terça-feira, 30 de julho de 2013

Artigo do secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba é publicado no DC

O Secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba, teve artigo publicado sobre o tema drogas na edição de sábado, 27/07, no Diário Catarinense.

Juntos contra o crack, *

 

Santa Catarina foi beneficiada com equipamentos do programa Crack, é Possível Vencer, idealizado pelo governo federal em parceria com os governos estaduais. Há muito que essa droga deixou de ser um problema somente de governos. É uma causa social e necessita do envolvimento e compromisso do conjunto de toda a sociedade.

O Brasil é hoje o maior consumidor de crack do mundo, e o segundo maior consumidor de maconha. Em nosso país, as drogas promovem, incentivam e financiam a violência, sobretudo o crime organizado e a sua forma mais viral: as facções criminosas.

É preciso trazer ao debate social um olhar de autocrítica sobre causas emergentes dos tempos atuais: família, valores, ética, dependência química, exclusão, preconceito, juventude, violência, criminalidade, políticas públicas e mobilização comunitária. O poder público e a sociedade civil organizada, em simbiose e nos mesmos alinhamentos de propósitos, devem gerar ações concretas e efetivas para o auxílio à solução desta grave crise de valores.

Dentre as ações que pretendemos alavancar, duas frentes estão bem delineadas: intensificar as operações de fronteiras – em que estão os pontos de entrada e as rotas distribuidoras – e direcionar o policiamento ostensivo para pontos críticos nas cidades.

Os órgãos da Segurança Pública de Santa Catarina recebem com grande expectativa este programa, e assumem seu compromisso em empregar com muito empenho o máximo de esforços para colocar meios e efetivos em permanente integração de inteligência e cooperação operacional com os demais atores deste processo.

Vamos mostrar que na luta contra o flagelo das drogas somos mais fortes e mais preparados para fazer prevalecer o bem.

* César Augusto Grubba, secretário de Estado da Segurança Pública
 

Entrevista para a RBS TV sobre o programa Crack, é possível vencer


O Secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, concedeu entrevista à RBS TV sobre as bases de videomonitoramento do programa federal Crack, é possível vencer. Para conferir a matéria sobre o tema e a entrevista, clique aqui.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Fonseas publica artigo do secretário sobre o tema drogas





O artigo "O passo a passo para o enfrentamento às drogas" do secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, foi publicado em 23/07 no site do Fórum Nacional de Secretários (as) de Estado da Assistência Social (Fonseas). Para ler o texto na íntegra, clique aqui.
 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Artigo sobre drogas publicado no Notícias do Dia

O artigo do secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva sobre o tema drogas foi publicado nesta terça-feira, 23, na edição impressa do jornal Notícias do Dia de Florianópolis.

Confira o texto abaixo:


 


As drogas, as famílias e a prevenção *


As drogas destroem as famílias. Para enfrentarmos este mal é preciso investir em prevenção, que deve começar com os mais jovens: com quem já têm e com aqueles que formarão família. Ninguém nasce bandido, todos nascem inocentes. Em primeiro lugar, os pais são responsáveis por esta transformação e em segundo, a escola.

Precisamos orientar nossos jovens, antes de formarem família, sobre a responsabilidade que eles têm na educação de uma criança. Além de atuarmos de maneira concreta em ações que resultem em menos sofrimento às famílias.

O governo de SC está atuando firmemente neste propósito. Estamos construindo o Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas com a união das secretarias de: Assistência Social, Segurança Pública, Educação, Justiça e Cidadania e Saúde em conjunto com a sociedade civil.
Estamos na fase das oficinas mesorregionais porque o plano contará com a participação dos municípios. Os encontros já ocorreram em Florianópolis e Jaraguá do Sul com a participação de mais de 400 técnicos. Estão previstas oficinas em Criciúma, São Miguel do Oeste, Chapecó, Joaçaba e Lages.

