Representantes das comunidades terapêuticas (CTs) de todas as regiões de Santa Catarina, habilitadas no projeto Reviver, participarão nesta segunda-feira, 1, em Florianópolis, de primeiro Seminário Estadual do Reviver. No evento, serão debatidos assuntos relacionados à atuação das comunidades terapêuticas e às inovações introduzidas pelo projeto, que já fez mais de 6 mil acolhimentos nos primeiros dez meses de funcionamento.
“A importância é proteger as pessoas que procuram a sua saída das drogas, o tratamento e a recuperação. Há, no projeto, o viés científico, que significar desenvolver ainda mais as funções do tratamento, e também a destinação de recursos para melhor a estrutura de atendimento, dando condições às comunidades que já prestam esse serviço”, explica o governador Raimundo Colombo.
O Governo autorizou o repasse de R$ 11.930.420,00 do Fundo de Desenvolvimento Social para a promoção da pesquisa e inovação na atenção dos dependentes por parte das comunidades terapêuticas habilitadas. “Deste total, 78% foram investidos no acolhimento e na capacitação das equipes das CTs. O restante foi destinado para suporte à pesquisa e todos os demais processos de inovação do projeto”, explica a presidente do Conselho Administrativo do Reviver e diretora administrativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Alba Schlichting.
A previsão inicial de acolhimento acertada pelo convênio era de 1.200 pessoas no período de um ano. Em dez meses, já foram realizados 6.003 acolhimentos pelas comunidades terapêuticas que aderiram ao projeto em 46 municípios de todas as regiões catarinenses.
Metas alcançadas - O projeto tem por objetivo o desenvolvimento de tecnologias sociais inovadoras. Entre as ações executadas, além do acolhimento e das capacitações, estão o desenvolvimento e aplicação de um processo de Acreditação, no qual são avaliadas as condições de cada Comunidade Terapêutica (da área física ao programa terapêutico); a inclusão digital das CTs com estabelecimento da comunicação em rede; a produção de jogos eletrônicos com participação de dependentes químicos; a promoção da cultura de rede entre as CTs. Outro destaque é a articulação entre o conhecimento científico, a produção tecnológica e a resposta social do projeto.
A Fapesc e a Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), realizam em parceria o projeto, que é resultado do trabalho de vários profissionais e instituições, com destaque ao Conselho Estadual de Entorpecentes (CONEN/SC), Instituto Rede de Promoção ao Desenvolvimento da Enfermagem (Repensul), secretarias de Estado da Assistência Social, Combate à Fome, Habitação, Trabalho e Renda, da Saúde, de Segurança Pública, da Justiça e Cidadania e da Educação, UFSC, Udesc, Univali, Unoesc, e a Comissão de Prevenção e Combate às Drogas da Assembleia Legislativa.
“Formatamos um projeto que conseguiu dar uma resposta efetiva à família catarinense quanto à questão das drogas”, disse o presidente da Comissão, deputado estadual Ismael dos Santos.
Serviço
I Seminário Estado do Programa Reviver
1º de dezembro de 2014 - Das 9h45min às 17h
Cambirela Hotel - Sala Pocena (Avenida Marinheiro Max Schramm, 2199 – Estreito – Florianópolis/SC)
Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Comissão atua na elaboração de Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas
O presidente da Comissão de Prevenção e Combate às Drogas da Assembleia Legislativa, deputado Ismael dos Santos (PSD), reuniu-se na tarde desta terça-feira (21) com representantes da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação e do Conen, o Conselho Estadual de Entorpecentes. Em pauta as contribuições para Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.
A proposta foi elaborada por uma equipe intersetorial, composta por cinco secretarias de estado. Gestores municipais também colaboraram com informações para a construção do texto.
Entevistas: Fabiana Vieira, representante da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação; deputado Ismael dos Santos (PSD), presidente da Comissão de Prevenção e Combate às Drogas e Jairo Brincas, conselheiro do Conen.
Fonte: Ascom Alesc
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Centro Colaborador HCPA/SENAD abre Mestrado Profissional na área de Crack e outras Drogas
Tendo como referência a Política Nacional sobre Drogas, foi estruturado, em uma parceria entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD/MJ) e o Hospital de Clínicas de Porto Alegre HCPA/UFRGS, o primeiro Centro Colaborador em Álcool e Outras Drogas do Brasil.
O Centro Colaborador HCPA/SENAD, criado com o objetivo de ensino, pesquisa e desenvolvimento de metodologia de tratamento e reinserção social para dependentes de crack e outras drogas, encontra-se em funcionamento desde o início de 2012, incorporando progressivamente atividades de assistência, ensino, pesquisa e reinserção social, de acordo com a política proposta pela SENAD.
Atualmente o Centro atende pacientes dependentes de drogas do SUS em regime de internação hospitalar e sob forma ambulatorial, na Unidade Álvaro Alvim do Hospital de Clínicas de Porto Alegre/RS, e fornece treinamento continuado para profissionais de saúde de diversas especialidades.
O Centro conta com toda a infraestrutura assistencial do HCPA (mais de 70 profissionais altamente treinados, atendendo em regime multiprofissional), salas de aula e equipes de pesquisa e ensino treinadas para capacitar continuadamente profissionais das diversas áreas de assistência ao usuário de drogas.
A SENAD e seu Centro Colaborador comunicam a abertura do processo de seleção para a segunda turma do Mestrado Profissional em Prevenção e assistência a usuários de álcool e outras drogas. A previsão de início das aulas é março de 2015, e o período de inscrições e seleção para as 11 vagas disponíveis será de 13 de outubro a 17 de novembro de 2014.
Sendo sua instituição um dos Centros Regionais de Referência (CRRs) sobre Drogas que funcionam nas universidades públicas do país, o início do Mestrado Profissional em Porto Alegre - RS reveste-se de caráter e oportunidade especial, pois permite que você indique candidatos da área da saúde ou assistência social integrados aos cursos do CRR que tenham interesse em aprimorar sua formação na área.
As atividades obrigatórias do curso ocorrerão ao longo de 3 semestres, durante os quais estão previstos 9 módulos presenciais de aproximadamente uma semana cada um. Nestes módulos, os alunos deverão ter a disponibilidade de permanecer em Porto Alegre ? RS para acompanhar in loco as disciplinas e as atividades da Unidade Álvaro Alvim.
O corpo docente será composto de uma equipe multidisciplinar de professores e convidados externos, sob a coordenação do Prof. Pechansky e o cronograma previsto será divulgado posteriormente.
Para que um candidato seja avaliado pela Comissão Organizadora, é necessário que ele preencha os seguintes critérios:
1) Apresente um currículo Lattes atualizado;
2) Comprometa-se a realizar exame de proficiência em inglês, comprovada mediante documento, até o período finalização do curso;
3) Seja indicado formalmente (através de carta de apresentação de sua instituição) para esta seleção;
4) Comprometa-se formalmente a implementar, após esta formação, ações de saúde/pesquisa compatíveis com as premissas da SENAD em sua instituição de origem;
5) Seja servidor com vínculo empregatício estabelecido com serviço público de saúde, assistência social ou de políticas sobre drogas que lhe permita manter a remuneração nos períodos em que permanecer em Porto Alegre - RS.
6) O edital completo está disponível no portal do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (www.hcpa.ufrgs.br) e pode ser acessado diretamente por meio deste link.
Mais informações: (51) 3359-6467 e (51) 3359-6410, ou pelo email l-mp-adicao@hcpa.ufrgs.br .
O Centro Colaborador HCPA/SENAD, criado com o objetivo de ensino, pesquisa e desenvolvimento de metodologia de tratamento e reinserção social para dependentes de crack e outras drogas, encontra-se em funcionamento desde o início de 2012, incorporando progressivamente atividades de assistência, ensino, pesquisa e reinserção social, de acordo com a política proposta pela SENAD.
