A 1ª Oficina de Mobilização Intersetorial de Políticas Públicas sobre Drogas da Mesorregião da Grande Florianópolis abriu na noite desta segunda-feira, 10, no Hotel Oceania, em Florianópolis. O objetivo é debater propostas para a região que devem integrar o Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. O Plano será baseado no trabalho intersetorial das instituições que participam do evento e possuem ações diretas ou indiretas relacionadas à questão das drogas. A oficina prossegue nesta terça-feira, 11.
O Secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, destacou que a prevenção deve ser ampliada e melhorada. “As oficinas são parceria entre o governo do Estado, os conselhos e o terceiro setor para que possamos contribuir para a pacificação das famílias”, ressaltou. “Este tema precisa ser debatido não apenas entre os poderes públicos, mas envolver toda a sociedade na busca do enfrentamento ao problema das drogas”, completou.
O secretário de Estado da Segurança Pública, Cesar Grubba, afirmou que o crack e a cocaína estão entre as drogas que mais matam e movimentam bilhões de dólares pelo mundo. “O país é o segundo maior mercado de cocaína e o primeiro em consumo de crack no mundo. Ao aplicarmos na prevenção, conseguiremos promover o resgate da vida e da cidadania”, reforçou. “Vamos ser multiplicadores destas ações em favor da sociedade”, destacou. O secretário adjunto municipal de Saúde, Mário Bastos, disse que é importante a mobilização intersetorial para que se alcance os resultados positivos.
Na abertura, os integrantes do colegiado gestor da mesorregião de Grande Florianópolis assinaram o termo de adesão ao Plano. O evento contou ainda com a participação da delegada Sandra Mara Pereira, presidente do Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen) que destacou a Judicialização do dependente químico. A psicóloga e gerente de proteção social especial da SST, Sandra Regina da Silva, palestrou sobre a rede de atendimento ao dependente químico.
Nesta terça-feira, as propostas serão debatidas nos trabalhos de grupo. Os participantes serão distribuídos de acordo com os seguintes eixos: saúde intersetorial; segurança pública; cidadania e justiça; educação e prevenção intersetorial; assistência social e trabalho intersetorial e controle social e comunidades terapêuticas.
Após a apresentação da metodologia, cada grupo vai analisar um estudo de caso e definir as propostas prioritárias, além de realizar o diagnóstico da rede de serviços da região. A síntese das observações será exposta ao final da oficina regional e o resultado será encaminhado para o Colegiado Gestor da Mesorregião de Florianópolis para análise e posterior aprovação, elaboração do plano operativo e a execução conjunta com o Governo do Estado.
Criminalidade - O trabalho do colegiado gestor da Grande Florianópolis será fundamental no enfrentamento às drogas porque a região concentra boa parte das estatísticas criminais do Estado. Dados de 2012, da Secretaria de Estado da Segurança Pública, indicam que nos casos de roubo, sequestro e cárcere privado, extorsão mediante sequestro e tráfico de drogas; a Grande Florianópolis é responsável por quase metade das ocorrências em Santa Catarina. Nos casos de roubo os registros são de 52,10% do total no Estado; sequestro e cárcere privado ficam com 46,15% e extorsão mediante sequestro fica com 45,83%. Somente o tráfico de drogas na Grande Florianópolis corresponde a 44% dos registros deste tipo em todo o Estado.
Oficinas - A oficina regional de Florianópolis será a primeira de sete oficinas que serão realizadas no Estado até o final de 2013. Estão previstas ainda oficinas regionais em Jaraguá do Sul, nos dias 25 e 26 de junho e em Chapecó, nos dias 23 e 24 de julho. No caso das oficinas de São Miguel do Oeste, Joaçaba, Criciúma e Lages as datas ainda serão definidas.
Os técnicos que participarem das Oficinas Regionais vão definir as prioridades que devem fazer parte do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. “Queremos criar uma estratégia conjunta com os municípios, pois as ações requerem uma coordenação e organização do cuidado. E outra parte depende de investimentos em setores específicos”, disse o Secretário Adjunto da SST, Eleudemar Rodrigues.
Foram convidados para participar das oficinas os técnicos das Secretarias de Estado da Assistência Social; Saúde; Justiça e Cidadania; Educação; Segurança Pública; Casa Civil; Conselhos tutelares, Conselhos de segurança, Conselhos municipais antidrogas (Comads); Fundações; Comunidades terapêuticas; Ministério Público; Tribunal de Justiça; representantes de escolas particulares e de entidades socioeducativas e prisionais; além da Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Assembleia Legislativa (Alesc).
Quem participa? Técnicos das Secretarias de Estado da Assistência Social; Saúde; Justiça e Cidadania; Educação; Segurança Pública; Casa Civil; Conselhos tutelares, Conselhos de segurança, Conselhos municipais antidrogas (Comads); Fundações; Comunidades terapêuticas; Ministério Público; Tribunal de Justiça; representantes de escolas particulares e de entidades socioeducativas e prisionais; além da Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Assembleia Legislativa (Alesc).