Em paralelo, o governo investirá R$ 11 milhões em ações de suporte com a oferta de mil vagas em comunidades terapêuticas. Estão previstas ainda a reforma de leitos no Hospital Infantil Joana de Gusmão e no Hospital Regional de São José.

Outras ações na área de assistência social incluem R$ 44,5 milhões na construção de 79 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e 27 Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), que ajudam a fortalecer os vínculos entre as famílias.

Há duas semanas, foram entregues as quatro bases móveis de videomonitoramento e que integram o programa federal “Crack, é possível vencer”, com R$ 7,2 milhões de investimentos. O Estado aderiu ao programa em 2012. Infelizmente, não tivemos total apoio da imprensa, que prefere coberturas deste tema em situações negativas.

A mídia tem importante papel de conscientização sobre os malefícios causados pela dependência química. Os espaços em novelas, programas de auditório, rádios, jornais, revistas e outros meios de comunicação deveriam ser mais usados para este fim.

Além de parte da imprensa também senti falta da presença de promotores e juízes na cerimônia de entrega das bases. Como representantes da Justiça, eles têm papel importante na conscientização sobre o problema das drogas.

É apenas com a união de esforços que poderemos minimizar a dor das famílias, das pessoas envolvidas com drogas e disseminar a paz nas comunidades.

* João José Cândido da Silva
Secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST)



segunda-feira, 22 de julho de 2013

Artigo sobre drogas é publicado no Diário Catarinense

O artigo do secretário João José Cândido da Silva sobre o tema drogas foi publicado na edição desta segunda-feira, 22 no Diário Catarinense.

Confira o artigo:




Pelo combate às drogas
O enfrentamento às drogas não pode ser responsabilidade apenas do governo, tem de ser de todos: da mídia, do Poder Judiciário, do Ministério Público e da sociedade civil. Devemos ajudar na conscientização sobre os malefícios do uso e abuso de drogas. E contribuir com ações que resultem em menos sofrimento às famílias.
 
O governo do Estado já está atuando desde o ano passado na construção do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas, elaborado de maneira intersetorial e com a participação social. Investirá ainda R$ 44,5 milhões na construção de 106 equipamentos de assistência social até 2014. São 79 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e 27 Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas).
 
Outros R$ 11,9 milhões serão para ações de suporte com a oferta de mil vagas em comunidades terapêuticas. A reforma de leitos no Hospital Infantil Joana de Gusmão e no Hospital Regional de São José com recursos do BNDES também estão previstos.
 
Na semana passada, foram entregues as quatro bases móveis de videomonitoramento e que integram o programa federal “Crack, é possível vencer”, com R$ 7,2 milhões de investimentos. Infelizmente, não tivemos total apoio da imprensa, que prefere coberturas deste tema em situações negativas. Além de parte da imprensa também senti falta da presença de promotores e juízes na cerimônia. As bases móveis integram o eixo Autoridade do programa Crack, é possível vencer.
 
O enfrentamento a este mal só é possível com a prevenção e com a ajuda de todos. É importante nos aprofundarmos na prevenção, tratamento e acolhimento dos dependentes químicos. Temos de orientar os jovens com filhos ou que virão a tê-los sobre a responsabilidade de se educar uma criança. Ninguém nasce bandido, todos nascem inocentes. Ao utilizarmos estratégias de prevenção, as famílias serão tranquilizadas e terão paz.
 
João José Cândido da Silva
Secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST)

 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Reunião discute estratégia de utilização das bases móveis do programa Crack, é possível vencer

Integrantes do comitê gestor estadual que participam da elaboração do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas estiveram reunidos nesta quarta-feira, 17, na sede da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), em Florianópolis.

O objetivo do encontro foi o de estabelecer as comissões que elaborarão os protocolos de atendimento aos dependentes químicos que forem abordados pelas bases móveis de videomonitoramento. As comissões foram divididas em grupos para avaliar de que maneira as bases serão operadas e como os serviços serão organizados.   A próxima reunião do grupo está prevista para 5 de agosto na sede da SST.

