A proposta é identificar dados sobre a situação nacional do consumo de drogas e suas consequências
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está selecionada para realizar o 2° Relatório Brasileiro sobre Drogas, informou nesta quinta-feira (5) o Ministério da Justiça. Com o resultado, a instituição será convocada para formalizar os trabalhos. O prazo de execução do relatório é de 12 meses.
O primeiro Relatório Brasileiro sobre Drogas, publicado em 2009, foi realizado em parceria com o Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo.
O documento disponibiliza aos componentes do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad) - à população em geral e à comunidade internacional, os dados mais abrangentes e relevantes sobre a situação nacional do consumo de drogas e suas consequências, bem como as ações empreendidas para reduzir a sua oferta no Brasil.
Fonte: Portal Brasil
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Governo do Estado de SC apresenta a campanha "Drogas. Não dá mais para aceitar"
Para fortalecer a prevenção e o enfrentamento às drogas, o Governo de Santa Catarina apresentou nesta terça-feira, 25, no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, a campanha "Drogas. Não dá mais para aceitar". Trata-se de um conjunto de ações multissetoriais a fim de sensibilizar a sociedade para a repercussão que o uso de drogas causa não apenas na vida do usuário, mas em todo o núcleo social em que ele está inserido.
“Todos conhecemos os danos que as drogas causam na vida das pessoas, destrói famílias, prejudica, escraviza... Há necessidade de uma reação forte da sociedade e, aqui, em Santa Catarina muitos fazem um trabalho extraordinário, que serve como apoio para muitas pessoas, no entanto precisamos avançar. Temos que agir na conscientização da sociedade, mostrar as consequências e o sofrimento que as drogas vão causar. Vamos em frente, unir e somar forças, trabalhar em conjunto para fazer um excelente trabalho na proteção de todos os catarinenses”, afirmou o governador.
A droga ultrapassou o limite de ser um problema de saúde pública ou de polícia. Hoje, ela atinge diretamente o dia a dia do cidadão e está adoecendo a sociedade de maneira geral. Temos o auto abandono causado pelo crack, as patologias decorrentes do uso de entorpecentes em pessoas com predisposição, o esfacelamento do núcleo familiar, o aumento da violência doméstica e nas ruas, entre tantos outras consequências.
De acordo com dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública, a cada dez casos de violência registrados em Santa Catarina, sete estão relacionados a drogas ilícitas. Isso impacta diretamente a população. Em outros setores, não é diferente. Entre a população carcerária, por exemplo, 42,1% dos presos são por tráfico. O índice é maior que o de roubo (16,9%), furto qualificado (13,2%), homicídio (12,6%), furto simples (9,6%) e latrocínio (4%).
Nos índices de homicídio, 65% das vítimas e/ou autores possuem antecedentes criminais e em quase a totalidade desses casos o histórico tem a ver com o tráfico ou uso de drogas. Estima-se que entre 60% e 70% de todas as ocorrências de homicídios tenham correlação direta (tráfico) ou indireta (desavença) com situações envolvendo drogas.
“A droga é uma tragédia na vida das pessoas. O Estado está enfrentando com coragem esse tema que aflige o mundo inteiro. É uma ação que será conduzida de forma intersetorial, envolvendo, especialmente as áreas de Segurança, Assistência, Saúde e Educação, mas que também depende do apoio da sociedade. Juntos e com eficiência, poderemos vencer esse drama”, afirmou a secretária de Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação, Angela Albino.
A secretária Angela Albino destacou que, no Estado, estão em construção 81 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Santa Catarina conta com 354 Cras e 87 Creas. Eles trabalham com a prevenção e oferecem serviços continuados à população que vive em situação de vulnerabilidade social e as famílias e indivíduos com direitos ameaçados ou violados. No Creas, existe o Serviço da Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento na Medida Socioeducativa de Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).
Números do tráfico de drogas em Santa Catarina - Conforme dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP), foram registrados 2.417 boletins de ocorrências registrados por tráfico de drogas em Santa Catarina entre janeiro e abril deste ano. Foram apreendidas até o mesmo mês, 1.444 quilos de maconha; 43.840 quilos de cocaína; 26.746 quilos de crack; 3.731 LSD (micropontos); 13.351 comprimidos de Ecstasy.