Atualmente o Centro atende pacientes dependentes de drogas do SUS em regime de internação hospitalar e sob forma ambulatorial, na Unidade Álvaro Alvim do Hospital de Clínicas de Porto Alegre/RS, e fornece treinamento continuado para profissionais de saúde de diversas especialidades.
O Centro conta com toda a infraestrutura assistencial do HCPA (mais de 70 profissionais altamente treinados, atendendo em regime multiprofissional), salas de aula e equipes de pesquisa e ensino treinadas para capacitar continuadamente profissionais das diversas áreas de assistência ao usuário de drogas.
A SENAD e seu Centro Colaborador comunicam a abertura do processo de seleção para a segunda turma do Mestrado Profissional em Prevenção e assistência a usuários de álcool e outras drogas. A previsão de início das aulas é março de 2015, e o período de inscrições e seleção para as 11 vagas disponíveis será de 13 de outubro a 17 de novembro de 2014.
Sendo sua instituição um dos Centros Regionais de Referência (CRRs) sobre Drogas que funcionam nas universidades públicas do país, o início do Mestrado Profissional em Porto Alegre - RS reveste-se de caráter e oportunidade especial, pois permite que você indique candidatos da área da saúde ou assistência social integrados aos cursos do CRR que tenham interesse em aprimorar sua formação na área.
As atividades obrigatórias do curso ocorrerão ao longo de 3 semestres, durante os quais estão previstos 9 módulos presenciais de aproximadamente uma semana cada um. Nestes módulos, os alunos deverão ter a disponibilidade de permanecer em Porto Alegre ? RS para acompanhar in loco as disciplinas e as atividades da Unidade Álvaro Alvim.
O corpo docente será composto de uma equipe multidisciplinar de professores e convidados externos, sob a coordenação do Prof. Pechansky e o cronograma previsto será divulgado posteriormente.
Para que um candidato seja avaliado pela Comissão Organizadora, é necessário que ele preencha os seguintes critérios:
1) Apresente um currículo Lattes atualizado;
2) Comprometa-se a realizar exame de proficiência em inglês, comprovada mediante documento, até o período finalização do curso;
3) Seja indicado formalmente (através de carta de apresentação de sua instituição) para esta seleção;
4) Comprometa-se formalmente a implementar, após esta formação, ações de saúde/pesquisa compatíveis com as premissas da SENAD em sua instituição de origem;
5) Seja servidor com vínculo empregatício estabelecido com serviço público de saúde, assistência social ou de políticas sobre drogas que lhe permita manter a remuneração nos períodos em que permanecer em Porto Alegre - RS.
6) O edital completo está disponível no portal do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (www.hcpa.ufrgs.br) e pode ser acessado diretamente por meio deste link.
Mais informações: (51) 3359-6467 e (51) 3359-6410, ou pelo email l-mp-adicao@hcpa.ufrgs.br .
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Inscrições abertas para congresso de prevenção ao uso de drogas
Estão abertas as inscrições para o Congresso Internacional de Prevenção dos Problemas Relacionados ao Uso de Drogas (Previne 2014). O encontro reunirá gestores públicos, acadêmicos e a sociedade civil nos dias 27 e 28 de novembro de 2014, no Museu Nacional, em Brasília.
O evento é organizado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça (Senad/MJ), pela Coordenação Nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde, e pela Universidade Federal de Santa Catarina. O Congresso conta ainda com o apoio do Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crimes (Unodc).
Além de compartilhar conhecimento e experiências práticas sobre drogas, o Previne 2014 pretende impulsionar a realização de pesquisas, debates e políticas públicas que, fortalecendo a cidadania e os laços sociais, protejam os jovens do uso prejudicial das drogas.
Entre outros temas, a programação vai contemplar pautas referentes à importância de políticas sociais universais, intervenções seletivas para famílias, escolas e comunidades em situação de risco, regulação das drogas legais e combate ao estigma nas campanhas de informação. Também serão abordados meios pelos quais a ciência social e as ciências da saúde possam responder ao desafio de pensar em política de prevenção dentro do contexto social e cultural brasileiro.
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Seis em cada dez usuárias de crack não usam preservativo nas relações
Um estudo da Fiocruz mostra que 62,9% das mulheres
usuárias de crack pesquisadas não utilizam preservativo. Cerca de 30% delas se
prostituem em troca de sexo. O resultado desse comportamento é o aumento das
doenças sexualmente transmissíveis e também da gravidez não planejada.
Em Belo Horizonte, as mulheres, mesmo grávidas,
continuam usando a droga nas cracolândias. Em muitos casos, a justiça precisa
intervir e as crianças são levadas para a adoção. O Jornal Hoje registrou
alguns flagrantes.
Imagens mostram uma mulher fumando crack várias
vezes. Ela conta que está grávida de oito meses de um menino e que não é o
primeiro filho. Ela já tem uma menina de 12 anos. (Em breve, assista aqui a
reportagem completa)
As mulheres grávidas moram nas praças de Belo
Horizonte. Não têm ninguém para cuidar da saúde e dos bebês. A gravidez é
considerada de alto risco, porque o efeito da droga aumenta a chance de infarto
e de hemorragia. Nas cracolândias, as mulheres muitas vezes se prostituem e não
previnem a gravidez.
O uso de drogas está entre os principais motivos
para a entrega de crianças à adoção. Só em Belo Horizonte, todo mês cerca de 40
filhos de usuárias de crack são abandonados nas maternidades ou tirados da
família pela justiça. São quase 500 bebês por ano. As crianças acabam sendo
criadas por parentes ou adotadas.
O Jornal Hoje encontrou na cracolândia Juliana, de
34 anos, grávida do décimo filho. Ela ainda era usuária de crack. Um mês
depois, a mulher estava em casa, com o filho nos braços, amamentando. Otílio
nasceu com quase três quilos. “É muito especial a gente ter o leite limpinho
para dar para o filho”, diz.
Juliana está longe da droga e quer evitar novas
gestações. “Vou fazer laqueadura ou vasectomia do meu companheiro. Vou tentar
pelo SUS”, conta.
O Sistema Único de Saúde oferece métodos
contraceptivos, mas é difícil convencer as dependentes químicas a se proteger.
“A maioria deles tem vários filhos e a gente tenta intervir da melhor maneira
possível, com uso de anticoncepcionais injetáveis, que têm um período maior de
duração. Quando a gente consegue manter esse acompanhamento, a gente avalia a
possibilidade da esterilização cirúrgica, que é a laqueadura tubária, e algumas
vezes o uso do DIU ou anticoncepcionais”, fala uma médica obstetra.
Juliana só pensa no futuro ao lado do filho que
nasceu e dos outros que foram tirados pela justiça. “É muito gostoso saber que
ninguém vai me tirar esse menino, porque deixei o cachimbo de crack e o vício”.
Sobre reconquistar os outros filhos, Juliana já tem a fórmula. “Cuidar de mim.
Porque se eu não cuidar de mim e não me amar, eu não posso amar eles. O crack é
um mundo obscuro”.
Fonte: Jornal Hoje
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Colegiado gestor se reúne para avaliar plano de políticas públicas sobre drogas
Os representantes do colegiado gestor estadual se reuniram na tarde desta quarta, 1, na sede da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST).
A pauta inclui o relato das ações do plano estadual de políticas públicas sobre drogas e a análise sobre a sugestão de criação de uma Secretaria Executiva de Políticas Públicas sobre Drogas.
Curso online e gratuito sobre prevenção de drogas oferece 15 mil vagas
Promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre
Drogas do Ministério da Justiça (Senad/MJ), o curso Supera chega à 7ª edição
com mais de 15 mil vagas abertas. As inscrições são gratuitas e podem ser
realizadas até 9 de novembro de 2014 no site www.supera.senad.gov.br.
O Supera significa Sistema para detecção do Uso abusivo e
dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve,
Reinserção social e Acompanhamento. O objetivo é capacitar profissionais das
áreas de saúde e assistência social para identificação e abordagem dos usuários
de drogas, com foco em prevenção, intervenção e encaminhamento.
