


MARIANA DA COSTA SCHORN - Área Técnica de Saúde Mental do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPES/SAS/MS); Representou o Senhor Ministro de Estado da Saúde, Alexandre Padilha.

Metodologia de trabalho é explicada aos participantes de evento sobre drogas

Secretário Adjunto Eleudemar Rodrigues e
 Gerente Viviane Regina da Silva (GEMAV/SST) orientam técnicos

O Secretário Adjunto da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), Eleudemar Ferreira Rodrigues e a Gerente de Monitoramento e Avaliação (GEMAV/SST), Viviane Regina da Silva, explicaram aos participantes como será a metodologia dos grupos de trabalho para a discussão dos temas do 1º Encontro Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas, durante a tarde desta quarta-feira, 28.


O evento está sendo realizado até esta quinta-feira, 29, no Oceania Park Hotel, na Praia dos Ingleses, em Florianópolis, e reúne integrantes do governo do Estado, federal, conselheiros, entidades da sociedade civil e Legislativo para discutir a elaboração do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.


Os grupos discutirão nesta tarde os obstáculos para alcançar a intersetorialidade na efetivação das políticas públicas para a superação dos problemas decorrentes do álcool, tabaco e outras drogas."Este é um exercício complexo em que não devemos nos preocupar em defender posições, mas buscar o mútuo conhecimento técnico para que possamos elencar as propostas para a construção do plano estadual", ressaltou.


A metodologia utilizou os quadros SWOT E 5W1H.


Os técnicos foram divididos em grupos para discutir os seguintes eixos:


Eixo 1: Saúde intersetorial
Eixo 2: Segurança Pública Intersetorial
Eixo 3: Justiça e Cidadania Intersetorial
Eixo 4: Educação e Prevenção Intersetorial
Eixo 5: Assistência Social e Trabalho Intersetorial
Eixo 6: Controle Social Intersetorial


Saiba mais:
Análise SWOT:
É a junção das iniciais (em inglês) dos quatro elementos-chave desta análise e estratégia:


Strenghts - pontos fortes: vantagens internas da empresa em relação às empresas concorrentes
Weaknesses - pontos fracos: desvantagens internas da empresa em relação às empresas concorrentes
Opportunities - oportunidades: aspectos positivos da envolvente com o potencial de fazer crescer a vantagem competitiva da empresa
Threats - ameaças: aspectos negativos da envolvente com o potencial de comprometer a vantagem competitiva da empresa.

5W1H:
O nome desta ferramenta foi assim estabelecido por juntar as primeiras letras dos nomes (em inglês) das diretrizes utilizadas neste processo.

Abaixo você pode ver cada uma delas e o que elas representam:


What – O que será feito (etapas)
Why – Por que será feito (justificativa)
Where – Onde será feito (local)
When – Quando será feito (tempo)
Who – Por quem será feito (responsabilidade)
How – Como será feito (método)