Mais detalhes aqui
Com informações e fotos da Secom
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Colegiado gestor estadual de políticas públicas sobre drogas retoma trabalhos
Os componentes do colegiado gestor estadual de políticas públicas sobre drogas reuniram-se nesta quarta-feira, 12, na Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST).
A secretária Angela Albino coordenou a retomada dos trabalhos do grupo e observou que “o governador Raimundo Colombo tem demonstrado muita sensibilidade com a questão das drogas e pretende impulsionar dentro do Governo essa discussão e com a sociedade”.
Como próximo passo para implementação do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas ficou definido que os administradores municipais serão consultados sobre as ações em andamento em cada cidade. Entre as previstas no plano estão a formação e qualificação permanente intersetorial dos profissionais da rede.
A elaboração do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas surgiu a partir da adesão do Estado ao programa federal Crack, é possível vencer, em 2012.
Estiveram presentes no encontro os representantes e técnicos das secretarias de estado de Assistência Social, Educação; Saúde; Segurança Pública; Justiça e Cidadania; Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen) e Assembleia Legislativa (Alesc), além da Associação Catarinense de Comunidades Terapêutica e da Cruz Azul.
O colegiado trata do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas. O plano foi desenvolvido com o objetivo de constituir uma rede de parcerias entre estruturas governamentais, conselhos estaduais e municipais de entorpecentes e o terceiro setor. O plano contém ainda um diagnóstico do estado e o protocolo de atendimento e encaminhamento.
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Representantes do colegiado gestor estadual debatem políticas públicas sobre drogas
A Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) sedia nesta quarta-feira, 12, a reunião do colegiado gestor estadual de políticas públicas sobre drogas a partir das 16h. Foram convidados representantes e técnicos das secretarias de estado da Educação; Saúde; Segurança Pública; Justiça e Cidadania; Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen) e Assembleia Legislativa (Alesc).
O colegiado vai tratar sobre o Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas. O plano foi desenvolvido com o objetivo de constituir uma rede de parcerias entre estruturas governamentais, conselhos estaduais e municipais de entorpecentes e o terceiro setor.
Entre as ações previstas no plano estão a formação e qualificação permanente intersetorial dos profissionais da rede. A elaboração do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas surgiu a partir da adesão do Estado ao programa federal Crack, é possível vencer, em 2012.
O colegiado vai tratar sobre o Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas. O plano foi desenvolvido com o objetivo de constituir uma rede de parcerias entre estruturas governamentais, conselhos estaduais e municipais de entorpecentes e o terceiro setor.
Entre as ações previstas no plano estão a formação e qualificação permanente intersetorial dos profissionais da rede. A elaboração do Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas surgiu a partir da adesão do Estado ao programa federal Crack, é possível vencer, em 2012.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Seminário debate inovação na atenção aos dependentes químicos
Representantes das comunidades terapêuticas (CTs) de todas as regiões de Santa Catarina, habilitadas no projeto Reviver, participarão nesta segunda-feira, 1, em Florianópolis, de primeiro Seminário Estadual do Reviver. No evento, serão debatidos assuntos relacionados à atuação das comunidades terapêuticas e às inovações introduzidas pelo projeto, que já fez mais de 6 mil acolhimentos nos primeiros dez meses de funcionamento.
“A importância é proteger as pessoas que procuram a sua saída das drogas, o tratamento e a recuperação. Há, no projeto, o viés científico, que significar desenvolver ainda mais as funções do tratamento, e também a destinação de recursos para melhor a estrutura de atendimento, dando condições às comunidades que já prestam esse serviço”, explica o governador Raimundo Colombo.
O Governo autorizou o repasse de R$ 11.930.420,00 do Fundo de Desenvolvimento Social para a promoção da pesquisa e inovação na atenção dos dependentes por parte das comunidades terapêuticas habilitadas. “Deste total, 78% foram investidos no acolhimento e na capacitação das equipes das CTs. O restante foi destinado para suporte à pesquisa e todos os demais processos de inovação do projeto”, explica a presidente do Conselho Administrativo do Reviver e diretora administrativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Alba Schlichting.
A previsão inicial de acolhimento acertada pelo convênio era de 1.200 pessoas no período de um ano. Em dez meses, já foram realizados 6.003 acolhimentos pelas comunidades terapêuticas que aderiram ao projeto em 46 municípios de todas as regiões catarinenses.