Bases móveis - As quatro bases foram entregues em 12 de julho durante cerimônia realizada em Florianópolis. As bases serão instaladas na Capital, custaram R$ 7,2 milhões e integram as ações de expansão do programa Crack, é possível vencer do governo federal.

Os equipamentos foram entregues com 80 câmeras de videomonitoramento, oito viaturas, oito motos, 200 pistolas de condutividade elétrica e 600 espargidores de pimenta.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Bom dia Brasil da Rede Globo veiculou notícia sobre o crack

Programa do governo federal de combate ao crack está longe de cumprir metas


No Brasil, um ano e meio depois de o Governo Federal lançar um programa de combate ao crack, menos da metade dos R$ 4 bilhões anunciados foram investidos.
Uma reportagem do Bom Dia Brasil exibida há dois anos flagrou uma cracolândia em pleno Centro da capital federal. Também foi mostrado o consumo de crack na cidade de Ceilândia, a poucos quilômetros de Brasília. Dependentes da droga viviam em bueiros. Pessoas perderam tudo, pais que abandonaram as famílias por causa da droga, tamanha era a destruição provocada pelo crack.

Assista a reportagem na íntegra aqui

domingo, 14 de julho de 2013

Secretário concede entrevista para a RBS TV sobre o programa Crack, É Possível Vencer



O Secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) João José Cândido da Silva, destacou durante entrevista à RBS TV, que o governo do Estado organizou encontros mesorregionais para a construção do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. E que não apenas o eixo Autoridade, mas o Eixo cuidado e prevenção devem ser desenvolvidos em cada município.

A entrevista foi concedida durante a cerimônia de entrega das quatro bases móveis de videomonitoramento, ocorrida na sexta-feira, 12, em Florianópolis. As bases integram o programa Crack, é possível vencer do governo federal. O secretário João José Cândido da Silva coordena o programa federal em SC.





sexta-feira, 12 de julho de 2013

Equipamentos ampliam atuação de SC no enfrentamento às drogas

Bases móveis e veículos para a Segurança Pública
O governo do Estado recebeu na tarde desta sexta-feira, 12, quatro bases móveis de videomonitoramento. As bases serão instaladas na Capital, custaram R$ 7,2 milhões e integram as ações de expansão do programa Crack, é possível vencer do governo federal.

Os equipamentos foram entregues com 80 câmeras de videomonitoramento, oito viaturas, oito motos, 200 pistolas de condutividade elétrica e 600 espargidores de pimenta. O evento foi realizado na Academia de Polícia Militar, no Bairro Trindade.

As quatro bases móveis a serem instaladas em Florianópolis ficarão em áreas consideradas de maior concentração de uso de crack. Duas delas serão destinadas ao 4ª Batalhão, que atua na área central e no Sul da Ilha; uma ficará com o 21º Batalhão, no Norte da Ilha, e a outra no 22º Batalhão, no Continente.

Durante a solenidade, os municípios de Blumenau, Joinville e São José também aderiram ao programa federal. Juntos, estes municípios receberão investimentos de R$ 7,9 milhões para a aquisição de quatro bases móveis e equipamentos de proteção e operacionais. Das quatro bases móveis a serem entregues em 2014, Joinville receberá duas, enquanto Blumenau e São José recebem uma base, cada um. O Estado de Santa Catarina e o município de Florianópolis efetuaram a adesão ao programa federal no ano passado.

O secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, que coordena o programa federal em SC, destacou que a Assistência Social atua por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) num trabalho de orientação, diagnóstico e tratamento prévio junto à família. “É um trabalho que deve ser em conjunto com a Segurança Pública e a Saúde, outras duas áreas que são muito importantes após a pessoa ter feito uso da droga ilícita, principalmente o crack”, ressaltou. O secretário afirmou ainda que é preciso atuar junto aos jovens que têm família ou que formarão família para que sejam orientados sobre os problemas decorrentes das drogas.