Capacitação e carga horária
A 7ª edição do curso possui carga horária de 120 horas,
com duração de três meses. A capacitação é desenvolvida na modalidade de
Educação a Distância (EaD).
Os alunos têm acesso ao portal específico do curso, acompanhamento por tutores especializados e telefonia gratuita para dúvidas e orientações, além de receberem o material didático no endereço residencial. Ao final do curso, os alunos vão receber certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Os alunos têm acesso ao portal específico do curso, acompanhamento por tutores especializados e telefonia gratuita para dúvidas e orientações, além de receberem o material didático no endereço residencial. Ao final do curso, os alunos vão receber certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Fonte: Ministério da Justiça
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Cocaína no trabalho
Estudo recente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revelou aumento do número de trabalhadores afastados por causa da dependência de álcool e drogas. Entre 2009 e 2013 houve um crescimento de mais de 50% nos índices e o maior foi entre os usuários de cocaína, com 84,6%.
Fonte: Coluna Visor/DC
Fonte: Coluna Visor/DC
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Colegiado gestor estadual de políticas sobre drogas reúne-se na SST
Integrantes
do Colegiado Gestor Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas participaram de
reunião na manhã desta quarta-feira, 17, na sala de reuniões da Secretaria de
Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST).
Dentre os
temas abordados, esteve a da criação de secretaria executiva de enfrentamento
às drogas. Em 1º de outubro, às 13h30min, haverá reunião na SST para iniciar as discussões
sobre o tema.
O colegiado
gestor estadual é formado por técnicos das secretarias de Estado da:
Assistência Social, Segurança Pública, Saúde, Justiça e Cidadania, Educação,
além da prefeitura de Florianópolis, Assembleia Legislativa, Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen), a Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas e Cruz Azul.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Revista Veja traz reportagem sobre crack
A edição de 10 de setembro da revista Veja traz nas páginas 94 e 95 uma reportagem sobre um tratamento para os dependentes de crack.
Acesse aqui
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Combate ao crack
A prefeitura de São José afirma que realiza constante fiscalização na Via Expressa, onde se encontram vários usuários de crack, sobretudo no viaduto da Josué di Bernardi. Informa que somente este ano já foram feitas 543 abordagens e que apenas 237 pessoas aceitaram ser encaminhados para tratamentos em unidades terapêuticas. Atualmente setores da prefeitura estão passando por treinamento para atuarem na base móvel do programa Crack, é possível vencer, em parceria com o governo federal.
Fonte: Coluna do Moacir Pereira/DC
Fonte: Coluna do Moacir Pereira/DC
Ligue 132 recebeu 47% dos atendimentos relacionados a cocaína em 2014
O Serviço Nacional de Orientações e Informações sobre
Drogas, Ligue 132, já atendeu mais de 19 mil pessoas em 2014. A cocaína e seus
derivados, como o crack, são as substâncias mais questionadas pelos usuários,
somando 9.222 ligações. Isso representa 47% das chamadas no ano. Em 2013, esse
número foi 33%.
Inaugurado em 2005, o Ligue 132 é um serviço do programa
“Crack, é possível vencer”, do governo federal, que tem como objetivo prevenir
o uso de drogas no país. O serviço
funciona 24 horas por dia, incluindo feriados e finais de semana.
Para atender a demanda crescente, o Ligue 132 conta com um
serviço especializado para casos de cocaína. De acordo com a coordenadora do
Ligue 132, Maristela Ferigolo, quem buscar orientações, tanto usuário de drogas
quanto familiar, poderá encontrar atendimento personalizado. “Com profissionais
capacitados, o serviço se preocupa em ouvir tanto o usuário quanto o familiar,
e presta aconselhamento personalizado por meio da intervenção breve
motivacional estimulando-os a refletir e mudar seu comportamento-problema.”
São Paulo foi o estado que mais teve atendimentos
relacionados à cocaína e derivados, com 2.473 ligações, seguido pelo Rio Grande
do Sul, com 790 atendimentos, e Rio de Janeiro, 717.
Além da cocaína, a maconha teve um total de 5.428
questionamentos, o que representa uma queda de 48% das ligações referentes ao
mesmo período do ano passado. Quanto ao álcool e tabaco, substâncias
legalizadas pela lei, tiveram uma alta procura no serviço, somando 15.314
atendimentos.
O serviço atende 24 horas por dia, de forma sigilosa e
gratuita. O Ligue 132 é uma parceria com a Secretaria Nacional de Políticas
sobre Drogas (Senad/MJ), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto
Alegre e AMTEPA. Todos os atendimentos são realizados por profissionais
capacitados na área da saúde e voltados para motivar o usuário abandar o uso de
drogas.
Fonte: Ministério da Justiça
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Pesquisa indica que 20% dos usuários das cracolândias são mulheres
A Pesquisa Nacional sobre o Uso de Crack realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), verificou que 20% dos que frequentam as chamadas cracolândias são mulheres. O trabalho ouviu 32.359 pessoas, sendo que 24.977 responderam ao questionário nos próprios domicílios e 7.381, nos próprios locais de uso da droga.
Além de responderem os questionários, os usuários fizeram testes de HIV e hepatite, que indicaram que, entre as mulheres, 8,17% eram portadoras do HIV, índice que, nos homens, chegava a 4,01%. Com hepatite C, as mulheres representaram 2,23% dos infectados e os homens, 2,75%.
Segundo um dos coordenadores do trabalho, o médico Francisco Inácio Bastos, do Laboratório de Informação em Saúde (LIS), pertencente ao Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), o perfil das mulheres pesquisadas é muito negativo.
– Até para mim, que sou acostumado a trabalhar nessa área, nunca tinha visto uma população feminina tão maltratada e tão magoada. Agressão física, abuso sexual, nenhuma assistência pré-natal. Quando me perguntam o que me chocou mais como médico, eu digo que foi ver pessoas em uma situação tão precária, precisando tanto de ajuda – contou à Agência Brasil.
O médico acrescentou que, no caso das mulheres, seria natural que o contato com o sistema de saúde ocorresse por necessidade de realizar o pré-natal, mas não é isso o que ocorre.
– No momento das entrevistas, 10% das mulheres relataram que estavam grávidas. O que não quer dizer que tiveram o filho, porque algumas perderam e outras abortaram. Quando se vai para o padrão desejável em termos de pré-natal, que são sete consultas, menos de 5% delas fizeram pré-natal regular – disse.
A pesquisa foi feita entre o segundo semestre de 2011 e o primeiro semestre de 2013 nas 26 capitais de estado e no Distrito Federal, dividida em três abordagens. A primeira com avaliações em todas as capitais, a segunda nas nove regiões metropolitanas e a última nas cidades pequenas e de médio porte. Agora, o instituto está lançando o livro digital sobre a pesquisa, que pode ser obtido no site do Icict.
Fonte: Diário Catarinense
Fonte: Diário Catarinense
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Saúde abre inscrições para curso sobre Crack, álcool e outras drogas
A Secretaria
de Estado da Saúde de Santa Catarina, por meio do Centro Regional de Referência
em Crack, Álcool e Outras Drogas da Escola de Saúde Pública de Santa Catarina
(CRR/ESP/SES-SC), abre inscrições para os cursos de capacitação/atualização em
Crack, Álcool e Outras Drogas.
O curso é
voltado a profissionais que atuam na rede de atenção integral à saúde, educação, assistência
social, segurança e agentes dos sistemas: judiciário, policial, Ministério
Público e entidades que atuam no atendimento/apoio a adolescentes em
cumprimento de medidas socioeducativas, com e sem privação de liberdade.
O objetivo é
o de desenvolver ações integradas e orientadas quanto à prevenção, promoção da
saúde, redução dos riscos e danos associados ao consumo de crack e outras
drogas aos usuários e seus familiares nos municípios catarinenses.