Metas alcançadas - O projeto tem por objetivo o desenvolvimento de tecnologias sociais inovadoras. Entre as ações executadas, além do acolhimento e das capacitações, estão o desenvolvimento e aplicação de um processo de Acreditação, no qual são avaliadas as condições de cada Comunidade Terapêutica (da área física ao programa terapêutico); a inclusão digital das CTs com estabelecimento da comunicação em rede; a produção de jogos eletrônicos com participação de dependentes químicos; a promoção da cultura de rede entre as CTs. Outro destaque é a articulação entre o conhecimento científico, a produção tecnológica e a resposta social do projeto.
A Fapesc e a Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), realizam em parceria o projeto, que é resultado do trabalho de vários profissionais e instituições, com destaque ao Conselho Estadual de Entorpecentes (CONEN/SC), Instituto Rede de Promoção ao Desenvolvimento da Enfermagem (Repensul), secretarias de Estado da Assistência Social, Combate à Fome, Habitação, Trabalho e Renda, da Saúde, de Segurança Pública, da Justiça e Cidadania e da Educação, UFSC, Udesc, Univali, Unoesc, e a Comissão de Prevenção e Combate às Drogas da Assembleia Legislativa.
“Formatamos um projeto que conseguiu dar uma resposta efetiva à família catarinense quanto à questão das drogas”, disse o presidente da Comissão, deputado estadual Ismael dos Santos.
Serviço
I Seminário Estado do Programa Reviver
1º de dezembro de 2014 - Das 9h45min às 17h
Cambirela Hotel - Sala Pocena (Avenida Marinheiro Max Schramm, 2199 – Estreito – Florianópolis/SC)
Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
“A importância é proteger as pessoas que procuram a sua saída das drogas, o tratamento e a recuperação. Há, no projeto, o viés científico, que significar desenvolver ainda mais as funções do tratamento, e também a destinação de recursos para melhor a estrutura de atendimento, dando condições às comunidades que já prestam esse serviço”, explica o governador Raimundo Colombo.
O Governo autorizou o repasse de R$ 11.930.420,00 do Fundo de Desenvolvimento Social para a promoção da pesquisa e inovação na atenção dos dependentes por parte das comunidades terapêuticas habilitadas. “Deste total, 78% foram investidos no acolhimento e na capacitação das equipes das CTs. O restante foi destinado para suporte à pesquisa e todos os demais processos de inovação do projeto”, explica a presidente do Conselho Administrativo do Reviver e diretora administrativa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Alba Schlichting.
A previsão inicial de acolhimento acertada pelo convênio era de 1.200 pessoas no período de um ano. Em dez meses, já foram realizados 6.003 acolhimentos pelas comunidades terapêuticas que aderiram ao projeto em 46 municípios de todas as regiões catarinenses.
Metas alcançadas - O projeto tem por objetivo o desenvolvimento de tecnologias sociais inovadoras. Entre as ações executadas, além do acolhimento e das capacitações, estão o desenvolvimento e aplicação de um processo de Acreditação, no qual são avaliadas as condições de cada Comunidade Terapêutica (da área física ao programa terapêutico); a inclusão digital das CTs com estabelecimento da comunicação em rede; a produção de jogos eletrônicos com participação de dependentes químicos; a promoção da cultura de rede entre as CTs. Outro destaque é a articulação entre o conhecimento científico, a produção tecnológica e a resposta social do projeto.
A Fapesc e a Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), realizam em parceria o projeto, que é resultado do trabalho de vários profissionais e instituições, com destaque ao Conselho Estadual de Entorpecentes (CONEN/SC), Instituto Rede de Promoção ao Desenvolvimento da Enfermagem (Repensul), secretarias de Estado da Assistência Social, Combate à Fome, Habitação, Trabalho e Renda, da Saúde, de Segurança Pública, da Justiça e Cidadania e da Educação, UFSC, Udesc, Univali, Unoesc, e a Comissão de Prevenção e Combate às Drogas da Assembleia Legislativa.
“Formatamos um projeto que conseguiu dar uma resposta efetiva à família catarinense quanto à questão das drogas”, disse o presidente da Comissão, deputado estadual Ismael dos Santos.