O secretário de Estado da Segurança Pública César Augusto Grubba reforçou a necessidade de uma ação conjunta com propósito de coibir o uso e comércio de crack. “O  crack não é apenas um problema de governos, mas sim uma causa social e necessita do envolvimento e compromisso do conjunto de toda a sociedade”, afirma. Grubba entende que o poder público e a sociedade civil organizada, em simbiose e nos mesmos alinhamentos de propósitos, devem garantir ações concretas e efetivas para o auxílio à solução desta grave crise de valores.

Participaram ainda da cerimônia de entrega dos equipamentos o prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Júnior; a Secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki; a ministra das Relações Institucionais Ideli Salvatti; o Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel PM Nazareno Marcineiro; secretários municipais de Segurança de Joinville, Blumenau e São José, policiais militares, civis e convidados.

Plano Catarinense – Além de aderir ao programa Crack, é possível vencer, o Governo do Estado já se mobilizou para enfrentar a questão das drogas. Em 2012, foram realizadas mais de 40 reuniões intersetoriais com os técnicos das Secretarias Estaduais envolvidas e 3 reuniões com a presença do Ministério da Justiça e do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, ocorridas respectivamente nos dias 24 e 25/5/2012, 14/8/2012 e 06 e 07/11/2012.

Para este ano, estão previstas sete oficinas regionais sobre políticas públicas sobre drogas em que os municípios vão debater a realidade local e propor soluções que devem compor o Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. O foco do plano é o trabalho intersetorial com as instituições envolvidas no assunto. As oficinas já foram realizadas em Florianópolis e Jaraguá do Sul. As próximas serão em Criciúma, São Miguel do Oeste, Chapecó, Joaçaba e Lages.

Participam do colegiado gestor estadual a Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Alesc; as Secretarias de Estado da: Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST); Saúde, Educação, Justiça e Cidadania e Segurança Pública; Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen); Casa Civil; Cruz Azul; Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; Federação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; Prefeitura de Florianópolis; Centro Cultural Escrava Anastácia; e Instituto Padre Vilson Groh.

Santa Catarina recebe equipamentos para o enfrentamento do crack e outras drogas

Foto: Polícia Militar SC
O governo federal fará, nesta sexta-feira, 12, a entrega de equipamentos e expansão do Programa Crack, é Possível Vencer em Santa Catarina. Os catarinenses recebem quatro bases móveis de videomonitoramento e ampliam as ações de enfrentamento às drogas para Blumenau, Joinville e São José com a adesão destes municípios ao programa. O Estado de Santa Catarina e o município de Florianópolis efetuaram a adesão ao programa no ano passado.

A solenidade será realizada a partir das 14h na Academia da Polícia Militar de Santa Catarina, no Bairro Trindade, em Florianópolis. O evento contará com a presença da secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki; e da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

As quatro bases móveis que serão instaladas em Florianópolis custaram R$ 7,28 milhões. Os equipamentos serão entregues com 80 câmeras de videomonitoramento, oito viaturas, oito motos, 200 pistolas de condutividade elétrica e 600 espargidores de pimenta.

Para atuar nas bases móveis da Capital, já foram capacitados 145 profissionais de segurança pública e 17 policiais militares que trabalham especificamente com o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). Para essas capacitações, os investimentos da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) superam R$ 365 mil.

Duas bases móveis serão destinadas para o 4º Batalhão da Polícia Militar (responsável pelo Centro da Capital e Sul da Ilha), uma para o 21º batalhão (responsável pelo Norte da Ilha) e outra para o 22º batalhão (responsável pelo policiamento na área continental).

Em Santa Catarina a Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) coordena o programa Crack, é Possível Vencer com a  integração das diversas áreas: Assistência Social, Segurança Pública, Educação, Saúde, Justiça e Cidadania. “O Estado e o município de Florianópolis pleitearam junto ao governo federal esta ação para a Grande Florianópolis. Esse é um importante passo no enfrentamento às drogas. E nossa mobilização vai além porque  já estamos trabalhando na elaboração do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas”, destaca o Secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva.