Dúvidas: Micheline,
Joyce, Eliane e Silvana nos seguintes telefones: (48) 3212-1650, 3212-1607 e 3212-1660.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Cigarro é mais viciante que cocaína, diz relatório
O cigarro é mais viciante que a cocaína, aponta estudo preparado pela organização de controle do tabagismo Campanha Crianças Livres do Tabaco, lançado nesta terça-feira, 2, no Brasil. Acompanhe a íntegra da matéria no site do Estadão.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Plano de políticas públicas sobre drogas é tema de entrevista na rádio CBN
O Coronel João Henrique (Secretaria de Estado de Segurança Pública) e a integrante do colegiado gestor estadual de políticas públicas sobre drogas, Fernanda de Oliveira, concederam entrevista à rádio CBN para o programa "Notícia da tarde" nesta sexta, 29. O programa também é transmitido pela TV Com.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Mais de mil pessoas já foram abordadas pelo programa “Crack, é Possível Vencer”
Desde que teve início em Florianópolis, no primeiro semestre
deste ano, mais de mil pessoas já passaram pelo programa “Crack, é Possível
Vencer”, que reúne a Secretaria de Segurança Pública, por meio da Polícia
Militar, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil, com outros segmentos do Estado, como a Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e
Habitação (SST) e o município.
De acordo com o relatório da Polícia Militar, somente no mês
de julho deste ano, 856 pessoas, a maioria usuária da droga, foram orientadas
pelo programa em ações realizadas nas comunidades de Chico Mendes, Ingleses,
Canasvieiras, Vargem Grande e na área central de Florianópolis.
As intervenções são realizadas por policiais militares em
parceria com assistentes sociais e profissionais da saúde, todos treinados para
atuação no programa. Durante a ação, os dependentes químicos, moradores de rua
ou pessoas da comunidade que convivem nos locais usados para o consumo do crack
recebem orientações sobre as providências que podem adotar para buscar para si
ou encaminhar alguém para tratamento especializado.
O coronel PM João Henrique da Silva, coordenador da 1ª
Região Militar, explica que a ação policial dentro do programa está voltada
para a prevenção e encaminhamento das pessoas para o atendimento especializado.
Apesar disso, os policiais não se omitem ao presenciarem ações criminosas
relacionadas às drogas, como o tráfico, agressões, situações envolvendo menores
ou outros tipos de violência. “Nesse caso, é preciso que haja a intervenção
policial necessária e condizente com a situação”, afirma.
Foi o que ocorreu no último mês, quando duas armas de fogo,
além de pedras de crack, foram retiradas de circulação, durante um flagrante
realizado na região continental de Florianópolis. Na ocasião, duas pessoas
foram encaminhadas à delegacia por tráfico e porte ilegal de arma de fogo. Uma
terceira pessoa responderá a termo circunstanciado.
Além dos profissionais envolvidos, as abordagens também ocorrem
com apoio técnico de automóveis, motocicletas e bases operacionais móveis:
ônibus adaptados com câmeras e equipamentos para monitorar os locais usados
pelos usuários de drogas e que servem de suporte aos profissionais que atuam no
programa.
Importante salientar, que as intervenções ocorrem em
sintonia com os profissionais do Eixo Cuidado: assistentes sociais, agentes de
saúde e psicólogos As ações são realizadas semanalmente na região central e no
Norte da Ilha.
O programa
Focado em três eixos, (Autoridade, Cuidado e Prevenção), o
“Crack é Possível Vencer” é um programa firmado entre o Estado e o Governo
Federal para aumentar a rede de serviços de tratamento de saúde e atenção aos
usuários de drogas, especialmente de crack. No eixo Autoridade estão
concentradas as ações referentes à segurança pública, como o monitoramento e
acompanhamento das áreas usadas pelos dependentes químicos.
Além de ações de enfrentamento ao tráfico e a ampliação de
atividades de prevenção. O eixo Cuidado concentra as ações de assistência e
atendimento médico e psicológico especializados. Já o eixo Prevenção, contempla
atividades de orientação, desenvolvidas em escolas e centros comunitários.
Fonte: Secretaria de Estado da Segurança Pública
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas avança para uma nova etapa
Elaborado com a parceria entre diferentes secretarias e órgãos públicos, o Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas avança para uma nova etapa. O documento foi desenvolvido com o objetivo de constituir uma rede de parcerias entre estruturas governamentais, conselhos estaduais e municipais de entorpecentes e o terceiro setor.
Nesta quarta-feira, 13, o plano foi apresentado oficialmente ao governador Raimundo Colombo, contendo diagnósticos regionais para o levantamento de ações e estratégias prioritárias e para a definição de prioridades para os investimentos no setor. O governador autorizou a realização de uma rodada de apresentação dos dados em todas as regiões mapeadas.
“Esse plano é o diagnóstico de Santa Catarina no sentido de que todas as instituições públicas formem uma rede de combate às drogas no Estado. Nosso próximo passo é voltar às sete mesorregiões mapeadas, criar um conselho nestas localidades e começar a abordar preventivamente escolas e órgãos de saúde no combate às drogas, principalmente junto às crianças e adolescentes”, explicou o secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, Jorge Teixeira.
O secretário afirmou que será realizada uma nova reunião para definição de um cronograma para retorno às regiões mapeadas, com prioridade às cidades litorâneas e portuárias.
Entre as ações prioritárias, o plano destaca o programa Reviver, que está sendo realizado em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). A iniciativa trata de prevenção às drogas e tratamento de dependentes, contando com recursos do Governo do Estado para manutenção de vagas e capacitação dos técnicos de comunidades terapêuticas catarinenses.
O plano também propõe medidas como a promoção de campanhas nas diversas mídias para prevenção contra o uso e abuso de álcool e outras drogas e de campanhas para divulgação dos serviços das redes; e a formação e qualificação permanente intersetorial dos profissionais da rede; entre outras.
A comissão de elaboração do plano contou com representantes das secretarias de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação; Saúde; Educação; Segurança Pública; Justiça e Cidadania; e de instituições como a Comissão de Prevenção e Combate às Drogas da Assembleia Legislativa, o Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen), Cruz Azul, Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas e Instituto Programa de Alerta aos Pais. Mais informações sobre as ações desenvolvidas podem ser acompanhadas pelo site: www.vencerasdrogas.sc.gov.br.
A ideia de elaboração do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas surgiu a partir da adesão do Estado ao programa federal Crack, é possível vencer, em 2012.
Informações e foto: Secom
terça-feira, 24 de junho de 2014
Evento cancelado
O Conselho Estadual de Entorpecentes do Estado (Conen) informa que o evento em comemoração à Semana Nacional Antidrogas foi cancelado.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Fapesc capacita 120 dirigentes de comunidades terapêuticas no Sul
![]() |
| Reunião com comunidades terapêuticas em Laguna |
Após
um dia de intensas discussões entre as 120 lideranças de Comunidades
Terapêuticas (CTs), realizadas nesta segunda-feira, 9, em Laguna, um passo importante foi dado no
caminho da profissionalização do acolhimento dos dependentes de drogas
psicoativas no estado.
Durante
os períodos da manhã e da tarde, psicólogos, médicos, assistentes sociais e
dirigentes de 28 CTs de 18 municípios da Grande Florianópolis e do Sul do
Estado participaram da capacitação que busca implementar modelos de
metodologias e tecnologias para essas unidades.
A reunião de Laguna foi a terceira realizada dentro do Projeto Reviver e que serviu para complementar as duas anteriores, realizadas em Itajaí e Lages.
A reunião de Laguna foi a terceira realizada dentro do Projeto Reviver e que serviu para complementar as duas anteriores, realizadas em Itajaí e Lages.
Nesses
três encontros, reuniram-se dirigentes e profissionais das 66 CTs contempladas
em janeiro no Edital do Projeto Reviver, que é coordenado pela Fundação de
Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), em parceria
com a Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (FAPEU).