Serviço
I Seminário Estado do Programa Reviver
1º de dezembro de 2014 - Das 9h45min às 17h
Cambirela Hotel - Sala Pocena (Avenida Marinheiro Max Schramm, 2199 – Estreito – Florianópolis/SC)
Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Comissão atua na elaboração de Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas
O presidente da Comissão de Prevenção e Combate às Drogas da Assembleia Legislativa, deputado Ismael dos Santos (PSD), reuniu-se na tarde desta terça-feira (21) com representantes da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação e do Conen, o Conselho Estadual de Entorpecentes. Em pauta as contribuições para Plano Catarinense de Políticas Públicas sobre Drogas.
A proposta foi elaborada por uma equipe intersetorial, composta por cinco secretarias de estado. Gestores municipais também colaboraram com informações para a construção do texto.
Entevistas: Fabiana Vieira, representante da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação; deputado Ismael dos Santos (PSD), presidente da Comissão de Prevenção e Combate às Drogas e Jairo Brincas, conselheiro do Conen.
Fonte: Ascom Alesc
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Centro Colaborador HCPA/SENAD abre Mestrado Profissional na área de Crack e outras Drogas
Tendo como referência a Política Nacional sobre Drogas, foi estruturado, em uma parceria entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD/MJ) e o Hospital de Clínicas de Porto Alegre HCPA/UFRGS, o primeiro Centro Colaborador em Álcool e Outras Drogas do Brasil.
O Centro Colaborador HCPA/SENAD, criado com o objetivo de ensino, pesquisa e desenvolvimento de metodologia de tratamento e reinserção social para dependentes de crack e outras drogas, encontra-se em funcionamento desde o início de 2012, incorporando progressivamente atividades de assistência, ensino, pesquisa e reinserção social, de acordo com a política proposta pela SENAD.
Atualmente o Centro atende pacientes dependentes de drogas do SUS em regime de internação hospitalar e sob forma ambulatorial, na Unidade Álvaro Alvim do Hospital de Clínicas de Porto Alegre/RS, e fornece treinamento continuado para profissionais de saúde de diversas especialidades.
O Centro conta com toda a infraestrutura assistencial do HCPA (mais de 70 profissionais altamente treinados, atendendo em regime multiprofissional), salas de aula e equipes de pesquisa e ensino treinadas para capacitar continuadamente profissionais das diversas áreas de assistência ao usuário de drogas.
A SENAD e seu Centro Colaborador comunicam a abertura do processo de seleção para a segunda turma do Mestrado Profissional em Prevenção e assistência a usuários de álcool e outras drogas. A previsão de início das aulas é março de 2015, e o período de inscrições e seleção para as 11 vagas disponíveis será de 13 de outubro a 17 de novembro de 2014.
Sendo sua instituição um dos Centros Regionais de Referência (CRRs) sobre Drogas que funcionam nas universidades públicas do país, o início do Mestrado Profissional em Porto Alegre - RS reveste-se de caráter e oportunidade especial, pois permite que você indique candidatos da área da saúde ou assistência social integrados aos cursos do CRR que tenham interesse em aprimorar sua formação na área.
As atividades obrigatórias do curso ocorrerão ao longo de 3 semestres, durante os quais estão previstos 9 módulos presenciais de aproximadamente uma semana cada um. Nestes módulos, os alunos deverão ter a disponibilidade de permanecer em Porto Alegre ? RS para acompanhar in loco as disciplinas e as atividades da Unidade Álvaro Alvim.
O corpo docente será composto de uma equipe multidisciplinar de professores e convidados externos, sob a coordenação do Prof. Pechansky e o cronograma previsto será divulgado posteriormente.
Para que um candidato seja avaliado pela Comissão Organizadora, é necessário que ele preencha os seguintes critérios:
1) Apresente um currículo Lattes atualizado;
2) Comprometa-se a realizar exame de proficiência em inglês, comprovada mediante documento, até o período finalização do curso;
3) Seja indicado formalmente (através de carta de apresentação de sua instituição) para esta seleção;
4) Comprometa-se formalmente a implementar, após esta formação, ações de saúde/pesquisa compatíveis com as premissas da SENAD em sua instituição de origem;
5) Seja servidor com vínculo empregatício estabelecido com serviço público de saúde, assistência social ou de políticas sobre drogas que lhe permita manter a remuneração nos períodos em que permanecer em Porto Alegre - RS.
6) O edital completo está disponível no portal do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (www.hcpa.ufrgs.br) e pode ser acessado diretamente por meio deste link.
Mais informações: (51) 3359-6467 e (51) 3359-6410, ou pelo email l-mp-adicao@hcpa.ufrgs.br .