11/06 (terça-feira)
08h30m – Apresentação da metodologia
09h – Estudo de caso:
Eixo 1: Saúde Intersetorial
Eixo 2: Segurança Pública
Eixo 3: Cidadania e Justiça
Eixo4: Educação e Prevenção Intersetorial
Eixo 5: Assistência Social e Trabalho Intersetorial
Eixo 6: Controle Social e Comunidades Terapêuticas
12h30m – Almoço
14h – Apresentação dos Grupos
16h – Encerramento
O secretário de Estado da Segurança Pública, Cesar Grubba, afirmou que o crack e a cocaína estão entre as drogas que mais matam e movimentam bilhões de dólares pelo mundo. “O país é o segundo maior mercado de cocaína e o primeiro em consumo de crack no mundo. Ao aplicarmos na prevenção, conseguiremos promover o resgate da vida e da cidadania”, reforçou. “Vamos ser multiplicadores destas ações em favor da sociedade”, destacou. O secretário adjunto municipal de Saúde, Mário Bastos, disse que é importante a mobilização intersetorial para que se alcance os resultados positivos.
Na abertura, os integrantes do colegiado gestor da mesorregião de Grande Florianópolis assinaram o termo de adesão ao Plano. O evento contou ainda com a participação da delegada Sandra Mara Pereira, presidente do Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen) que destacou a Judicialização do dependente químico. A psicóloga e gerente de proteção social especial da SST, Sandra Regina da Silva, palestrou sobre a rede de atendimento ao dependente químico.
Nesta terça-feira, as propostas serão debatidas nos trabalhos de grupo. Os participantes serão distribuídos de acordo com os seguintes eixos: saúde intersetorial; segurança pública; cidadania e justiça; educação e prevenção intersetorial; assistência social e trabalho intersetorial e controle social e comunidades terapêuticas.
Após a apresentação da metodologia, cada grupo vai analisar um estudo de caso e definir as propostas prioritárias, além de realizar o diagnóstico da rede de serviços da região. A síntese das observações será exposta ao final da oficina regional e o resultado será encaminhado para o Colegiado Gestor da Mesorregião de Florianópolis para análise e posterior aprovação, elaboração do plano operativo e a execução conjunta com o Governo do Estado.
Criminalidade - O trabalho do colegiado gestor da Grande Florianópolis será fundamental no enfrentamento às drogas porque a região concentra boa parte das estatísticas criminais do Estado. Dados de 2012, da Secretaria de Estado da Segurança Pública, indicam que nos casos de roubo, sequestro e cárcere privado, extorsão mediante sequestro e tráfico de drogas; a Grande Florianópolis é responsável por quase metade das ocorrências em Santa Catarina. Nos casos de roubo os registros são de 52,10% do total no Estado; sequestro e cárcere privado ficam com 46,15% e extorsão mediante sequestro fica com 45,83%. Somente o tráfico de drogas na Grande Florianópolis corresponde a 44% dos registros deste tipo em todo o Estado.
Oficinas - A oficina regional de Florianópolis será a primeira de sete oficinas que serão realizadas no Estado até o final de 2013. Estão previstas ainda oficinas regionais em Jaraguá do Sul, nos dias 25 e 26 de junho e em Chapecó, nos dias 23 e 24 de julho. No caso das oficinas de São Miguel do Oeste, Joaçaba, Criciúma e Lages as datas ainda serão definidas.
Os técnicos que participarem das Oficinas Regionais vão definir as prioridades que devem fazer parte do Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas. “Queremos criar uma estratégia conjunta com os municípios, pois as ações requerem uma coordenação e organização do cuidado. E outra parte depende de investimentos em setores específicos”, disse o Secretário Adjunto da SST, Eleudemar Rodrigues.
Foram convidados para participar das oficinas os técnicos das Secretarias de Estado da Assistência Social; Saúde; Justiça e Cidadania; Educação; Segurança Pública; Casa Civil; Conselhos tutelares, Conselhos de segurança, Conselhos municipais antidrogas (Comads); Fundações; Comunidades terapêuticas; Ministério Público; Tribunal de Justiça; representantes de escolas particulares e de entidades socioeducativas e prisionais; além da Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Assembleia Legislativa (Alesc).
Quem participa? Técnicos das Secretarias de Estado da Assistência Social; Saúde; Justiça e Cidadania; Educação; Segurança Pública; Casa Civil; Conselhos tutelares, Conselhos de segurança, Conselhos municipais antidrogas (Comads); Fundações; Comunidades terapêuticas; Ministério Público; Tribunal de Justiça; representantes de escolas particulares e de entidades socioeducativas e prisionais; além da Frente Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas da Assembleia Legislativa (Alesc).
11/06 (terça-feira)
08h30m – Apresentação da metodologia
09h – Estudo de caso:
Eixo 1: Saúde Intersetorial
Eixo 2: Segurança Pública
Eixo 3: Cidadania e Justiça
Eixo4: Educação e Prevenção Intersetorial
Eixo 5: Assistência Social e Trabalho Intersetorial
Eixo 6: Controle Social e Comunidades Terapêuticas
12h30m – Almoço
14h – Apresentação dos Grupos
16h – Encerramento