Foram discutidos uma série de indicadores para o modelo ideal de Comunidade Terapêutica, como a infraestrutura física necessária, a gestão administrativa, equipe técnica, processos de padronização (desde a recepção do dependente até a sua reinserção social), o ambiente e os programas terapêuticos. “Esse projeto é inovador em Santa Catarina e não se tem notícia de atividade semelhante no país”, enaltece o diretor científico da FAPESC, Sebastião Iberes Lopes de Melo.
O Projeto Reviver é resultado de uma parceria inédita nesta área entre o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa, com a autorização de um investimento da ordem de R$ 11 milhões em 2014 para atender a inovação das Comunidades Terapêuticas existentes no estado, com adesão ao Projeto.
Foram discutidos uma série de indicadores para o modelo ideal de Comunidade Terapêutica, como a infraestrutura física necessária, a gestão administrativa, equipe técnica, processos de padronização (desde a recepção do dependente até a sua reinserção social), o ambiente e os programas terapêuticos. “Esse projeto é inovador em Santa Catarina e não se tem notícia de atividade semelhante no país”, enaltece o diretor científico da FAPESC, Sebastião Iberes Lopes de Melo.
O Projeto Reviver é resultado de uma parceria inédita nesta área entre o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa, com a autorização de um investimento da ordem de R$ 11 milhões em 2014 para atender a inovação das Comunidades Terapêuticas existentes no estado, com adesão ao Projeto.
No
total, serão oferecidas 1.200 vagas em um ano, sendo 900 para adultos e 300
para adolescentes. Nos três primeiros meses de implantação do Projeto, este
índice já chegou aos 50% do total da meta do ano.
De acordo com diretora administrativa da Fapesc, Alba Terezinha Schlichting, há várias instituições que não puderam participar do Edital de janeiro e que estão querendo entrar no Projeto. “Provavelmente lançaremos outro Edital em julho para atender essas entidades”, antecipa a diretora.
A meta do projeto é gerar tecnologias sociais inovadoras, como a criação de modelo para o programa de acolhimento e fornecer informações relevantes sobre o processo de atenção no Estado de Santa Catarina. Além disso, o Projeto dará origem a um sistema de informações e um observatório, para oferecer ao Governo subsídios para novas diretrizes políticas e novos modos de condução do processo de atenção de dependentes de substâncias psicoativas.
Decorrerá ainda deste programa inovador a produção de material pedagógico para que as CTs façam cada vez melhor a atenção aos dependentes químicos e, por conseguinte, a sociedade contará com o devido suporte para acolhimento dos dependentes em processo de superação e enfrentamento da dependência. Hoje, no Estado de Santa Catarina, cerca de 700 são os acolhidos em CT com suporte deste projeto de inovação.
De acordo com diretora administrativa da Fapesc, Alba Terezinha Schlichting, há várias instituições que não puderam participar do Edital de janeiro e que estão querendo entrar no Projeto. “Provavelmente lançaremos outro Edital em julho para atender essas entidades”, antecipa a diretora.
A meta do projeto é gerar tecnologias sociais inovadoras, como a criação de modelo para o programa de acolhimento e fornecer informações relevantes sobre o processo de atenção no Estado de Santa Catarina. Além disso, o Projeto dará origem a um sistema de informações e um observatório, para oferecer ao Governo subsídios para novas diretrizes políticas e novos modos de condução do processo de atenção de dependentes de substâncias psicoativas.
Decorrerá ainda deste programa inovador a produção de material pedagógico para que as CTs façam cada vez melhor a atenção aos dependentes químicos e, por conseguinte, a sociedade contará com o devido suporte para acolhimento dos dependentes em processo de superação e enfrentamento da dependência. Hoje, no Estado de Santa Catarina, cerca de 700 são os acolhidos em CT com suporte deste projeto de inovação.
Fonte: Fapesc
terça-feira, 6 de maio de 2014
Sem laudo médico específico, TJ desobriga Estado a pagar tratamento de dependente químico internado compulsoriamente
O Estado não pode arcar com os custos de atendimento de um dependente químico, internado compulsoriamente numa clínica particular, sem a existência de laudo médico que justifique essa medida extrema.
A decisão é do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ), que atendeu ao pedido da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e mudou deliberação do Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital.
Em primeira instância, o Estado tinha sido obrigado a custear o tratamento do paciente, apesar dele já ter fugido diversas vezes de clínicas especializadas na recuperação de dependentes químicos.
No final do ano passado, a pedido da mãe, o jovem foi internado compulsoriamente numa instituição da Grande Florianópolis. Ela pretendia que o Estado pagasse o custo do tratamento, o que foi aceito pela Justiça da Capital, em dezembro.
Para suspender a decisão, a PGE demonstrou que a internação era arbitrária, em razão de o laudo médico não justificar a medida, nem expor a situação clínica do paciente, o que dificultou determinar o melhor tratamento para o caso.
“Vislumbra-se que o deferimento de tal medida impositiva ao Estado sem a apreciação dos requisitos legais à concessão do pleito, uma vez que há ausência do laudo médico circunstanciado, contraria o dispositivo legal que possibilita a internação compulsória”, sustentou a relatora do processo, desembargadora Denise de Souza Luiz Francoski, na sua decisão liminar.
Por outro lado, a PGE lembrou das alternativas para a recuperação do paciente oferecidas pelo Serviço Único de Saúde (SUS), como o atendimento psiquiátrico em centros de atenção psicossocial, visando um tratamento menos invasivo e que possibilite a devida participação da sociedade e da família.
O fato de o paciente ter fugido de outras instituições psiquiátricas em que ficou internado voluntariamente levou à conclusão de que ele tem muita dificuldade em aceitar qualquer tipo de ajuda profissional. “Portanto, ante a recusa do paciente de manter qualquer tratamento, não soa proporcional e isonômico no presente caso obrigar o Estado de Santa Catarina a manter os altos custos de uma clínica particular, sem que haja qualquer resultado de melhora no quadro clínico, enquanto uma outra parcela de necessitados ainda busca por este auxílio”, ressaltou a desembargadora.
Fonte: Procuradoria Geral do Estado
terça-feira, 29 de abril de 2014
Audiência discutirá regulamentação de comunidades terapêuticas
O Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad) convoca a sociedade civil e instituições governamentais para discutir proposta de regulamentação das comunidades terapêuticas em audiência pública em 14 de maio, às 17h, no Ministério da Justiça (MJ). A ideia é receber sugestões de todos os interessados e elaborar uma resolução.
As propostas podem ser encaminhadas até 12 de maio, por escrito, para a sede do Conad, em Brasília (DF), no endereço Esplanada dos Ministérios, Bloco “T”, 2º andar, Sala 208, CEP: 70.064-900. Por meio eletrônico serão aceitas sugestões pelo e-mail
conad@mj.gov.br, e pelos endereços www.obid.gov.brou www.mj.gov.br.
As comunidades terapêuticas são instituições privadas, sem fins lucrativos e financiadas, em parte, pelo poder público que oferecem gratuitamente acolhimento para pessoas com transtornos decorrentes do uso, abuso ou dependência de drogas.
São instituições abertas, de adesão exclusivamente voluntária, voltadas a pessoas que desejam e necessitam de um espaço protegido, em ambiente residencial, para auxiliar na recuperação da dependência à droga.
Para a construção de políticas públicas na área, o Conad constituiu um grupo de trabalho, que é composto por representantes da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad/MJ), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), Conselhos Estaduais de Políticas sobre Drogas (Conens), Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB),Conselho Federal de Psicologia e terceiro setor.
Fonte: Ministério da Justiça
As propostas podem ser encaminhadas até 12 de maio, por escrito, para a sede do Conad, em Brasília (DF), no endereço Esplanada dos Ministérios, Bloco “T”, 2º andar, Sala 208, CEP: 70.064-900. Por meio eletrônico serão aceitas sugestões pelo e-mail
conad@mj.gov.br, e pelos endereços www.obid.gov.brou www.mj.gov.br.