O Centro Colaborador HCPA/SENAD, criado com o objetivo de ensino, pesquisa e desenvolvimento de metodologia de tratamento e reinserção social para dependentes de crack e outras drogas, encontra-se em funcionamento desde o início de 2012, incorporando progressivamente atividades de assistência, ensino, pesquisa e reinserção social, de acordo com a política proposta pela SENAD.
Atualmente o Centro atende pacientes dependentes de drogas do SUS em regime de internação hospitalar e sob forma ambulatorial, na Unidade Álvaro Alvim do Hospital de Clínicas de Porto Alegre/RS, e fornece treinamento continuado para profissionais de saúde de diversas especialidades.
O Centro conta com toda a infraestrutura assistencial do HCPA (mais de 70 profissionais altamente treinados, atendendo em regime multiprofissional), salas de aula e equipes de pesquisa e ensino treinadas para capacitar continuadamente profissionais das diversas áreas de assistência ao usuário de drogas.
A SENAD e seu Centro Colaborador comunicam a abertura do processo de seleção para a segunda turma do Mestrado Profissional em Prevenção e assistência a usuários de álcool e outras drogas. A previsão de início das aulas é março de 2015, e o período de inscrições e seleção para as 11 vagas disponíveis será de 13 de outubro a 17 de novembro de 2014.
Sendo sua instituição um dos Centros Regionais de Referência (CRRs) sobre Drogas que funcionam nas universidades públicas do país, o início do Mestrado Profissional em Porto Alegre - RS reveste-se de caráter e oportunidade especial, pois permite que você indique candidatos da área da saúde ou assistência social integrados aos cursos do CRR que tenham interesse em aprimorar sua formação na área.
As atividades obrigatórias do curso ocorrerão ao longo de 3 semestres, durante os quais estão previstos 9 módulos presenciais de aproximadamente uma semana cada um. Nestes módulos, os alunos deverão ter a disponibilidade de permanecer em Porto Alegre ? RS para acompanhar in loco as disciplinas e as atividades da Unidade Álvaro Alvim.
O corpo docente será composto de uma equipe multidisciplinar de professores e convidados externos, sob a coordenação do Prof. Pechansky e o cronograma previsto será divulgado posteriormente.
Para que um candidato seja avaliado pela Comissão Organizadora, é necessário que ele preencha os seguintes critérios:
1) Apresente um currículo Lattes atualizado;
2) Comprometa-se a realizar exame de proficiência em inglês, comprovada mediante documento, até o período finalização do curso;
3) Seja indicado formalmente (através de carta de apresentação de sua instituição) para esta seleção;
4) Comprometa-se formalmente a implementar, após esta formação, ações de saúde/pesquisa compatíveis com as premissas da SENAD em sua instituição de origem;
5) Seja servidor com vínculo empregatício estabelecido com serviço público de saúde, assistência social ou de políticas sobre drogas que lhe permita manter a remuneração nos períodos em que permanecer em Porto Alegre - RS.
6) O edital completo está disponível no portal do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (www.hcpa.ufrgs.br) e pode ser acessado diretamente por meio deste link.
Mais informações: (51) 3359-6467 e (51) 3359-6410, ou pelo email l-mp-adicao@hcpa.ufrgs.br .
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Inscrições abertas para congresso de prevenção ao uso de drogas
Estão abertas as inscrições para o Congresso Internacional de Prevenção dos Problemas Relacionados ao Uso de Drogas (Previne 2014). O encontro reunirá gestores públicos, acadêmicos e a sociedade civil nos dias 27 e 28 de novembro de 2014, no Museu Nacional, em Brasília.
O evento é organizado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça (Senad/MJ), pela Coordenação Nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde, e pela Universidade Federal de Santa Catarina. O Congresso conta ainda com o apoio do Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crimes (Unodc).
Além de compartilhar conhecimento e experiências práticas sobre drogas, o Previne 2014 pretende impulsionar a realização de pesquisas, debates e políticas públicas que, fortalecendo a cidadania e os laços sociais, protejam os jovens do uso prejudicial das drogas.
Entre outros temas, a programação vai contemplar pautas referentes à importância de políticas sociais universais, intervenções seletivas para famílias, escolas e comunidades em situação de risco, regulação das drogas legais e combate ao estigma nas campanhas de informação. Também serão abordados meios pelos quais a ciência social e as ciências da saúde possam responder ao desafio de pensar em política de prevenção dentro do contexto social e cultural brasileiro.