"Trata-se de mais uma ferramenta na área da prevenção no combate ao uso de crack. Este programa permite um trabalho integrado com foco na prevenção, pois quanto mais o Estado investir nesta área menos irá gastar na repressão. O  Crack não é somente um problema de governos, mas sim uma causa social e necessita do envolvimento e compromisso do conjunto de toda a sociedade.  Por isso, a importância desta parceria já que esta droga tem atingido toda a sociedade, destruindo famílias e criando uma verdadeira legião de zumbis", destaca o secretário da Segurança Pública, César Grubba.

Os três municípios de Santa Catarina que passam a integrar o Programa Crack, é Possível Vencer receberão juntos mais de R$ 7,9 milhões para a área de segurança pública. O investimento será na capacitação de 160 profissionais de segurança pública que atuarão nas bases e de 42 policiais militares do Proerd e na compra das quatro bases, além dos equipamentos que as acompanham: 80 câmeras de videomonitoramento, oito viaturas, oito motocicletas, 200 pistolas de condutividade elétrica e 600 espargidores de pimenta.
Das quatro bases móveis a serem entregues em 2014, Joinville receberá duas, enquanto os municípios de Blumenau e São José recebem uma base cada um.

Assistência social - Além da segurança pública o programa Crack, é possível vencer prevê investimentos para a assistência social. Nesse caso o objetivo é fortalecer e ampliar o Serviço Especializado de Abordagem Social, com oferta de Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), Centros para População em Situação de Rua (Centros POP) e vagas em Serviços de Acolhimento.
“A Assistência Social atua por meio dos CRAS e CREAS no trabalho de orientação, diagnóstico e tratamento prévio junto à família. É um trabalho que deve ser em conjunto com a Segurança Pública e a Saúde, outras duas áreas que são muito importantes após a pessoa ter feito uso da droga ilícita, principalmente o crack”, ressalta o Secretário João Cândido da Silva. O governo do Estado construirá 79 CRAS e 27 Creas até o final de 2014, com previsão de R$ 44,5 milhões em recursos.

CRAS e CREAS - Os CRAS destinam-se à população que vive em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, ausência de renda,  ou privação de acesso aos serviços públicos. É uma unidade de proteção social básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que tem por objetivo prevenir estas ocorrências.
Em Santa Catarina existem 343 CRAS em 271 municípios. O governo do Estado construirá 79 CRAS até 2014 com previsão de R$ 30,5 milhões.

Os CREAS são considerados serviços de média complexidade porque oferecem atendimento às famílias e pessoas com os direitos violados, mas cujos vínculos familiares e comunitários não foram rompidos. O foco são pessoas que sofreram violência física, psicológica, sexual, tráfico de pessoas ou que estão em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, entre outros. Atualmente, existem 86 CREAS em Santa Catarina em 82 municípios. O governo catarinense construirá 27 Creas até 2014 com previsão de R$ 14 milhões.

O Estado possui ainda cinco Centros de Referência Especializados para Pessoas em Situação de Rua (CREAS POP) para o atendimento a 4.810 famílias por mês. No Estado, os CREAS POP estão localizados em Joinville, Tubarão, Blumenau, Rio do Sul e Florianópolis.

Já na área da saúde, os investimentos do programa Crack, é possível vencer são para ações de tratamento aos dependentes químicos e para a criação de novos leitos para atendimento aos usuários de drogas e Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS-AD), com atendimento 24 horas, além da implantação de Unidades de Acolhimento e Consultórios na Rua.

Plano Catarinense – Além de aderir ao programa Crack, é possível vencer, o Governo do Estado já se mobilizou para enfrentar a questão das drogas. Em 2012, foram realizadas mais de 40 reuniões intersetoriais com os técnicos das Secretarias Estaduais envolvidas e 3 reuniões com a presença do Ministério da Justiça e do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, ocorridas respectivamente nos dias 24 e 25/5/2012, 14/8/2012 e 06 e 07/11/2012.