As comunidades terapêuticas são instituições privadas, sem fins lucrativos e financiadas, em parte, pelo poder público que oferecem gratuitamente acolhimento para pessoas com transtornos decorrentes do uso, abuso ou dependência de drogas.
São instituições abertas, de adesão exclusivamente voluntária, voltadas a pessoas que desejam e necessitam de um espaço protegido, em ambiente residencial, para auxiliar na recuperação da dependência à droga.
Para a construção de políticas públicas na área, o Conad constituiu um grupo de trabalho, que é composto por representantes da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad/MJ), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), Conselhos Estaduais de Políticas sobre Drogas (Conens), Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB),Conselho Federal de Psicologia e terceiro setor.
Fonte: Ministério da Justiça
terça-feira, 22 de abril de 2014
Governo estadual inova no acolhimento a dependentes químicos
Comunidades terapêuticas das mais variadas regiões catarinenses estão melhorando o acolhimento de usuários de crack e outras drogas graças ao projeto inovação na atenção aos dependentes de substâncias psicoativas no Estado de Santa Catarina, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC).
As 66 comunidades que assinaram o Termo de Adesão ao projeto estão recebendo novas pessoas em busca de reabilitação desde março e no mesmo mês seus gestores receberam a primeira capacitação, voltada a aperfeiçoar seus procedimentos administrativos. Uma segunda capacitação, desta vez formulada para melhor qualificar os profissionais de saúde, será oferecida em breve e terá como base o próprio feedback dos centros de acolhimento.
Cada comunidade terapêutica está habilitada a oferecer até 10 vagas para acolhimento voluntário de dependentes químicos, principalmente usuários de crack, sendo o primeiro eixo de atuação do projeto. No total, serão oferecidas 1200 vagas em um ano, sendo 900 para adultos e 300 para adolescentes. O diretor técnico-científico da FAPESC, Sebastião Iberes Lopes Melo, explica que é possível haver mais pessoas acolhidas do que o número de vagas: já que o acolhimento é voluntário e os pacientes podem sair a qualquer momento, a vaga pode ser reocupada por outros. “A concepção de acolhimento ideal é de 12 meses, mas não sabemos ao certo qual o tempo médio de recuperação, pois não há estatísticas sobre isso”, diz.
A meta do projeto é gerar tecnologias sociais inovadoras, como a criação de protocolos de acolhimento que fornecerão as informações que faltam sobre o tratamento de dependentes químicos. Além disso, as equipes das Comunidades Terapêuticas farão um inventário das atividades, que dará origem a um banco de dados e um observatório, que representa a segunda frente do projeto, de informática e informação.
A partir da análise desse material e da avaliação das ações nas comunidades, será possível capacitar o corpo técnico nas áreas de psicologia, psicopedagogia, bioquímica e farmacologia, bem como definir uma programação de acordo com as demandas.
A base de dados também possibilitará a realização de estudos acadêmicos nessa área e representa o terceiro eixo de atuação do projeto, que está sendo elaborado de forma intersetorial com a participação do governo estadual e da sociedade civil, e faz parte do Programa Reviver (Rede Estadual de Atenção a Dependentes Químicos).
O projeto também integra as ações do Programa Crack, é Possível Vencer, do governo federal e em Santa Catarina envolve as Secretarias de Estado da Justiça e Cidadania; da Saúde; da Segurança Pública; da Educação; da Assistência Social, Trabalho e Habitação e também integra as ações do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
SST e Fapesc reúnem-se para tratar do projeto Reviver
| Reviver é tema de reunião na Fapesc |
O objetivo foi tratar sobre o projeto Reviver. O secretário da pasta, Jorge Teixeira, participou da reunião.
O programa é parceria entre o governo do Estado e a Fapesc e vai garantir até o fim do ano o atendimento a 1,2 mil pessoas em comunidades de tratamento de dependentes químicos em todo o Estado.
No total serão 900 vagas para adultos e 300 para adolescentes. Entre as ações previstas pelo Reviver estão o diagnóstico e o cadastramento de comunidades terapêuticas, capacitação de profissionais destas comunidades, elaboração de protocolos de prevenção, pesquisa de avaliação do cuidado, da reinserção familiar e da elaboração de material instrucional.
O projeto integra as ações do Programa Crack, é possível vencer e do plano estadual de políticas públicas sobre drogas e envolve as secretarias de Estado da: Justiça e Cidadania, Segurança Pública, Educação, Assistência Social e sociedade civil.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Lei determina que drogas apreendidas sejam destruídas em até 15 dias
A presidenta Dilma Rousseff acaba de alterar a Lei º 12.961
que dispõe sobre a destruição de drogas apreendidas. As novas regras foram
publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).
O artigo que instituía um prazo de 30 dias para incineração
(queima) das drogas apreendidas foi revogado e a lei conta agora com mais dois
artigos que estabelece que a destruição das drogas seja executada pelo delegado
de polícia competente no prazo de até 15 dias. Essa destruição deverá ser feita
na presença do Ministério Público e da autoridade sanitária. O local será
vistoriado antes e depois de efetivada a destruição das drogas.
Segundo o texto, as plantações ilícitas serão imediatamente
destruídas a pedido do delegado de polícia, que recolherá quantidade suficiente
para exame pericial, lavrando auto de levantamento das condições encontradas,
com a delimitação do local, asseguradas as medidas necessárias para a
preservação da prova.
Quanto ao mandado de prisão, recebida cópia do auto de
prisão em flagrante, o juiz terá até 10 dias para certificar a regularidade
formal do laudo de constatação e determinar a destruição das drogas
apreendidas, guardando-se amostra necessária à realização do laudo definitivo.
Encerrado o processo penal ou arquivado o inquérito
policial, o juiz mediante representação do delegado de polícia ou a
requerimento do Ministério Público, determinará a destruição das amostras guardadas
para contraprova.
A destruição de drogas apreendidas sem a ocorrência de
prisão em flagrante será feita por incineração, no prazo máximo de 30 dias
contado da data da apreensão, guardando amostra necessária à realização do
laudo definitivo.
Fonte: Portal Brasil
quarta-feira, 26 de março de 2014
Ministério da Justiça lança dois editais para fortalecer ações contra crack
O Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre
Drogas (Senad), lançou nesta terça-feira (25) dois editais de chamamento
público que irão prover recursos públicos para ações de promoção à saúde,
proteção contra o abuso de álcool e drogas e combate à violência contra jovens
e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
Os editais 'Vivajovem' (Nº 04 e 05/2014), publicados no Diário Oficial da União de hoje (25), são resultantes da parceria entre a Senad, da Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República e dos ministérios da Saúde e Cultura.
O Edital 04/2014 é exclusivo para o repasse de apoio financeiro aos 5.564 municípios do País que se inscreverem, enquanto que o Edital 05/2014 é destinado às instituições privadas (entidades da sociedade civil) sem fins lucrativos do País.
A parceria irá fortalecer as ações do Programa “Crack, é possível vencer” e do Plano Juventude Viva, do governo federal, sendo que os municípios serão priorizados na distribuição dos recursos.
Os projetos selecionados serão financiados pela Senad e devem compreender atividades que insiram os jovens e adolescentes na produção, execução e avaliação de manifestações culturais e esportivas, todas desenvolvidas em suas comunidades.
Os selecionados devem ainda criar espaços coletivos de convívio, articulação e solidariedade, promovendo cidadania e participação social, bem como debaterem temas relevantes ao universo dos jovens, principalmente ao que diz respeito a situação de vulnerabilidade social.
Outro foco do projeto é combater o uso excessivo de álcool e o consumo de outras drogas. A violência contra a juventude, especialmente a juventude negra, o racismo e outras formas de segregação, também devem ser abordados e combatidos.
Por fim, os municípios e entidades sem fins lucrativos que participarem do edital, devem mobilizar e incorporar as ações do projeto como políticas públicas nos locais em que serão desempenhadas as atividades.