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Seis em cada dez usuárias de crack não usam preservativo nas relações
Um estudo da Fiocruz mostra que 62,9% das mulheres
usuárias de crack pesquisadas não utilizam preservativo. Cerca de 30% delas se
prostituem em troca de sexo. O resultado desse comportamento é o aumento das
doenças sexualmente transmissíveis e também da gravidez não planejada.
Em Belo Horizonte, as mulheres, mesmo grávidas,
continuam usando a droga nas cracolândias. Em muitos casos, a justiça precisa
intervir e as crianças são levadas para a adoção. O Jornal Hoje registrou
alguns flagrantes.
Imagens mostram uma mulher fumando crack várias
vezes. Ela conta que está grávida de oito meses de um menino e que não é o
primeiro filho. Ela já tem uma menina de 12 anos. (Em breve, assista aqui a
reportagem completa)
As mulheres grávidas moram nas praças de Belo
Horizonte. Não têm ninguém para cuidar da saúde e dos bebês. A gravidez é
considerada de alto risco, porque o efeito da droga aumenta a chance de infarto
e de hemorragia. Nas cracolândias, as mulheres muitas vezes se prostituem e não
previnem a gravidez.
O uso de drogas está entre os principais motivos
para a entrega de crianças à adoção. Só em Belo Horizonte, todo mês cerca de 40
filhos de usuárias de crack são abandonados nas maternidades ou tirados da
família pela justiça. São quase 500 bebês por ano. As crianças acabam sendo
criadas por parentes ou adotadas.
O Jornal Hoje encontrou na cracolândia Juliana, de
34 anos, grávida do décimo filho. Ela ainda era usuária de crack. Um mês
depois, a mulher estava em casa, com o filho nos braços, amamentando. Otílio
nasceu com quase três quilos. “É muito especial a gente ter o leite limpinho
para dar para o filho”, diz.
Juliana está longe da droga e quer evitar novas
gestações. “Vou fazer laqueadura ou vasectomia do meu companheiro. Vou tentar
pelo SUS”, conta.
O Sistema Único de Saúde oferece métodos
contraceptivos, mas é difícil convencer as dependentes químicas a se proteger.
“A maioria deles tem vários filhos e a gente tenta intervir da melhor maneira
possível, com uso de anticoncepcionais injetáveis, que têm um período maior de
duração. Quando a gente consegue manter esse acompanhamento, a gente avalia a
possibilidade da esterilização cirúrgica, que é a laqueadura tubária, e algumas
vezes o uso do DIU ou anticoncepcionais”, fala uma médica obstetra.
Juliana só pensa no futuro ao lado do filho que
nasceu e dos outros que foram tirados pela justiça. “É muito gostoso saber que
ninguém vai me tirar esse menino, porque deixei o cachimbo de crack e o vício”.
Sobre reconquistar os outros filhos, Juliana já tem a fórmula. “Cuidar de mim.
Porque se eu não cuidar de mim e não me amar, eu não posso amar eles. O crack é
um mundo obscuro”.
Fonte: Jornal Hoje
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Colegiado gestor se reúne para avaliar plano de políticas públicas sobre drogas
Os representantes do colegiado gestor estadual se reuniram na tarde desta quarta, 1, na sede da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST).
A pauta inclui o relato das ações do plano estadual de políticas públicas sobre drogas e a análise sobre a sugestão de criação de uma Secretaria Executiva de Políticas Públicas sobre Drogas.
Curso online e gratuito sobre prevenção de drogas oferece 15 mil vagas
Promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre
Drogas do Ministério da Justiça (Senad/MJ), o curso Supera chega à 7ª edição
com mais de 15 mil vagas abertas. As inscrições são gratuitas e podem ser
realizadas até 9 de novembro de 2014 no site www.supera.senad.gov.br.
O Supera significa Sistema para detecção do Uso abusivo e
dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve,
Reinserção social e Acompanhamento. O objetivo é capacitar profissionais das
áreas de saúde e assistência social para identificação e abordagem dos usuários
de drogas, com foco em prevenção, intervenção e encaminhamento.
Capacitação e carga horária
A 7ª edição do curso possui carga horária de 120 horas,
com duração de três meses. A capacitação é desenvolvida na modalidade de
Educação a Distância (EaD).