Em 2013, já foram realizados 16 encontros com os participantes das secretarias e da sociedade civil para debater o andamento de elaboração do Plano. Para este ano, estão previstas sete oficinas regionais sobre políticas públicas sobre drogas em que os municípios vão debater a realidade local e propor soluções que devem compor o Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. O foco do plano é o trabalho intersetorial com as instituições envolvidas no assunto.

Em cada oficina regional são empossados os membros do colegiado gestor e os municípios podem aderir ao plano. O colegiado será responsável pela viabilização, monitoramento e avaliação do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas no âmbito regional e municipal. Todas essas ações são resultado do que foi definido em 2012 no 1º Encontro Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas.As oficinas já foram realizadas em Florianópolis e Jaraguá do Sul. As próximas serão em Criciúma, São Miguel do Oeste, Chapecó, Joaçaba e Lages. 

Participam do colegiado gestor estadual a Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Alesc; as Secretarias de Estado da: Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST); Saúde, Educação, Justiça e Cidadania e Segurança Pública; Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen); Casa Civil; Cruz Azul; Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; Federação Catarinense de Comunidades Terapêuticas; Prefeitura de Florianópolis; Centro Cultural Escrava Anastácia; e Instituto Padre Vilson Groh.

Comunidades terapêuticas – O projeto para inovação tecnológica na abordagem e cuidado aos dependentes químicos e famílias foi encaminhado pelo governo do Estado à  Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). A previsão orçamentária é de R$ 11,9 milhões. 

Um dos objetivos do projeto será desenvolver ações de suporte para a superação da dependência química, com oferta de 1.000 vagas em comunidades terapêuticas do Estado. O documento visa também a capacitação de profissionais para avaliar o impacto social que a dependência química acarreta.

O Secretário da SST, João José Cândido da Silva, ressaltou que a Fapesc, a Udesc e UFSC devem fazer a supervisão técnica das comunidades terapêuticas, que terão de validar protocolos de atenção. Os recursos serão ofertados às comunidades terapêuticas que se adequarem à legislação federal do Ministério da Saúde. Atualmente existem 140 comunidades terapêuticas em SC, que oferecem 3 mil vagas. Hoje o custo do dependente na comunidade é de R$ 1,2 mil mês.

Ações na saúde – Outras ações também estão sendo executadas pelo governo do Estado. Na área da saúde, o projeto técnico de reforma de 16 leitos no Hospital Infantil Joana de Gusmão está aprovado e em 30 dias devem começar as obras. O investimento previsto é de R$ 750 mil. No Hospital Regional de São José estão previstos 30 leitos e os recursos devem vir da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) do Ministério da Justiça.

O Centro de Recuperação e Referência de Tratamento do Crack (CRR) já foi constituído e está ofertando cursos para profissionais das redes públicas de saúde, segurança pública, Poder Judiciário e Ministério Público. São cerca de 340 profissionais em diversas áreas junto à Escola de Saúde Pública.

Para a emergência psiquiátrica do Hospital Universitário (HU) em Florianópolis estão previstos R$ 3,5 milhões para reforma com retaguarda hospitalar para a Grande Florianópolis, em projeto conjunto com a prefeitura. A obra está concluída. O município de Florianópolis também teve recursos repassados pelo Ministério da Saúde para o Centro de Atenção Psicossocial (Caps 3), que funciona 24 horas.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Secretário participa do programa Conversas Cruzadas da TV COM e debate sobre drogas

O Secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, participou nesta terça-feira, 2, da gravação do Programa Conversas Cruzadas, da TV COM.
O tema do debate, que contou também com representantes de comunidades terapêuticas, foi sobre drogas.

O programa irá ao ar nesta quarta-feira, 3, às 22h, na TV COM do grupo RBS no canal 36 da net.