Fonte: Ministério da Justiça
Os editais 'Vivajovem' (Nº 04 e 05/2014), publicados no Diário Oficial da União de hoje (25), são resultantes da parceria entre a Senad, da Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República e dos ministérios da Saúde e Cultura.
O Edital 04/2014 é exclusivo para o repasse de apoio financeiro aos 5.564 municípios do País que se inscreverem, enquanto que o Edital 05/2014 é destinado às instituições privadas (entidades da sociedade civil) sem fins lucrativos do País.
A parceria irá fortalecer as ações do Programa “Crack, é possível vencer” e do Plano Juventude Viva, do governo federal, sendo que os municípios serão priorizados na distribuição dos recursos.
Os projetos selecionados serão financiados pela Senad e devem compreender atividades que insiram os jovens e adolescentes na produção, execução e avaliação de manifestações culturais e esportivas, todas desenvolvidas em suas comunidades.
Os selecionados devem ainda criar espaços coletivos de convívio, articulação e solidariedade, promovendo cidadania e participação social, bem como debaterem temas relevantes ao universo dos jovens, principalmente ao que diz respeito a situação de vulnerabilidade social.
Outro foco do projeto é combater o uso excessivo de álcool e o consumo de outras drogas. A violência contra a juventude, especialmente a juventude negra, o racismo e outras formas de segregação, também devem ser abordados e combatidos.
Por fim, os municípios e entidades sem fins lucrativos que participarem do edital, devem mobilizar e incorporar as ações do projeto como políticas públicas nos locais em que serão desempenhadas as atividades.
Fonte: Ministério da Justiça
segunda-feira, 24 de março de 2014
Lista das comunidades terapêuticas beneficiadas com o Programa Reviver
Entidades habilitadas
Cidade: - Entidades: - Contatos:
Alto Bela Vista - Associação. De Familiares e amigos - 49-3455-9290
Angelina - Cevahumos - 48-3247-1089/3242-0592
Araquarí - COTERE - 47-9614-8138
Araranguá - Fazenda S. Jorge -48-3524-0280/9995-2509
Baln. Camboriu - Instituto Redenção -47-3363-9250/3363-7468
Baln. Camboriu - Instituto Redenção -47-3363-9250/3363-7468
Baln. Camboriú - Ct Viver Livre - -47-3363-9947-9106-5122
Baln. Camboriú - Ct Luzes da Vida -47-9928-0771
Baln. Camboriú - Comunidade Luzes da Vida -
Baln. Piçarras - Sítio Caminho Novo - 47-3347-0208/9999-2589
Balneário Rincão- Vida Jovem - 48-3468-1368/9997-2005
Biguaçú - Instituto Redenção -48-3243-8144
Blumenau - Centro Terapêutico Vida- 47-3322-9100
Blumenau - CERENE Blumenau - 47-3702-1900
Braço do Norte - CERVHU - 48-9905-2417/9645-2020
Camboriú - CERTA - 47-3367-8962/3368-1628
Camboriú - I.N.R.E - 47-3363-9250/3363-7468
Canoinhas - ARAD - 47-9975-0184/3624-0674
Chapadão do Lag.- Ct Alto Vale 47-8496-0097/49-9977-9647
Chapecó - Nova Vida (RENASCER) - 49-3323-9955
Criciuma - Desafio Jovem 9928-4822/9636-7139
Curitibanos - CRAVI - 49-3245-2408/49-9972-6253
Erval Velho - Dignidade para Vida - 49-3542-1908
Florianópolis - Liberdade - 48-3234-0428/8425-0352
Ibicaré - REVIVER - 49-3538-0322/3538-0011
Içara - CETRAD - 48-3432-4348
Içara - Deus Esta Aqui - 9641-4079
Itajaí - Conviver - 47-3349-6474
Itajaí - Maranata - 47-3241-5407/8808-1060
Itajaí - Pró-Vida - 47-3346-5193/8854-3657
Itajaí - Vale Ebenezer 47-3246-6913
Itajaí - Nova Vida 47-9714-1010
Itapema - PROVITA - 47-3368-7332/9970-1117
Ituporanga- CERENE Ituporanga - 47-3533-9044
Jaguaruna - Centro de Reabilitação Vida -48-9968-5237
Jaraguá do Sul - Vida Nova - 47-3370-7529/3370-7867
Jaraguá do Sul - Ct Padre Aloísio Boeing - 47-9138-5677
Joinville - Essência de Vida 47-3028-3357/3423-3557
Joinville - Rosa de Saron - 47-3426-2721/3436-1780
Joinville - Sasieq - 47-3433-0027
Lages - CRENSA - 49-3222-2948/48-8802-6515
Laguna - Mão Amiga - 48-9956-2912
Mafra - Atena - 47-3642-4264
Meleiro - Monte Sinai- 48-9955-7357/9966-2572
Nova Trento- Desafio Jovem - 48-9606-8861/9911-7298
Palhoça - CERENE - 48-3242-8152
Palhoça - Passo à Passo - 48-3343-8770/8473-0263
Palhoça - Instituto Vó Maria -
Palhoça - Ong Pró Dignidade Humana -
Palhoça - Cevahumos- 48 3242-0492/9973-6731
Pescaria Brava - Desafio Jovem Monte Ararat -
Porto União - Ct Fundação Hermon - 47-3522-7223
Rio Negrinho - Acepred - 47-3626-6524/9200-8761
Rodeio - Beth Hayoster- 47-9167-1046/9219-0240
São Bento do Sul- CERENE - 47-3635-3131
São João Batista- Bethânia - 48-3265-4415/3265-4416
São José - NURREVI - 48-3034-4555
São José - Liberdade - 48-8452-4353/3246-4332
Siderópolis- Rosa de Saron - 3442-1547
Tubarão - Desafio Jovem - 48-3628-1292
Tubarão - Reconstruir Vidas- 8813-0009
Videira - São Francisco - 49-3566-7212
sexta-feira, 21 de março de 2014
Colegiado gestor estadual reúne-se com secretário Jorge Teixeira e com adjunto Rafael Palmares
O
Colegiado Gestor Estadual Intersetorial de Políticas Públicas sobre Drogas
reuniu-se na tarde desta quinta-feira, 20, na sala de reuniões da Secretaria de
Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) em Florianópolis. Dentre os objetivos
esteve o de apresentar os novos secretários da pasta aos integrantes do fórum:
o secretário Jorge Teixeira e o adjunto, Rafael Palmares.
Na
pauta de discussões constaram ainda temas como a elaboração do Plano Catarinense
de Políticas Públicas sobre Drogas; aquisição de material educativo de uso
transversal a ser distribuído nos Centros de Referência de Assistência Social
(CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e
unidades básicas de saúde nas sete regiões onde ocorrerão as oficinas regionais
de políticas públicas sobre drogas; e projeto Reviver.
segunda-feira, 17 de março de 2014
Secretário Jorge Teixeira reúne-se com parte da equipe de enfrentamento às drogas
| Encontro ocorreu na sexta-feira na SST |
O objetivo do encontro foi o de apresentar o andamento das ações do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas. A reunião foi realizada na sede da SST em Florianópolis.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Curitiba adota programa contra o crack inspirado no “De Braços Abertos”
A cidade de Curitiba deve ser a primeira capital a importar o modelo de tratamento de usuários de crack criado pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad , através do programa “De Braços Abertos”.
A partir de 26 de março a administração do prefeito Gustavo Fruet deve inaugurar um serviço que recebeu o nome de “Intervidas”, que tem como objetivo resgatar os usuários de crack que circulam pelos bairros e vias da capital paranaense, que segundo levantamento da prefeitura com a FioCruz são estimados em mais de 12 mil dependentes químicos.
Ao invés de tendas, como acontece em São Paulo, o “Intervidas” paranaense deve ter dois ônibus adaptados para atendimento e transporte dos agentes de saúde.