Os alunos têm acesso ao portal específico do curso, acompanhamento por tutores especializados e telefonia gratuita para dúvidas e orientações, além de receberem o material didático no endereço residencial. Ao final do curso, os alunos vão receber certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Os alunos têm acesso ao portal específico do curso, acompanhamento por tutores especializados e telefonia gratuita para dúvidas e orientações, além de receberem o material didático no endereço residencial. Ao final do curso, os alunos vão receber certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Fonte: Ministério da Justiça
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Cocaína no trabalho
Estudo recente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revelou aumento do número de trabalhadores afastados por causa da dependência de álcool e drogas. Entre 2009 e 2013 houve um crescimento de mais de 50% nos índices e o maior foi entre os usuários de cocaína, com 84,6%.
Fonte: Coluna Visor/DC
Fonte: Coluna Visor/DC
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Colegiado gestor estadual de políticas sobre drogas reúne-se na SST
Integrantes
do Colegiado Gestor Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas participaram de
reunião na manhã desta quarta-feira, 17, na sala de reuniões da Secretaria de
Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST).
Dentre os
temas abordados, esteve a da criação de secretaria executiva de enfrentamento
às drogas. Em 1º de outubro, às 13h30min, haverá reunião na SST para iniciar as discussões
sobre o tema.
O colegiado
gestor estadual é formado por técnicos das secretarias de Estado da:
Assistência Social, Segurança Pública, Saúde, Justiça e Cidadania, Educação,
além da prefeitura de Florianópolis, Assembleia Legislativa, Conselho Estadual de Entorpecentes (Conen), a Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas e Cruz Azul.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Revista Veja traz reportagem sobre crack
A edição de 10 de setembro da revista Veja traz nas páginas 94 e 95 uma reportagem sobre um tratamento para os dependentes de crack.
Acesse aqui
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Combate ao crack
A prefeitura de São José afirma que realiza constante fiscalização na Via Expressa, onde se encontram vários usuários de crack, sobretudo no viaduto da Josué di Bernardi. Informa que somente este ano já foram feitas 543 abordagens e que apenas 237 pessoas aceitaram ser encaminhados para tratamentos em unidades terapêuticas. Atualmente setores da prefeitura estão passando por treinamento para atuarem na base móvel do programa Crack, é possível vencer, em parceria com o governo federal.
Fonte: Coluna do Moacir Pereira/DC
Fonte: Coluna do Moacir Pereira/DC
Ligue 132 recebeu 47% dos atendimentos relacionados a cocaína em 2014
O Serviço Nacional de Orientações e Informações sobre
Drogas, Ligue 132, já atendeu mais de 19 mil pessoas em 2014. A cocaína e seus
derivados, como o crack, são as substâncias mais questionadas pelos usuários,
somando 9.222 ligações. Isso representa 47% das chamadas no ano. Em 2013, esse
número foi 33%.
Inaugurado em 2005, o Ligue 132 é um serviço do programa
“Crack, é possível vencer”, do governo federal, que tem como objetivo prevenir
o uso de drogas no país. O serviço
funciona 24 horas por dia, incluindo feriados e finais de semana.
Para atender a demanda crescente, o Ligue 132 conta com um
serviço especializado para casos de cocaína. De acordo com a coordenadora do
Ligue 132, Maristela Ferigolo, quem buscar orientações, tanto usuário de drogas
quanto familiar, poderá encontrar atendimento personalizado. “Com profissionais
capacitados, o serviço se preocupa em ouvir tanto o usuário quanto o familiar,
e presta aconselhamento personalizado por meio da intervenção breve
motivacional estimulando-os a refletir e mudar seu comportamento-problema.”
São Paulo foi o estado que mais teve atendimentos
relacionados à cocaína e derivados, com 2.473 ligações, seguido pelo Rio Grande
do Sul, com 790 atendimentos, e Rio de Janeiro, 717.
Além da cocaína, a maconha teve um total de 5.428
questionamentos, o que representa uma queda de 48% das ligações referentes ao
mesmo período do ano passado. Quanto ao álcool e tabaco, substâncias
legalizadas pela lei, tiveram uma alta procura no serviço, somando 15.314
atendimentos.
O serviço atende 24 horas por dia, de forma sigilosa e
gratuita. O Ligue 132 é uma parceria com a Secretaria Nacional de Políticas
sobre Drogas (Senad/MJ), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto
Alegre e AMTEPA. Todos os atendimentos são realizados por profissionais
capacitados na área da saúde e voltados para motivar o usuário abandar o uso de
drogas.
Fonte: Ministério da Justiça
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Pesquisa indica que 20% dos usuários das cracolândias são mulheres
A Pesquisa Nacional sobre o Uso de Crack realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), verificou que 20% dos que frequentam as chamadas cracolândias são mulheres. O trabalho ouviu 32.359 pessoas, sendo que 24.977 responderam ao questionário nos próprios domicílios e 7.381, nos próprios locais de uso da droga.
Além de responderem os questionários, os usuários fizeram testes de HIV e hepatite, que indicaram que, entre as mulheres, 8,17% eram portadoras do HIV, índice que, nos homens, chegava a 4,01%. Com hepatite C, as mulheres representaram 2,23% dos infectados e os homens, 2,75%.
Segundo um dos coordenadores do trabalho, o médico Francisco Inácio Bastos, do Laboratório de Informação em Saúde (LIS), pertencente ao Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), o perfil das mulheres pesquisadas é muito negativo.
– Até para mim, que sou acostumado a trabalhar nessa área, nunca tinha visto uma população feminina tão maltratada e tão magoada. Agressão física, abuso sexual, nenhuma assistência pré-natal. Quando me perguntam o que me chocou mais como médico, eu digo que foi ver pessoas em uma situação tão precária, precisando tanto de ajuda – contou à Agência Brasil.
O médico acrescentou que, no caso das mulheres, seria natural que o contato com o sistema de saúde ocorresse por necessidade de realizar o pré-natal, mas não é isso o que ocorre.
– No momento das entrevistas, 10% das mulheres relataram que estavam grávidas. O que não quer dizer que tiveram o filho, porque algumas perderam e outras abortaram. Quando se vai para o padrão desejável em termos de pré-natal, que são sete consultas, menos de 5% delas fizeram pré-natal regular – disse.
A pesquisa foi feita entre o segundo semestre de 2011 e o primeiro semestre de 2013 nas 26 capitais de estado e no Distrito Federal, dividida em três abordagens. A primeira com avaliações em todas as capitais, a segunda nas nove regiões metropolitanas e a última nas cidades pequenas e de médio porte. Agora, o instituto está lançando o livro digital sobre a pesquisa, que pode ser obtido no site do Icict.
Fonte: Diário Catarinense
Fonte: Diário Catarinense
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Saúde abre inscrições para curso sobre Crack, álcool e outras drogas
A Secretaria
de Estado da Saúde de Santa Catarina, por meio do Centro Regional de Referência
em Crack, Álcool e Outras Drogas da Escola de Saúde Pública de Santa Catarina
(CRR/ESP/SES-SC), abre inscrições para os cursos de capacitação/atualização em
Crack, Álcool e Outras Drogas.
O curso é
voltado a profissionais que atuam na rede de atenção integral à saúde, educação, assistência
social, segurança e agentes dos sistemas: judiciário, policial, Ministério
Público e entidades que atuam no atendimento/apoio a adolescentes em
cumprimento de medidas socioeducativas, com e sem privação de liberdade.
O objetivo é
o de desenvolver ações integradas e orientadas quanto à prevenção, promoção da
saúde, redução dos riscos e danos associados ao consumo de crack e outras
drogas aos usuários e seus familiares nos municípios catarinenses.
Dúvidas: Micheline,
Joyce, Eliane e Silvana nos seguintes telefones: (48) 3212-1650, 3212-1607 e 3212-1660.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Cigarro é mais viciante que cocaína, diz relatório
O cigarro é mais viciante que a cocaína, aponta estudo preparado pela organização de controle do tabagismo Campanha Crianças Livres do Tabaco, lançado nesta terça-feira, 2, no Brasil. Acompanhe a íntegra da matéria no site do Estadão.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Plano de políticas públicas sobre drogas é tema de entrevista na rádio CBN
O Coronel João Henrique (Secretaria de Estado de Segurança Pública) e a integrante do colegiado gestor estadual de políticas públicas sobre drogas, Fernanda de Oliveira, concederam entrevista à rádio CBN para o programa "Notícia da tarde" nesta sexta, 29. O programa também é transmitido pela TV Com.
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