Esses ônibus iram aportar nos pontos de maior incidência de usuários, fazendo a abordagem e oferecendo ajuda e serviços públicos aos usuários da droga.
“Em Curitiba nós não temos uma região conhecida como Cracolândia, como São Paulo. Mas o princípio do programa é o mesmo: a geração de vínculo e o oferecimento de suporte básico para que as pessoas possam ingressar no tratamento contra a dependência e recomeçar a vida”, explica Diogo Busse, diretor de Política Pública Sobre Drogas da Prefeitura de Curitiba.
Busse afirma que visitou o projeto de “De Braços Abertos” da prefeitura de São Paulo antes de fechar o plano de atuação curitibano de ajuda aos usuários de crack.
Segundo ele, a concepção do projeto paulistano inspirou o programa paranaense por justamente promover a reinserção social dos dependentes químicos.
“Oferecer serviços públicos e condições básicas de apoio antecede o tratamento médico terapêutico. É uma política inicial de redução de danos que ajuda os próprios usuários a buscarem ajuda, porque eles se sentem mais confiantes para receber apoio médico e largam a droga gradativamente. A ideia de São Paulo de oferecer trabalho, criação de vínculo e não condicionar a ajuda ao tratamento ambulatorial nos ajudou a formatar os serviços que vamos oferecer”, afirma Diogo Busse.
Assim como o programa paulistano, o “Intervidas” fechou parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) para encaixar os trabalhadores em empregos privados, além de oferecer opção de trabalho em ações da prefeitura municipal.
Os ônibus de apoio oferecerão atividades culturais, práticas de esporte e opções de curso de capacitação, além de ajuda psicosocial, médica e odontológica.
Cinco secretarias curitibanas devem participar do novo programa, numa equipe de aproximadamente 60 pessoas, segundo o diretor de Política Pública Sobre Drogas de Curitiba.
“A ideia é não condicionar a prestação desse serviço ao tratamento químico, porque a abstinência é a maior causa de fracasso de ações de recuperação. Como já acontece em São Paulo, é natural que os assistidos por esses programas de redução de danos gradativamente deixem a droga de lado em função das atividades de lazer, do trabalho e dos cursos de capacitação, indo procurar ajuda nas vagas que disponibilizaremos nos Centros de Recuperação”, aponta Diogo Busse.
Segundo prefeito de São Paulo, o programa “De Braços Abertos”, que inspirou o “Intervidas”, conseguiu em um mês a redução média de consumo de crack entre os 389 cadastrados entre 50% e 70%, conforme reportagem divulgada na última sexta-feira (14) por Terra Magazine.
Fonte: Terra Magazine.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Curso de prevenção de drogas capacitará líderes comunitários
Estão abertas as inscrições para a 6ª edição do Curso de Prevenção do Uso de
Drogas: Capacitação para Conselheiros e Lideranças Comunitárias.
Por meio do fortalecimento da rede comunitária, o curso visa capacitar conselheiros estaduais, municipais e líderes comunitários para atuar na prevenção do uso do crack, álcool e outras drogas.
Com início em julho deste ano, o curso on-line oferece 40 mil vagas para candidatos distribuídos em todo território nacional. Os alunos recebem kit didático via correio.
As inscrições ficam abertas até 13 de abril no link. Os alunos recebem kit didático via correio.
Por meio do fortalecimento da rede comunitária, o curso visa capacitar conselheiros estaduais, municipais e líderes comunitários para atuar na prevenção do uso do crack, álcool e outras drogas.
Com início em julho deste ano, o curso on-line oferece 40 mil vagas para candidatos distribuídos em todo território nacional. Os alunos recebem kit didático via correio.
As inscrições ficam abertas até 13 de abril no link. Os alunos recebem kit didático via correio.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Inscrições para cursos de prevenção de drogas terminam nesta semana
As inscrições para a 6ª edição do Curso
de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas terminam ao
longo desta semana em diferentes regiões do País. A capacitação é
oferecida pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da
Justiça (Senad/MJ) e Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação
(SEB/MEC), em parceria com instituições de ensino superior. São oferecidas 70
mil vagas para professores de 16 estados do Brasil e do Distrito Federal.
Segundo o secretário Nacional de Políticas
Sobre Drogas, Vítore Maximiano, a oferta é parte integrante do Programa 'Crack,
É Possível Vencer'. Ele explica que, no campo da prevenção, o programa promove
a capacitação para profissionais das redes de educação. Estão previstos também
cursos para trabalhadores das áreas de segurança pública, saúde e assistência
social, além de conselheiros e lideranças comunitárias e religiosas.
"Nesta edição, o Curso de Prevenção do
Uso de Drogas será executado por várias universidades com início no primeiro
trimestre de 2014. Todo o curso é gratuito e as vagas são para professores do
ensino fundamental e médio de escolas públicas", resumiu Maximiano.
Sul
Na região Sul do país, o curso será executado
em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina. Estão sendo ofertadas
10 mil vagas para professores dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul
e Paraná. Os interessados desses estados poderão fazer as suas inscrições no
site da UFSC.
Para esses três estados, o período de
inscrição vai até 14 de fevereiro de 2014. A divulgação da lista de
selecionados está prevista para fevereiro de 2014. O curso deve começar no dia
17 de março de 2014.
Rio e Minas
Os professores de Minas Gerais e Rio de
Janeiro poderão fazer o curso por meio da Universidade Federal de Juiz de Fora
(UFJF), também na modalidade a distância. São ofertadas 10 mil vaga para
profissionais dos dois estados.
A inscrição online será realizada no site da UFJF até 14 de fevereiro de 2014. A
divulgação do resultado dos candidatos selecionados somente será feita pela
Internet no endereço www.cead.ufjf.br, a partir
do dia 28 de fevereiro de 2014, com acesso amplo e irrestrito.
Demais regiões
Para outros 12 estados da região Sudeste e
também do Norte, Centro-Oeste, e Nordeste, a Universidade de Brasília (UnB)
oferece 50 mil vagas. Estão nessa lista os seguintes estados da Federação: São
Paulo, Espírito Santo, Distrito Federal, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia,
Roraima, Tocantins, Bahia e Sergipe.
A inscrição para o curso pode ser feita por
meio do site da UnB, até 16 de fevereiro de 2014.
Os professores de outros estados da Federação
serão contemplados com vagas oferecidas por outras universidades parceiras
ainda neste ano de 2014.
Fonte: Portal Brasil
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Colegiado gestor estadual sobre drogas reúne-se com a Fapesc
Os
representantes do colegiado gestor estadual de políticas publicas sobre drogas
reuniram-se na tarde desta terça-feira, 28, com os técnicos da Fundação de
Amparo à Pesquisa e Inovação Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc).
O encontro ocorreu na Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e
Habitação (SST) em Florianópolis.
Durante
a reunião ficou definido que os técnicos integrantes do colegiado gestor
estadual e da Fapesc irão reunir-se a cada dois meses para o acompanhamento do
Programa Reviver - Inovação na Atenção aos Dependentes de Substâncias
Psicoativas no Estado de Santa Catarina.
O
programa, parceria entre o governo do Estado e a Fapesc, vai garantir, até o
fim do ano, o atendimento de 1,2 mil pessoas em comunidades de tratamento de
dependentes químicos em todo o Estado. Quarenta e duas entidades aptas foram
inscritas no edital lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão
Universitária (Fapeu).
As
entidades que quiserem informações sobre como se habilitar podem entrar no site da Fapesc.
O
colegiado gestor estadual de políticas públicas sobre drogas é composto pela Comissão
de Prevenção e Combate e às Drogas da Alesc; Secretarias de Estado da:
Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST); Saúde, Educação, Justiça e
Cidadania, Casa Civil e Segurança Pública; Conselho Estadual de Entorpecentes
(Conen); Cruz Azul; Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; e Instituto
PAPAIS (Programa de Alerta aos Pais).
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